Governo cede à vontade dos patrões

11 comments
  1. É mau, mas penso que dá pros 2 lados. Podes informar 1 ou 2 dias antes de acabar o periodo experimental que vais deixar o emprego. O chefe fica com o trabalho entalado e tu não passas nada a ninguém.

    No fundo uma pessoa é incentivada a fazer caixinha durante o periodo experimental, de modo a se proteger/não ir ao fundo sozinho.

  2. Pahh acho mais do que razoável; durante o período experimental ambas as parte sabem que estás a esperiencia e devem ver se faz sentido continuar ou não.

  3. Tirando a questão das horas extraordinárias, as outras medidas não faziam qualquer sentido.

    O livre despedimento no período experimental sempre foi a outra face da moeda que nos permite ter um dos países da Europa em que é mais difícil despedir alguém.

    Quanto à ACT, claro que não faz sentido uma entidade administrativa ter poderes reservados a um tribunal. Era daquelas medidas que mal se esbarrasse com o TConstitucional caia.

  4. Periodo experimental vai passar a ser o novo trabalho temporário.

    Não está mau, 3 mesinhos ou 6 mesinhos a pressionar os trabalhadores para fazerem e tudo e mais alguma coisa para poderem se manter na empresa.

  5. já há empresas que funcionam ao contrato diário. tens de assinar um contrato todos os dias.

    isto é pior que os rabinos a tentar ludibriar as regras da bíblia. o negócio existe apenas e só porque há maneira de contornar as regras…

  6. 240 dias continua a ser extremamente excessivo para período experimental. Por alguma razão existem os contratos a prazo. 90 dias já era mais do que suficiente.

  7. É preciso perceber-se o que a notícia diz: “Pode chegar aos 240 dias mediante a função em causa”. Não é regra geral. O prazo experimental máximo estará reservado a gestores ou cargos de maior responsabilidade, o que penso que faz sentido.

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