Dívida pública sobe 3 mil milhões para novo recorde

23 comments
  1. A caminho de outra bancarrota..força xuxalistas..parabéns Portugal, vitória, deseja-mos, vamos conseguir…

  2. Historicamente, sempre houve as sanguessugas das sociedades a chuparem tudo o que podiam enquanto houvesse, para no fim, quando da carcaça já nada sobrasse, simplesmente procurarem outro hospedeiro onde chupar.

    As vezes em que o avanço foi no sentido construtivo, uma boa parte da energia teve de ser concentrada a purgar essas sanguessugas e os sistemas que tinham montado. Foi sempre assim.

    Com a ideia atual de que todos merecem uma vida digna, até os celerados e os de má índole passaram a ser incluídos nessa utopia.

    Enquanto assim for, não haverá espaço para realmente purgar esses cabrões do paraíso.

    Esses cabrões vêm diretamente dos bancos e da política, pois eles não têm de *produzir* nada. Eles gerem o que é produzido pelos outros, eles *redistribuem* com base nas *suas* regras.

    Não é por acaso que as purgas normalmente acontecem com o apoio da justiça ou pelo menos dos militares. E para isso eles também têm de estar descontentes, daí o ciclo das mordomias concedidas pelo governo que lhes tolhe o discernimento.

    Só quando o estado das coisas estiver mau o suficiente para alguns é que ocorrerá mudança.

    O pior é que as sanguessugas já refinaram a arte da mamada ao longo de inúmeras gerações, e sabem controlar a taxa a que mamam para não terem de mudar de hospedeiro.

    E o mais tragicómico é que isto não é nada de novo. É assim desde tempos imemoriais. As relações de poder sempre assentaram na base da incerteza acerca do futuro, dos diferenciais de acesso às ferramentas ou à informação e da capacidade de influenciar os mais capazes.

  3. Como disse um ex habitante da prisão de Évora “A dívida não se paga, gere-se.”

    Agora com as taxas de juro a subir esses excessos vão novamente sair muito caro.

  4. Trabalho a recibos verdes. pago 25% do que ganho para as SS.

    Quando estive em isolamento com covid não recebi um tusto da Segurança Social. Meti o pedido mas foi rejeitado.

    E mesmo assim a chupar-me a mim e aos outros Portugueses à bruta, o Estado continua com saldo negativo?

    Mas que merda de gestão é esta?

  5. > Em 2021, o rácio do endividamento público — o indicador de sustentabilidade da dívida pública mais importante para os mercados financeiros — desceu, passando de 135,2% do PIB para 127,5%

    > No primeiro trimestre de 2022, o rácio voltou a cair, fixando-se em 127% do PIB.

    Não deixas que a realidade estrague uma boa narrativa.

    De que vale que a dívida suba abaixo da inflação, e portanto em valores *reais* baixe ?!

    De que vale que a dívida pública desça em termos do PIB?!

    O que vale é fazer valer a narrativa, mentido, enganado e escondendo.

    Força nisso.

  6. Felizmente é investido em educação na criação de produtos a colocar no mercado mundial e criar produção industrial…

  7. Ainda bem para o Costa que temos inflação proximo dos 8%. Assim os impostos sobem e a divida perde valor.

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