Que tal aumentar os salários oferecidos e melhorar as condições? Como? Aumentando o preço desses serviços talvez..
Lágrimas de Crocodilo….
ela não tem pinta de ter trabalhado no mundo da restauração
Menos choro e mais salário.
Única coisa de relevo que leio: “Alemanha envia doentes para países vizinhos”.
Tudo o resto é mais do mesmo.
Esqueceu-se de incluir “aos salários e condições que estamos a oferecer, assim não consigo comprar o BMW este ano” 🙄
E nós temos enorme dificuldade em encontrar empresários que nos respeitem, que saibam recompensar o mérito e o talento, fomentem a segurança psicológica e criem empresas onde em vez de conversas da tanga sobre “identidade” e ” purpose” compreendam que são patrões e não donos.
Pagam ordenado mínimo em full-time, para aturar clientes mal educados, limpar cozinhas e salas de jantar, tirar cafés e receber o dinheiro. Isto quando não propõem receber sem recibo para pagarem mais uns tostões e “ambos ganham”. Ninguém está para se “matar a trabalhar” por um punhado de euros e no dia seguinte poder estar no IEFP novamente. Não é geral este procedimento, ainda há empresários de restauração honestos, mas que existe uma enorme quantidade de oportunistas na restauração não tenho dúvidas
Lei da procura/oferta a funcionar, como um ex-funcionário deste sector tenho que admitir que me dá gozo ver estas notícias todas. Karma’s a bitch.
Onde se lê “trabalhar”, deve ler-se “escravizar”.
Acho que foi uma gaffe. Assim.ja faz sentido.
Paguem.
Ta xorare?
Trabalhar 12h pelo salário mínimo, quem é que não gostaria?
o ano passado despediram, este ano contratam. A mão de obra é a mesma lol
ri-me muito com a coisa do “vamos a um restaurante e se a comida não é espectacular mas o serviço é estrondoso voltamos ao espaço”……alguém não percebe muito bem qual é o propósito de um restaurante.
Acho que devíamos apoiar mais os nossos empresários.
​
Se olharmos para o outro lado do oceano, temos empresários a obrigar os trabalhadores a fazer as necessidades num balde ou numa garrafa de água, só para eles terem dinheiro para ir ao espaço. Ao espaço!
​
Os nossos empresários apenas querem ter um BMW mais recente. Só isso. É um desejo perfeitamente aceitável – se eu fosse um empresário e tivesse um BMW com mais de 4 anos também ia sentir-me mal, porque ao preço a que eles estão até um dos meus funcionários poderia comprar um após alguns breves 20 anos de poupanças. Já imaginaram o mal-estar que isso não iria gerar, quando houvessem carros melhores no estacionamento da empresa do que aqueles que estavam no lugar reservado à administração?
​
Parece-me que o jornal i apenas quis louvar o mui nobre sacrifício dos nossos empresários, que limitam os seus desejos para bem dos funcionários, de modo a que todos possam ter acesso ao salário mínimo e, quiçá, Netflix grátis. Quem não gostava de ter Netflix grátis? Eu gostava.
​
Não sou um empresário mas, em nome deles… obrigado, i. Obrigado.
Ana Jacinto –
Secretária-geral na AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.
Árbitra de Parte Empregadora do Conselho Económico e Social.
Prática forense, essencialmente, em Direito Laboral, Comercial e Civil.
Licenciada em Direito, na vertente Jurídico-Económicas na Universidade Autónoma de Lisboa, possui um Master em Gestão de Empresas, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
Curiosamente o único trabalho que teve até hoje foi na AHRESP onde entrou com 21 anos como jurista…
Impressão minha ou nas últimas semanas este tema está a ser mais explorado como se a culpa fosse dos portugueses? Estranha a maneira como enquadram estas notícias, só realça o lado do empregador, quando quem tem mais a dizer na questão é o empregado…
Ou baixam o número de horas para 8 horas e aumentam o ordenado para 900 LIMPOS (não é 8 no contrato e depois fazer 14, são 8 horas de trabalho reais), ou então mantêm as 12, 13, 14 horas mas pagam as horas extra ou aumentam o ordenado para os 1500€ LIMPOS.
Só com uma destas condições é que voltava para a restauração…
“Temos uma imensa dificuldade em pagar um salário digno a pessoas que queiram trabalhar”
Paguem melhor e vão ver os candidatos a aparecer que nem cogumelos.
Gosto da parte em que compara um trabalhador da restauração com uma hospedeira de bordo.
Mas esquece-se de comparar os salários.
*para explorar.
Paguem
O meu primeiro trabalho foi no McDonald´s.
Uma colega escorregou no restaurante, caiu e bateu com a cabeça num canto qualquer. Sangue por todo o lado, parecia um filme do Tarantino. O gerente? Ficou porque “o turno tinha de continuar!” A minha colega foi sozinha para o hospital meio consciente.
​
Uma pessoa só tem de querer e consegue, não é?!
Eles que se desmerdem.
“Eu quero pagar o salário mínimo e poder despedir o pessoal quando o verão acaba mas por alguma razão que se me escapa ninguém aceita isso”
A Ana devia fumar menos jardas.
Se ainda houvesse alguma coisa que incentivasse as pessoas a trabalhar nessa área…mas não me lembro de nada…
Sempre que vejo uma manchete destas pergunto-me se de alguma forma o jornal é “reembolsado” por publicar algo tão tendencioso, e se sim, isso não viola princípios da profissão ou até alguma lei. De uma forma ou de outra entristece-me a forma como o jornalismo é praticado de uma forma tão opinionada hoje em dia.
Titulo alternativo:
Queremos que as novas gerações nos sirvam a preços low cost enquanto estamos cá
Ordenado mínimo por semanas de 40 horas a recibos verdes em clima de stress e pressão com chefias que frequentemente são inqualificadas, irresponsáveis e infantis realmente não é uma proposta atrativa…
Nojo de capa
Outra vez esta história?
Comecem (entre outras coisas) a pagar salários de jeito e abandonem a ideia que salário mínimo é a regra e não a excepção e verão que aparecem funcionários.
Irra que já mete nojo esta choradeira destes pseudo-empresários da tanga!
Adoro ver o karma trabalhar. Não dão as minimas condições, o salário é vergonhoso para as horas de trabalho (que muitos dias passam bem das 8h), escrevemos as horas extras na folha para banco de horas, constantemente a pedirem que um colaborador faça o trabalho de 3 sem nunca mostrarem intenções de contratar mais uma pessoa que seja… Digam logo que querem escravos. Hotelaria e restauração é provavelmente o setor mais lucrativo deste país e o que menos condições de trabalho fornece.
Sou licenciada em Turismo e não trabalho na área exatamente por causa disto tudo. Estive a trabalhar num hotel e fui a várias entrevistas para outros empreendimentos, é tudo a mesma coisa… Então se forem portugueses a gerir é pior ainda.
Quem não sabe o que é trabalhar na restauração eu demonstrou.
Restaurante
Entras as 10/11h serves o almoço. Sais as 15/16 voltas as 18/19. Serves o jantar sais as 23/24. Este horário pelo menos 6 dias por semana. A folga costuma ser a uma segunda ou terça. Por norma não se tira férias no verão porque é o período alto. Salário mínimo.
Cafés e pastelarias
Entras as 6 e sais as 20. Seis dias por semana ou 5 e meio com fins de semana a rodar. Não se para o dia todo e alem de tirar cafés finos e fazer torradas é preciso limpar e montar e depois esplanadas. Salário mínimo.
Casamentos ou eventos
Entra se as 7 sai se as 3/4 e por norma no dia seguinte volta se a entrar às 7. Já tive alturas em que não íamos a casa dormir e trabalhávamos 3 dias completamente seguidos. Obrigatoriedade de laço camisinha e sapatos de ir ao pito. Caminham se kilometros. Pés ficam literalmente em sangue. Servir convidados acartar mesas e cadeiras acartar toneladas de lixo no fim e limpeza geral da quinta e da cozinha. Trabalho a roçar a escravidão. +/- 100€ dia tudo ao negro.
Já perceberam porque é que é difícil arranjar gente.
“Temos de fazer com que os jovens queiram trabalhar neste setor”
Verdade. Nem toda a gente tem a oportunidade de aos 13 anos ir estudar para Inglaterra, licenciar-se numa privada e tirar mestrado noutra privada.
Adoro a pose Infante D. Henrique, a olhar para o infinito. Uma visionária, claramente, a quem nunca ensinaram que olhar para o sol faz mal à vista.
Trabalho nesta área e tenho a dizer que a AHRESP é uma grande filha da putice no que toca a CCT (Contratos Coletivos de Trabalho). Conseguem nexer naquilo de forma a contornar algumas leis do CT (Código do Trabalho) de maneira a beneficiar o patrão e a lixar a vida ao empregado.
Por exemplo, na hotelaria e restauração só contam horas noturnas da 01h às 07h. Entre outras tantas coisas que metem nojo.
Destaco dois pontos nesta imagem:
1. A pose de Nossa Senhora de Fátima a ver Jesus Cristo a descer aos céus
2. “O serviço é estrondoso”. Não dão bons ordenados, mas ao menos os jovens podem servir as pessoas estrondosamente.
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Que tal aumentar os salários oferecidos e melhorar as condições? Como? Aumentando o preço desses serviços talvez..
Lágrimas de Crocodilo….
ela não tem pinta de ter trabalhado no mundo da restauração
Menos choro e mais salário.
Única coisa de relevo que leio: “Alemanha envia doentes para países vizinhos”.
Tudo o resto é mais do mesmo.
Esqueceu-se de incluir “aos salários e condições que estamos a oferecer, assim não consigo comprar o BMW este ano” 🙄
E nós temos enorme dificuldade em encontrar empresários que nos respeitem, que saibam recompensar o mérito e o talento, fomentem a segurança psicológica e criem empresas onde em vez de conversas da tanga sobre “identidade” e ” purpose” compreendam que são patrões e não donos.
Pagam ordenado mínimo em full-time, para aturar clientes mal educados, limpar cozinhas e salas de jantar, tirar cafés e receber o dinheiro. Isto quando não propõem receber sem recibo para pagarem mais uns tostões e “ambos ganham”. Ninguém está para se “matar a trabalhar” por um punhado de euros e no dia seguinte poder estar no IEFP novamente. Não é geral este procedimento, ainda há empresários de restauração honestos, mas que existe uma enorme quantidade de oportunistas na restauração não tenho dúvidas
Lei da procura/oferta a funcionar, como um ex-funcionário deste sector tenho que admitir que me dá gozo ver estas notícias todas. Karma’s a bitch.
Onde se lê “trabalhar”, deve ler-se “escravizar”.
Acho que foi uma gaffe. Assim.ja faz sentido.
Paguem.
Ta xorare?
Trabalhar 12h pelo salário mínimo, quem é que não gostaria?
o ano passado despediram, este ano contratam. A mão de obra é a mesma lol
ri-me muito com a coisa do “vamos a um restaurante e se a comida não é espectacular mas o serviço é estrondoso voltamos ao espaço”……alguém não percebe muito bem qual é o propósito de um restaurante.
Acho que devíamos apoiar mais os nossos empresários.
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Se olharmos para o outro lado do oceano, temos empresários a obrigar os trabalhadores a fazer as necessidades num balde ou numa garrafa de água, só para eles terem dinheiro para ir ao espaço. Ao espaço!
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Os nossos empresários apenas querem ter um BMW mais recente. Só isso. É um desejo perfeitamente aceitável – se eu fosse um empresário e tivesse um BMW com mais de 4 anos também ia sentir-me mal, porque ao preço a que eles estão até um dos meus funcionários poderia comprar um após alguns breves 20 anos de poupanças. Já imaginaram o mal-estar que isso não iria gerar, quando houvessem carros melhores no estacionamento da empresa do que aqueles que estavam no lugar reservado à administração?
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Parece-me que o jornal i apenas quis louvar o mui nobre sacrifício dos nossos empresários, que limitam os seus desejos para bem dos funcionários, de modo a que todos possam ter acesso ao salário mínimo e, quiçá, Netflix grátis. Quem não gostava de ter Netflix grátis? Eu gostava.
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Não sou um empresário mas, em nome deles… obrigado, i. Obrigado.
Ana Jacinto –
Secretária-geral na AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal.
Árbitra de Parte Empregadora do Conselho Económico e Social.
Prática forense, essencialmente, em Direito Laboral, Comercial e Civil.
Licenciada em Direito, na vertente Jurídico-Económicas na Universidade Autónoma de Lisboa, possui um Master em Gestão de Empresas, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.
Curiosamente o único trabalho que teve até hoje foi na AHRESP onde entrou com 21 anos como jurista…
Impressão minha ou nas últimas semanas este tema está a ser mais explorado como se a culpa fosse dos portugueses? Estranha a maneira como enquadram estas notícias, só realça o lado do empregador, quando quem tem mais a dizer na questão é o empregado…
Ou baixam o número de horas para 8 horas e aumentam o ordenado para 900 LIMPOS (não é 8 no contrato e depois fazer 14, são 8 horas de trabalho reais), ou então mantêm as 12, 13, 14 horas mas pagam as horas extra ou aumentam o ordenado para os 1500€ LIMPOS.
Só com uma destas condições é que voltava para a restauração…
“Temos uma imensa dificuldade em pagar um salário digno a pessoas que queiram trabalhar”
Paguem melhor e vão ver os candidatos a aparecer que nem cogumelos.
Gosto da parte em que compara um trabalhador da restauração com uma hospedeira de bordo.
Mas esquece-se de comparar os salários.
*para explorar.
Paguem
O meu primeiro trabalho foi no McDonald´s.
Uma colega escorregou no restaurante, caiu e bateu com a cabeça num canto qualquer. Sangue por todo o lado, parecia um filme do Tarantino. O gerente? Ficou porque “o turno tinha de continuar!” A minha colega foi sozinha para o hospital meio consciente.
​
Uma pessoa só tem de querer e consegue, não é?!
Eles que se desmerdem.
“Eu quero pagar o salário mínimo e poder despedir o pessoal quando o verão acaba mas por alguma razão que se me escapa ninguém aceita isso”
A Ana devia fumar menos jardas.
Se ainda houvesse alguma coisa que incentivasse as pessoas a trabalhar nessa área…mas não me lembro de nada…
Sempre que vejo uma manchete destas pergunto-me se de alguma forma o jornal é “reembolsado” por publicar algo tão tendencioso, e se sim, isso não viola princípios da profissão ou até alguma lei. De uma forma ou de outra entristece-me a forma como o jornalismo é praticado de uma forma tão opinionada hoje em dia.
Titulo alternativo:
Queremos que as novas gerações nos sirvam a preços low cost enquanto estamos cá
Ordenado mínimo por semanas de 40 horas a recibos verdes em clima de stress e pressão com chefias que frequentemente são inqualificadas, irresponsáveis e infantis realmente não é uma proposta atrativa…
Nojo de capa
Outra vez esta história?
Comecem (entre outras coisas) a pagar salários de jeito e abandonem a ideia que salário mínimo é a regra e não a excepção e verão que aparecem funcionários.
Irra que já mete nojo esta choradeira destes pseudo-empresários da tanga!
Adoro ver o karma trabalhar. Não dão as minimas condições, o salário é vergonhoso para as horas de trabalho (que muitos dias passam bem das 8h), escrevemos as horas extras na folha para banco de horas, constantemente a pedirem que um colaborador faça o trabalho de 3 sem nunca mostrarem intenções de contratar mais uma pessoa que seja… Digam logo que querem escravos. Hotelaria e restauração é provavelmente o setor mais lucrativo deste país e o que menos condições de trabalho fornece.
Sou licenciada em Turismo e não trabalho na área exatamente por causa disto tudo. Estive a trabalhar num hotel e fui a várias entrevistas para outros empreendimentos, é tudo a mesma coisa… Então se forem portugueses a gerir é pior ainda.
Quem não sabe o que é trabalhar na restauração eu demonstrou.
Restaurante
Entras as 10/11h serves o almoço. Sais as 15/16 voltas as 18/19. Serves o jantar sais as 23/24. Este horário pelo menos 6 dias por semana. A folga costuma ser a uma segunda ou terça. Por norma não se tira férias no verão porque é o período alto. Salário mínimo.
Cafés e pastelarias
Entras as 6 e sais as 20. Seis dias por semana ou 5 e meio com fins de semana a rodar. Não se para o dia todo e alem de tirar cafés finos e fazer torradas é preciso limpar e montar e depois esplanadas. Salário mínimo.
Casamentos ou eventos
Entra se as 7 sai se as 3/4 e por norma no dia seguinte volta se a entrar às 7. Já tive alturas em que não íamos a casa dormir e trabalhávamos 3 dias completamente seguidos. Obrigatoriedade de laço camisinha e sapatos de ir ao pito. Caminham se kilometros. Pés ficam literalmente em sangue. Servir convidados acartar mesas e cadeiras acartar toneladas de lixo no fim e limpeza geral da quinta e da cozinha. Trabalho a roçar a escravidão. +/- 100€ dia tudo ao negro.
Já perceberam porque é que é difícil arranjar gente.
“Temos de fazer com que os jovens queiram trabalhar neste setor”
Verdade. Nem toda a gente tem a oportunidade de aos 13 anos ir estudar para Inglaterra, licenciar-se numa privada e tirar mestrado noutra privada.
Adoro a pose Infante D. Henrique, a olhar para o infinito. Uma visionária, claramente, a quem nunca ensinaram que olhar para o sol faz mal à vista.
Trabalho nesta área e tenho a dizer que a AHRESP é uma grande filha da putice no que toca a CCT (Contratos Coletivos de Trabalho). Conseguem nexer naquilo de forma a contornar algumas leis do CT (Código do Trabalho) de maneira a beneficiar o patrão e a lixar a vida ao empregado.
Por exemplo, na hotelaria e restauração só contam horas noturnas da 01h às 07h. Entre outras tantas coisas que metem nojo.
Destaco dois pontos nesta imagem:
1. A pose de Nossa Senhora de Fátima a ver Jesus Cristo a descer aos céus
2. “O serviço é estrondoso”. Não dão bons ordenados, mas ao menos os jovens podem servir as pessoas estrondosamente.