Eu não vivo em França mas vou para a tuga este Verão gastar 3’000€ (como sempre) em bebida, piteu e hôteis por isso… em principio é para contribuir com 3 salàrios de people a trabalhar.
Penso que maior parte de os “avecs” não vão gastar essa quantia mas sempre vão meter dinheiro ai na tuga que bem precisa.
Ao fundo de uma rua estreita há uma micro rotunda. Ao ir na direcção da mesma, vejo uma carrinha a contornar a rotunda corretamente e eis senão quando um BMW de matrícula francesa faz a rotunda pela esquerda, ultrapassando assim a carrinha. Vem na minha direcção, faço sinais de luzes e peço que pare. Digo, com cara de anjo confundido: “Talvez não se tenha apercebido que fez a rotunda em sentido contrário”. Ao que o condutor, cerca de 50 anos, nariz bem encarnado e braço bronzeado até ao bicep, responde “Eu sei. Acontece”, e segue.
Foi ontem e marcou para mim o início da silly season nas estradas do Minho.
É esta a minha opinião dos avecs.
A minha opinião é quanto aos avecs é a seguinte:
Bem-vindos de volta a Portugal. É perfeitamente compreensível que tenham emigrado, especialmente nos últimos tempos, à procura de melhor qualidade de vida para vós e para os vossos. Espero que tenham encontrado sucesso e imenso dinheiro. Que o gastem com todo o gosto aqui no nosso país.
Mas, por amor de deus, se são portugueses e sabem falar português, falem português.
Tenho familiares que emigraram para o Luxemburgo e no pouco tempo que vêm a Portugal no Verão, não dizem uma única palavra de francês/luxemburguês.
Mas se eu for à praia, é Jean-Philippe isto e Sophia aquilo. Putain aqui e merde acolá.
Não caralho. É João Filipe isto e Sofia aquilo. Puta aqui e merda acolá!
Já sabemos que são fluentes em francês, dá para ver pelo símbolo da FPF no vosso carro. Não precisam de mostrar que sabem.
Em Portugal, falem português caralho!
Saudades.
Saudades dos verões cheios de verdadeiros “avecs”.
Agora a maioria é já pessoal que nasceu por lá, e já não vem cá passar as férias como antigamente.
Ainda há mais movimento nas aldeias a partir “do 15 de Julho”, mas já não é o mesmo.
Duas palavras: Interior Português. Um avec não é um turista. É um retornado. Não vai para hotéis 5 estrelas em Lisboa, vai para a aldeia onde viveu a avó e onde deixou os pais, com a ideia de construir uma casa. Neste momento estão vários na “praia fluvial” de Constância, com caravanas. Eu também nunca vi uma mulher a fazer xixi de pé. Mas elas existem.
Um avec não é algo que tu notes à vista, precisas de falar com a pessoa alguns minutos, seguir uma determinada linha de raciocínio e conversa. Porque “ser avec” é acima de tudo mentalidade. Há detalhes que saltam à vista mas precisas de os meter a falar. Uma das coisas que os fazem notar, por exemplo, é aquele constante sentimento de superioridade de falarem português, mas teimam em falar francês uns com os outros só para mostrar “aos da terra” o quão linguísticos são ou aquela panca estranha com os autocolantes da Federação Portuguesa de Futebol. Há quem diga que outro exemplo é aquela mentalidade de que são demasiado bons para lavar escadas em Portugal, mas depois vão lavar escadas para Lyon.
As opiniões divergem, provavelmente. Pessoalmente, penso que os avecs são apenas azeiteiros. A gente só lhes dá um nome diferente porque em vez de serem “azeite”, são “huile d’olive”. Um avec a gabar-se do carro não é diferente do mitra da terra a gabar-se do “seat do aço”. A árvore é a mesma. A frutinha também.
Mas nota que nem todos os tugas que voltam podem (devem?) ser considerados avecs. Um avec deve dar aquele sentimento de vergonha alheia para ter um selo de qualidade “AVEC”. Nem todos dão. Tens muitos emigrantes perfeitamente normais.
Se leste até aqui comeste a pasta todinha.
Emigrante > “expats” > avecs.
Há uns anos estava uma mulher a falar com português correcto ao telemóvel à frente de uma loja.
Eu entro e trato das minhas coisas. Ela entra e começa a falar francês para as empregadas, de nariz empinado. A empregada vira-se e diz “estamos em Portugal, falamos português”. Repentinamente a mulher voltou a lembrar-se como falar português.
Avec são o lixo vocal dos emigrantes, que retiram todo o respeito de quem emigra.
Façam só uma coisa, não confundam os pedais do automóvel, o que está mais a direta é o acelerador, o do meio é para travar!
E não, nenhum português tem inveja de vocês, estamos é fartos do vosso azeite.
Por acaso penso serem uma espécie em extinção. De ano para ano noto cada vez menos.
Pior que os avecs, são os que emigraram para os States… esses são bem piores.
O que tenho reparado é que os carros de matrícula francesa que se vêem cá estão notoriamente piores. Outro dia até um Fiat Punto vi…
Eu pensava que o “avec” se referia a turistas franceses, não obrigatoriamente emigrantes portugueses em França? [https://pt.wiktionary.org/wiki/avec](https://pt.wiktionary.org/wiki/avec)
Só gostava que cada jovem português com mais de 27 anos e a morar em casa dos pais pudesse habitar numa casa de avecs, daquelas que passam o ano fechadas para serem habitadas uma mês a cada 2 anos.
Nasci e vivo na Suiça, vou de férias a Portugal uma ou duas vezes por ano. E sinceramente, se não fosse pelos meus pais viverem em Portugal, não lá voltaria.
Todos os anos vêem com esta treta dos avecs, avecs isto avecs aquilo. É verdade que a maior parte dos avecs são uns azeiteiros de primeira, mas continuam a ser portugueses. A maior parte das pessoas em Portugal são azeiteiras. Quer queiram, quer não.
Saíam de Portugal e viajem, vejam com os próprios olhos o que Portugal realmente é. Um paraíso a beira-mar cheio de bimbos e entregue a ladrões.
Os verdadeiro azeiteiros são vocês. Os avecs são tal qual a maior parte de vocês. A vossa realidade é tão limitada que acham que azeiteiros que vivem em França, são piores que vocês, quando na verdade isso é apenas inveja ou complexo de superioridade vossa. Vocês são todos iguais praticamente. É raro encontrar um português quando aí vou de férias com classe, com educação, com respeito.
Maior parte de vocês são uns bimbos.
Tens de evidenciar a marca do veículo 🙂
Tanto reclamei dos avecs que deixaram de vir. Tenho saudades, até mesmo da arrogância.
O Avec é um segmento específico da emigração portuguesa definido num momento economico-social do nosso país em que emigraram pessoas com falta de aproveitamento escolar, pouca ou nenhuma formação profissional, de escalão social muito baixo e de regiões do país já de si… Atrasadas. A emigração com um nível social e de formação mais elevada não é tão assinalável, devido ao número mais reduzido e à sobriedade social com que se apresentam.
Opa que venha a minha priminha da França
Odeio.
Não venham criticar Portugal se não vivem cá. “Ai sabe é que na França…”. Azarinho. É o que é.
Puta que os pariu a todos. Metem nojo
Gosto especialmente das ‘primas da França’
Não tenho tios nem primos avecs, portanto a única opinião que tenho deles é como clientes quando eu trabalhava na área de restauração. Muitos deles eram clientes chatos e difíceis, e tinham muito a mania de falar francês comigo (algo que muitos franceses fazem).
Não estacionem no passeio e na passadeira e não passem música na praia e ninguém se magoa.
o pah sao pessoas como qualquer outras. nasceram entre 2 paises duas culturas. nao vejo mal nenhum. gente boa e gente más há em todo o lado. acho que falta que o pessoal os conheça melhor e se calhar descontruir pre conceitos.
Só atraves da experiencia real de conhecer-mos o outro é que podemos falar. Nao é de uma experiencia má ou de uma experiencia boa que se vai tirar grandes conclusoes. É preciso convivier constantemente. Acho que é facil gozar com os avecs, sim, facil e dado ajajajja mas no fundo sao humanos que nasceram num pais enorme com uma cultura forte e desde pequenos lhes foi incutido a raiz de portugal. Naturalmente tem mais poder de compra, tem as maneiras de frança, é normal que destoem e pareçam uns parolos a ir de fixes mas sinceramente, quem ve caras nao ve coracoes, e mais uma vez, sao humanos como nós acreditem. Só que estao de ferias fora do habitat normal deles.
Comparem-se com um africano, com um americano (do norte ou sul), ou entao com um asiatico e vejam diferenças culturais a sério. E mesmo assim, no final da história sao todos humanos com sonhos e medos, emocoes e historias de vida. Há que pôr em escala se queremos compreender melhor o fenomeno e há que ser curisoso para querer compreender aquilo que nao está na nossa zona de conforto.
é o tipico tuguinha chico esperto multiplicado por 1000… é tudo à grande, é tudo deles
Um Avec não é francês em França, nem é português em Portugal, daí a frustração deles.
Tradução para os ditos cujos: Avecs, ils ne sont pas français en France, ils ne sont pas portugais au Portugal.
Fixe ver a minha arte por aqui. Mas podia pelo menos ter deixado a assinatura no desenho ao invés de corta-lá. Isso ajuda a divulgar o meu trabalho.
Aqueles a que chamam “avecs” são os emigrantes ou os seus descendentes, que regressam a Portugal para passar as férias nas terras de origem com as quais ainda se sentem minimamente identificados ou pelo menos nutrem algum afecto. Trazem movimento, enchem as festas das aldeias e vilas. Mau será quando deixarem de o fazer e preferirem a costa de Espanha.
Vamos a caminho.
Que venham de carteira cheia, dispostos a gastar cá dentro.
Prefiro de longe avecs a expats.
Avecs são os nossos melhores turistas. Dinamizam zonas mais pobres com dinheiro e bazam passado um mês.
La vem os meus amigos de infância para Portugal embebedarem-se todos os dias e falarem em Francês entre eles em vez de português! Devem achar que da status…
Ou as vezes apenas a falarem português com os desconhecidos , mas tem de por algumas palavras em francês no meio! Para sabermos que são imigrantes
Esqueci me tb desta:
Usarem o símbolo da federação português a de futebol e acham que estão a usar o brasão de Portugal!
Meu querido, mês de Agosto…
Gosto particularmente dos autocolantes com o símbolo da federação 🙂
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Eu não vivo em França mas vou para a tuga este Verão gastar 3’000€ (como sempre) em bebida, piteu e hôteis por isso… em principio é para contribuir com 3 salàrios de people a trabalhar.
Penso que maior parte de os “avecs” não vão gastar essa quantia mas sempre vão meter dinheiro ai na tuga que bem precisa.
Ao fundo de uma rua estreita há uma micro rotunda. Ao ir na direcção da mesma, vejo uma carrinha a contornar a rotunda corretamente e eis senão quando um BMW de matrícula francesa faz a rotunda pela esquerda, ultrapassando assim a carrinha. Vem na minha direcção, faço sinais de luzes e peço que pare. Digo, com cara de anjo confundido: “Talvez não se tenha apercebido que fez a rotunda em sentido contrário”. Ao que o condutor, cerca de 50 anos, nariz bem encarnado e braço bronzeado até ao bicep, responde “Eu sei. Acontece”, e segue.
Foi ontem e marcou para mim o início da silly season nas estradas do Minho.
É esta a minha opinião dos avecs.
A minha opinião é quanto aos avecs é a seguinte:
Bem-vindos de volta a Portugal. É perfeitamente compreensível que tenham emigrado, especialmente nos últimos tempos, à procura de melhor qualidade de vida para vós e para os vossos. Espero que tenham encontrado sucesso e imenso dinheiro. Que o gastem com todo o gosto aqui no nosso país.
Mas, por amor de deus, se são portugueses e sabem falar português, falem português.
Tenho familiares que emigraram para o Luxemburgo e no pouco tempo que vêm a Portugal no Verão, não dizem uma única palavra de francês/luxemburguês.
Mas se eu for à praia, é Jean-Philippe isto e Sophia aquilo. Putain aqui e merde acolá.
Não caralho. É João Filipe isto e Sofia aquilo. Puta aqui e merda acolá!
Já sabemos que são fluentes em francês, dá para ver pelo símbolo da FPF no vosso carro. Não precisam de mostrar que sabem.
Em Portugal, falem português caralho!
Saudades.
Saudades dos verões cheios de verdadeiros “avecs”.
Agora a maioria é já pessoal que nasceu por lá, e já não vem cá passar as férias como antigamente.
Ainda há mais movimento nas aldeias a partir “do 15 de Julho”, mas já não é o mesmo.
Duas palavras: Interior Português. Um avec não é um turista. É um retornado. Não vai para hotéis 5 estrelas em Lisboa, vai para a aldeia onde viveu a avó e onde deixou os pais, com a ideia de construir uma casa. Neste momento estão vários na “praia fluvial” de Constância, com caravanas. Eu também nunca vi uma mulher a fazer xixi de pé. Mas elas existem.
Um avec não é algo que tu notes à vista, precisas de falar com a pessoa alguns minutos, seguir uma determinada linha de raciocínio e conversa. Porque “ser avec” é acima de tudo mentalidade. Há detalhes que saltam à vista mas precisas de os meter a falar. Uma das coisas que os fazem notar, por exemplo, é aquele constante sentimento de superioridade de falarem português, mas teimam em falar francês uns com os outros só para mostrar “aos da terra” o quão linguísticos são ou aquela panca estranha com os autocolantes da Federação Portuguesa de Futebol. Há quem diga que outro exemplo é aquela mentalidade de que são demasiado bons para lavar escadas em Portugal, mas depois vão lavar escadas para Lyon.
As opiniões divergem, provavelmente. Pessoalmente, penso que os avecs são apenas azeiteiros. A gente só lhes dá um nome diferente porque em vez de serem “azeite”, são “huile d’olive”. Um avec a gabar-se do carro não é diferente do mitra da terra a gabar-se do “seat do aço”. A árvore é a mesma. A frutinha também.
Mas nota que nem todos os tugas que voltam podem (devem?) ser considerados avecs. Um avec deve dar aquele sentimento de vergonha alheia para ter um selo de qualidade “AVEC”. Nem todos dão. Tens muitos emigrantes perfeitamente normais.
Se leste até aqui comeste a pasta todinha.
Emigrante > “expats” > avecs.
Há uns anos estava uma mulher a falar com português correcto ao telemóvel à frente de uma loja.
Eu entro e trato das minhas coisas. Ela entra e começa a falar francês para as empregadas, de nariz empinado. A empregada vira-se e diz “estamos em Portugal, falamos português”. Repentinamente a mulher voltou a lembrar-se como falar português.
Avec são o lixo vocal dos emigrantes, que retiram todo o respeito de quem emigra.
Façam só uma coisa, não confundam os pedais do automóvel, o que está mais a direta é o acelerador, o do meio é para travar!
E não, nenhum português tem inveja de vocês, estamos é fartos do vosso azeite.
Por acaso penso serem uma espécie em extinção. De ano para ano noto cada vez menos.
Pior que os avecs, são os que emigraram para os States… esses são bem piores.
O que tenho reparado é que os carros de matrícula francesa que se vêem cá estão notoriamente piores. Outro dia até um Fiat Punto vi…
Eu pensava que o “avec” se referia a turistas franceses, não obrigatoriamente emigrantes portugueses em França? [https://pt.wiktionary.org/wiki/avec](https://pt.wiktionary.org/wiki/avec)
Assim como “bife” para os britânicos, e não emigrantes portugueses no Reino Unido. [https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/bifa/33935](https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/bifa/33935)
Só gostava que cada jovem português com mais de 27 anos e a morar em casa dos pais pudesse habitar numa casa de avecs, daquelas que passam o ano fechadas para serem habitadas uma mês a cada 2 anos.
Nasci e vivo na Suiça, vou de férias a Portugal uma ou duas vezes por ano. E sinceramente, se não fosse pelos meus pais viverem em Portugal, não lá voltaria.
Todos os anos vêem com esta treta dos avecs, avecs isto avecs aquilo. É verdade que a maior parte dos avecs são uns azeiteiros de primeira, mas continuam a ser portugueses. A maior parte das pessoas em Portugal são azeiteiras. Quer queiram, quer não.
Saíam de Portugal e viajem, vejam com os próprios olhos o que Portugal realmente é. Um paraíso a beira-mar cheio de bimbos e entregue a ladrões.
Os verdadeiro azeiteiros são vocês. Os avecs são tal qual a maior parte de vocês. A vossa realidade é tão limitada que acham que azeiteiros que vivem em França, são piores que vocês, quando na verdade isso é apenas inveja ou complexo de superioridade vossa. Vocês são todos iguais praticamente. É raro encontrar um português quando aí vou de férias com classe, com educação, com respeito.
Maior parte de vocês são uns bimbos.
Tens de evidenciar a marca do veículo 🙂
Tanto reclamei dos avecs que deixaram de vir. Tenho saudades, até mesmo da arrogância.
O Avec é um segmento específico da emigração portuguesa definido num momento economico-social do nosso país em que emigraram pessoas com falta de aproveitamento escolar, pouca ou nenhuma formação profissional, de escalão social muito baixo e de regiões do país já de si… Atrasadas. A emigração com um nível social e de formação mais elevada não é tão assinalável, devido ao número mais reduzido e à sobriedade social com que se apresentam.
Opa que venha a minha priminha da França
Odeio.
Não venham criticar Portugal se não vivem cá. “Ai sabe é que na França…”. Azarinho. É o que é.
Puta que os pariu a todos. Metem nojo
Gosto especialmente das ‘primas da França’
Não tenho tios nem primos avecs, portanto a única opinião que tenho deles é como clientes quando eu trabalhava na área de restauração. Muitos deles eram clientes chatos e difíceis, e tinham muito a mania de falar francês comigo (algo que muitos franceses fazem).
Não estacionem no passeio e na passadeira e não passem música na praia e ninguém se magoa.
o pah sao pessoas como qualquer outras. nasceram entre 2 paises duas culturas. nao vejo mal nenhum. gente boa e gente más há em todo o lado. acho que falta que o pessoal os conheça melhor e se calhar descontruir pre conceitos.
Só atraves da experiencia real de conhecer-mos o outro é que podemos falar. Nao é de uma experiencia má ou de uma experiencia boa que se vai tirar grandes conclusoes. É preciso convivier constantemente. Acho que é facil gozar com os avecs, sim, facil e dado ajajajja mas no fundo sao humanos que nasceram num pais enorme com uma cultura forte e desde pequenos lhes foi incutido a raiz de portugal. Naturalmente tem mais poder de compra, tem as maneiras de frança, é normal que destoem e pareçam uns parolos a ir de fixes mas sinceramente, quem ve caras nao ve coracoes, e mais uma vez, sao humanos como nós acreditem. Só que estao de ferias fora do habitat normal deles.
Comparem-se com um africano, com um americano (do norte ou sul), ou entao com um asiatico e vejam diferenças culturais a sério. E mesmo assim, no final da história sao todos humanos com sonhos e medos, emocoes e historias de vida. Há que pôr em escala se queremos compreender melhor o fenomeno e há que ser curisoso para querer compreender aquilo que nao está na nossa zona de conforto.
é o tipico tuguinha chico esperto multiplicado por 1000… é tudo à grande, é tudo deles
Um Avec não é francês em França, nem é português em Portugal, daí a frustração deles.
Tradução para os ditos cujos: Avecs, ils ne sont pas français en France, ils ne sont pas portugais au Portugal.
Fixe ver a minha arte por aqui. Mas podia pelo menos ter deixado a assinatura no desenho ao invés de corta-lá. Isso ajuda a divulgar o meu trabalho.
Aqueles a que chamam “avecs” são os emigrantes ou os seus descendentes, que regressam a Portugal para passar as férias nas terras de origem com as quais ainda se sentem minimamente identificados ou pelo menos nutrem algum afecto. Trazem movimento, enchem as festas das aldeias e vilas. Mau será quando deixarem de o fazer e preferirem a costa de Espanha.
Vamos a caminho.
Que venham de carteira cheia, dispostos a gastar cá dentro.
Prefiro de longe avecs a expats.
Avecs são os nossos melhores turistas. Dinamizam zonas mais pobres com dinheiro e bazam passado um mês.
La vem os meus amigos de infância para Portugal embebedarem-se todos os dias e falarem em Francês entre eles em vez de português! Devem achar que da status…
Ou as vezes apenas a falarem português com os desconhecidos , mas tem de por algumas palavras em francês no meio! Para sabermos que são imigrantes
Esqueci me tb desta:
Usarem o símbolo da federação português a de futebol e acham que estão a usar o brasão de Portugal!
Meu querido, mês de Agosto…
Gosto particularmente dos autocolantes com o símbolo da federação 🙂