>Iggy Azalea, Melanie C (ex-Spice Girls), Ludmilla e Blaya são alguns dos nomes confirmados esta tarde para a primeira edição do LGBT+ Music Festival, que se realiza na Alfândega do Porto nos dias 1, 2 e 3 de julho.
De relembrar que o promotor deste festival parece ser o mesmo do somni que declarou recentemente insolvência, depois de declarações deste género
> Promotor do Somnii diz que Figueira da Foz poderá ser a Cannes ou Ibiza nacional
>Começando por analisar o site da promotora do evento, a Apollon Group foi registado em outubro de 2021 (…) Não encontramos nenhum registo da empresa no Portal da Justiça. Por último, a empresa que se encontra por detrás do Festival, a Galaxydelirium, foi criada apenas em setembro de 2021, por apenas uma pessoa, e com uma entrada monetária de apenas 500 € [Racius].
>Curiosamente, no site da LGBT+ Music Festival lemos nos termos e condições “Welcome to tracemadeinafrica.com which is operated by Galaxydelirium, Lda.” ou “Bem-vindo à tracemadeinafrica.com que é uma empresa operada pela Galaxydelirium, Lda.”. Agora, o estranho é que ao aceder ao site tracemadeinafrica.com este é um site de outro festival com o nome de TRACE Made in Africa e que acontece entre os dias 24 e 26 de junho, também no Porto.
>Dos 17 artistas confirmados para o festival apenas encontramos 5 artistas que mencionam que vão estar presentes no festival. Desses 5, 3 mencionam que vão estar presentes na Alfândega do Porto e não o Festival em si, o que acaba por não ser vulgar. Gloria Groove vai de facto estar em Portugal dia 2 de julho de 2022, no entanto, seria para um concerto em Lisboa às 22h00. Eis que no mesmo dia, a artista também estará no LGBT+ Music Festival no Porto.
Pelo que se percebe, não é a primeira vez que esta empresa (alegadamente) faz isto e eu lembro-me que há uns tempos atrás, havia gente aqui no sub a criar posts sobre devoluções de dinheiro do outro festival deles que não sei se realmente chegou a acontecer ou não.
Outra coisa que acho interessante é que já são dois tópicos que vejo a falar disto e são corridos a downvotes rapidamente. Há aqui alguma tentativa de esconder esta situação ou é um mero acaso? Abrimos mais uns quantos posts sobre o assunto para ver o que acontece? 👀
Nada de novo. Festivais LGBT sempre existiram, só que é novidade aqui em Portugal.
Como lésbica residente do sub espero que chutem este festival daqui para fora o mais rápido possível. É uma capitalização nojenta de algo que é um protesto.
5 comments
https://amp.expresso.pt/blitz/2022-02-01-lgbt–music-festival-no-porto-em-julho.-com-iggy-azalea-melanie-c-ludmilla-e-outros
>Iggy Azalea, Melanie C (ex-Spice Girls), Ludmilla e Blaya são alguns dos nomes confirmados esta tarde para a primeira edição do LGBT+ Music Festival, que se realiza na Alfândega do Porto nos dias 1, 2 e 3 de julho.
De relembrar que o promotor deste festival parece ser o mesmo do somni que declarou recentemente insolvência, depois de declarações deste género
> Promotor do Somnii diz que Figueira da Foz poderá ser a Cannes ou Ibiza nacional
https://www.dn.pt/lusa/promotor-do-somnii-diz-que-figueira-da-foz-podera-ser-a-cannes-ou-ibiza-nacional-11045228.html
A luta pela inclusão sublinhando a diferença.
Vamos ver é se [**vai acontecer sequer**](https://www.unimado.pt/atualidade/podera-ser-o-lgbt-music-festival-o-fyre-festival-portugues-fake), quanto mais acontecer como prometia..
>Começando por analisar o site da promotora do evento, a Apollon Group foi registado em outubro de 2021 (…) Não encontramos nenhum registo da empresa no Portal da Justiça. Por último, a empresa que se encontra por detrás do Festival, a Galaxydelirium, foi criada apenas em setembro de 2021, por apenas uma pessoa, e com uma entrada monetária de apenas 500 € [Racius].
>Curiosamente, no site da LGBT+ Music Festival lemos nos termos e condições “Welcome to tracemadeinafrica.com which is operated by Galaxydelirium, Lda.” ou “Bem-vindo à tracemadeinafrica.com que é uma empresa operada pela Galaxydelirium, Lda.”. Agora, o estranho é que ao aceder ao site tracemadeinafrica.com este é um site de outro festival com o nome de TRACE Made in Africa e que acontece entre os dias 24 e 26 de junho, também no Porto.
>Dos 17 artistas confirmados para o festival apenas encontramos 5 artistas que mencionam que vão estar presentes no festival. Desses 5, 3 mencionam que vão estar presentes na Alfândega do Porto e não o Festival em si, o que acaba por não ser vulgar. Gloria Groove vai de facto estar em Portugal dia 2 de julho de 2022, no entanto, seria para um concerto em Lisboa às 22h00. Eis que no mesmo dia, a artista também estará no LGBT+ Music Festival no Porto.
Pelo que se percebe, não é a primeira vez que esta empresa (alegadamente) faz isto e eu lembro-me que há uns tempos atrás, havia gente aqui no sub a criar posts sobre devoluções de dinheiro do outro festival deles que não sei se realmente chegou a acontecer ou não.
Outra coisa que acho interessante é que já são dois tópicos que vejo a falar disto e são corridos a downvotes rapidamente. Há aqui alguma tentativa de esconder esta situação ou é um mero acaso? Abrimos mais uns quantos posts sobre o assunto para ver o que acontece? 👀
Nada de novo. Festivais LGBT sempre existiram, só que é novidade aqui em Portugal.
Como lésbica residente do sub espero que chutem este festival daqui para fora o mais rápido possível. É uma capitalização nojenta de algo que é um protesto.