Urgências pediátricas do Centro Hospitalar do Algarve sem médicos durante vários dias

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  1. Turismo é um cancro. Afoga tudo o resto, causando que pessoas essenciais como médicos e professores não queiram ir para um sítio porque não encontram alojamento a preço razoável. E o turismo aumenta a procura destas coisas essenciais nestas alturas. E põe dinheiro nas mãos de alguns, que contam com mão de obra precária e barata.

  2. Sempre que se fala do Algarve a conversa vai para o turismo o que torna toda a discussão redutora. Não há médicos por diversos problemas mas as urgências do público estão fechadas e as do privado não – quem mora no Algarve sabe que pediatria é nas gambelas (privado) e não é por acaso.

    Por isso nem tudo é tão simples e literal – até pode haver médicos que simplesmente não aceitam trabalhar nas condições que o hospital tem porque não conseguem garantir o bom atendimento ao doente. Um bom serviço não se faz só de médicos – tem que haver meios para assistir as crianças em caso de urgência.

    Existe um abandono constante de todo o país e uma centralização de serviços e meios em Lisboa. E cada vez mais outras regiões começam a sentir o que o Algarve se queixa à anos! Perguntem a Beja, Évora, Coimbra e a lista continua…

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