Menos fogos, menos área ardida e menos mortos em 2021. “Para isto ser sustentável é preciso envolver os proprietários privados”

8 comments
  1. >As alterações introduzidas à gestão dos fogos, depois dos trágicos incêndios de 2017, começam a dar frutos, mas esta ainda se debate com problemas difíceis de solucionar. Nota-se uma mudança de comportamento das populações, sobretudo nos dias de maior risco, há mais trabalho feito na gestão das faixas de combustível, nas zonas mais vulneráveis, e a eficácia no combate ao fogo parece ter crescido.

  2. >começam a dar frutos

    Com anos em que não se podia sequer sair de casa mal estávamos se houvessem mais incêndios…. Dizer que isto foi resultado positivo só porque sim é no mínimo falacioso. Mas que mais esperar dos xuxialistas…

  3. Obviamente, menos gente na rua por causa do covid, menos fogos postos, vamos ver esse ano com tudo a solta se o sistema continua a “dar frutos”.

  4. Sinceramente, atribuir este fenómeno ao sistema é falacioso. O Verão de 2021 foi atípico a nível de temperaturas. Houve menos gente na rua devido à pandemia e a área ardida ou em recuperação de incêndios recentes em Portugal deve ser enorme a nível percentual e claro essa áreas já não vão arder ou pelo menos será mais fácil prevenir ou combater incêndios nessa áreas

  5. Terá sempre que haver fogo num ecossistema como o nosso. Especificamente fogo controlado. Um ano que não arde é um ano onde se acumula carga de combustível. Carga que tem que ser gerida. Potencialmente, a bomba relógio vai acumulando. O paradoxo do fogo.

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