>Instituto da Segurança Social deu indicações aos centros distritais de todo o país para reduzirem o número de beneficiários do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas de 120 para 90 mil
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>O Instituto da Segurança Social (ISS) deu indicações aos centros distritais de todo o país para reduzirem o número de beneficiários do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (POAPMC) de 120 para 90 mil.
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>De acordo com o Jornal de Notícias (JN) de hoje, o ISS deu indicações em 20 de maio aos diretores da Segurança Social de todo o país para informarem os técnicos que acompanham o POAPMC que têm de reduzir o número de beneficiários de 120 para 90 mil.
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>Questionado pelo jornal, o Governo confirmou que atualmente serão 110 mil as pessoas que cumprem os critérios e que o objetivo é continuar a reduzir.
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>Técnicos no terreno citados pelo jornal dizem ter pessoas em lista de espera e criticam a medida numa altura em que os preços aumentam e os cabazes têm cada vez menos produtos.
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>O oficio enviado pelo ISS às delegações regionais da Segurança Social, a que o JN teve acesso, invoca a “evolução favorável da situação epidemiológica no nosso país e a progressiva normalidade em geral” para que seja retomada a reavaliação trimestral dos destinatários do programa, com o objetivo de reduzir o número de beneficiários “até ao limiar de 90 mil”.
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>Contactado pelo JN, o Ministério da Segurança Social remeteu o pedido de informação para o ISS, que disse que vai ser mantido o apoio a todas as pessoas que cumpram os critérios definidos no âmbito do Programa.
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>A reavaliação trimestral tem por objetivo verificar se as pessoas abrangidas mantêm os requisitos, nomeadamente se se encontram em situação de desemprego.
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>O Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (POAPMC) foi criado em 2015 na União Europeia e pretende ser um instrumento de combate à pobreza e à exclusão sociais, atribuídas a causas estruturais, agravadas por fatores conjunturais.
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>As pessoas que se encontrem em situação de carência económica, pessoas sem-abrigo e na situação de indocumentadas podem ter acesso ao POAPMC, que é financiado pelo Fundo de Auxílio Europeu às Pessoas Mais carenciadas que em Portugal depende da Segurança Social.
Coitadas destas famílias. Se para muitos 50 euros pouca diferença faz, para muitos agregados familiares é a diferença entre poder comer ou ir para a cama de barriga vazia.
Viva ao PS! A culpa é do Passos e do Cavaco Silva , esses malvados sempre a castigar os mais pobres!
Mas ninguém faz nada acerca desse fdp do Passos Coelho que odeia os pobres e os velhinhos??????
De certeza não serão todos os casos fáceis de cortar apoios, mas há muitos que já deviam era ter sido cortados a muito.
Eu tenho um caso bem perto de mim, um casal jovem (ambos na casa dos 20), já com 3 filhos, apoios para tudo e mais alguma coisa, não estando casados ela deve estar como mãe solteira de 3 miúdos (não são casados), nenhum tem incapacidade que impossibilite trabalhar, mas nenhum trabalha, quando se mudaram para a casa onde estão actualmente o senhorio ainda arranjou emprego com um conhecido ao rapaz… Nem uma semana lá esteve. Não trabalham porque não querem, e porque as despesas devem-nas ter todas pagas pela SS, a renda por exemplo (e sei porque o senhorio é meu familiar) não sendo elevada, é puxava para um casal com 3 finhos pequenos que não trabalha, mas no entanto nunca atrasou um dia o pagamento (que não é feito por eles, muito provavelmente pagamos nos todos a renda deles).
Não me digam que neste caso não era justificado o corte dos apoios que recebem.
Mas bem, no meio disto os espertos são eles, não quem verga a mola todos os dias.
Não ha dinheiro para a TAP e para alimentar os pobres…. Ou um ou outro.
8 comments
>Instituto da Segurança Social deu indicações aos centros distritais de todo o país para reduzirem o número de beneficiários do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas de 120 para 90 mil
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>O Instituto da Segurança Social (ISS) deu indicações aos centros distritais de todo o país para reduzirem o número de beneficiários do Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (POAPMC) de 120 para 90 mil.
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>De acordo com o Jornal de Notícias (JN) de hoje, o ISS deu indicações em 20 de maio aos diretores da Segurança Social de todo o país para informarem os técnicos que acompanham o POAPMC que têm de reduzir o número de beneficiários de 120 para 90 mil.
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>Questionado pelo jornal, o Governo confirmou que atualmente serão 110 mil as pessoas que cumprem os critérios e que o objetivo é continuar a reduzir.
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>Técnicos no terreno citados pelo jornal dizem ter pessoas em lista de espera e criticam a medida numa altura em que os preços aumentam e os cabazes têm cada vez menos produtos.
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>O oficio enviado pelo ISS às delegações regionais da Segurança Social, a que o JN teve acesso, invoca a “evolução favorável da situação epidemiológica no nosso país e a progressiva normalidade em geral” para que seja retomada a reavaliação trimestral dos destinatários do programa, com o objetivo de reduzir o número de beneficiários “até ao limiar de 90 mil”.
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>Contactado pelo JN, o Ministério da Segurança Social remeteu o pedido de informação para o ISS, que disse que vai ser mantido o apoio a todas as pessoas que cumpram os critérios definidos no âmbito do Programa.
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>A reavaliação trimestral tem por objetivo verificar se as pessoas abrangidas mantêm os requisitos, nomeadamente se se encontram em situação de desemprego.
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>O Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas (POAPMC) foi criado em 2015 na União Europeia e pretende ser um instrumento de combate à pobreza e à exclusão sociais, atribuídas a causas estruturais, agravadas por fatores conjunturais.
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>As pessoas que se encontrem em situação de carência económica, pessoas sem-abrigo e na situação de indocumentadas podem ter acesso ao POAPMC, que é financiado pelo Fundo de Auxílio Europeu às Pessoas Mais carenciadas que em Portugal depende da Segurança Social.
Coitadas destas famílias. Se para muitos 50 euros pouca diferença faz, para muitos agregados familiares é a diferença entre poder comer ou ir para a cama de barriga vazia.
[https://jornaleconomico.pt/noticias/despesa-publica-ultrapassa-100-mil-milhoes-de-euros-pela-primeira-vez-891429](https://jornaleconomico.pt/noticias/despesa-publica-ultrapassa-100-mil-milhoes-de-euros-pela-primeira-vez-891429)
eheh, mas não para ti, mendigo
Nos próximos anos a obesidade vai baixar
Viva ao PS! A culpa é do Passos e do Cavaco Silva , esses malvados sempre a castigar os mais pobres!
Mas ninguém faz nada acerca desse fdp do Passos Coelho que odeia os pobres e os velhinhos??????
De certeza não serão todos os casos fáceis de cortar apoios, mas há muitos que já deviam era ter sido cortados a muito.
Eu tenho um caso bem perto de mim, um casal jovem (ambos na casa dos 20), já com 3 filhos, apoios para tudo e mais alguma coisa, não estando casados ela deve estar como mãe solteira de 3 miúdos (não são casados), nenhum tem incapacidade que impossibilite trabalhar, mas nenhum trabalha, quando se mudaram para a casa onde estão actualmente o senhorio ainda arranjou emprego com um conhecido ao rapaz… Nem uma semana lá esteve. Não trabalham porque não querem, e porque as despesas devem-nas ter todas pagas pela SS, a renda por exemplo (e sei porque o senhorio é meu familiar) não sendo elevada, é puxava para um casal com 3 finhos pequenos que não trabalha, mas no entanto nunca atrasou um dia o pagamento (que não é feito por eles, muito provavelmente pagamos nos todos a renda deles).
Não me digam que neste caso não era justificado o corte dos apoios que recebem.
Mas bem, no meio disto os espertos são eles, não quem verga a mola todos os dias.
Não ha dinheiro para a TAP e para alimentar os pobres…. Ou um ou outro.