Dono do Pingo Doce recusa taxa e deve 27 milhões ao Estado

16 comments
  1. fez queixa a bruxelas, pois é de sua conclusão que a taxa é anticonstitucional. aguarda-se o julgamento de bruxelas.

  2. Adoro como certas pessoas/instituições podem dar-se ao luxo de escolher não pagar impostos.

    Quando comprar um carro vou também recusar pagar o imposto sobre imposto que é ilegal.

    E vou esperar que corrijam.

  3. O estado que retire a licença de funcionamento aos supermercados do Pingo Doce que o dinheiro aparece logo.

  4. Sonae (Continente) – Lucros de 268M€ em 2021 (+45%)

    Jerónimo Martins (Pingo Doce) – Lucros de 463M€ em 2021 (+48%)

    Valor da taxa a pagar = 27M€ cada por 10 anos que corresponde a média de 2,7M€ anuais

    ​

    Não conseguem pagar. Iriam à falência. Também têm de pagar as multas constantes da autoridade da concorrência. Assim não dá com tanta taxinha /s

  5. “Apresentando sistematicamente recurso, o qual tem efeito suspensivo, pelo que não é possível a aplicação de coima”.
    Rumo aos 1000M de dívida

  6. É bom ter bons advogados. Se a decisão de Bruxelas não for favorável ao grupo que gere o Pingo Doce, pelo menos só em juros de não pagar imposto durante 10 anos já compensou. Se lhes for favorável, nenhuma empresa (Sonae, etc.) Vai continuar a pagar e ainda vão exigir a restituição desses impostos pagos indevidamente.

  7. Parece que são todos contra essa taxa mas apenas estes tiveram os tomates de levar o caso a Bruxelas. Veremos os resultados.

  8. Maninhos parem de fazer compras no pingo doce. Pra mandar dinheiro para o exterior do país mais vale comprar no Lidl. E as coisas até são mais baratas e de melhor qualidade.

  9. Não se esqueçam que o grupo JM é tão patriota que não paga impostos e tem a sua sede fiscal na Holanda.

  10. Oh não, os liberais voltaram a esquecer-se dos princípios do liberalismo, já é a 3939ª vez esta semana… Imaginem não perceber a lógica de um imposto extra sobre uma cadeia de supermercados que com a economia de escala consegue centrar lucros e destruir os pequenos e médios comerciantes, prevenindo o desenvolvimento de concorrentes e empobrecer a classe média. Mas se imposto é roubo e é tudo inveja do sucesso alheio (conseguido com a grande inovação que é ter capital para abrir lojas) então eles que também não usem as estradas públicas, podem bem teletransportar os produtos para dentro do seu feudo, perdão, da sua propriedade privada, pagar aos seus trabalhadores os serviços e subsídios dados pelo estado e ir arranjar clientes ao meio da selva, e se quiserem polícia e leis para não lhes roubarem as prateleiras também podem desenrascar-se sozinhos

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