Má gestão do litoral nomeadamente na questão dos sedimentos devido aos pontões, marinas, quebra mares que foram criados ao longo de toda a costa. Tudo foi feito sem estudos de impacto e sem olhar às consequências a jusante.
Os municipios andaram a plantar pontões e quebra mares sem se preocuparem qual o impacto na vizinhança.
E antes que venham com a K7, não tem a ver com as alterações climáticas. É algo conhecido e avisado pela comunidade cientifica à varios anos e existem dezenas de reportagens sobre o assunto.
Por exemplo as dragagens efectuadas no Tejo na zona do Bugio e Cova do Vapor fizeram com que a Costa da Caparica perca regularmente as areias durante o inverno, fazendo com que elas tenham de ser repostas artificialmente antes da epoca balnear.
​
2 milhões é rigosamente nada…. 1 milhão de € custou a dragagem da Lagoa de Óbidos (já foram feitas 2 devido ao assoreamento)
100.000€ custou a abertura da Lagoa de albufeira (remoção cerca de um canal de 200 metros x 20 metros de areia)
2M?! Que riso
Deitar dinheiro ao mar… As dinâmicas erosionais costeiras estão extremamente bem estudadas nesta zona. O problema, como quase sempre, tem a ver com as construções na costa, nomeadamente os pontões, associados ao bloqueio de sedimentos nos grandes rios do norte provocados pelas barragens.
Também como quase sempre, a ciência explica bem estes processos. Vejam os relatórios da GEGOT e os trabalhos do departamento de geografia da FLUP e Uminho.
Isto é deitar dinheiro fora para ganhar uns metros de areia para autarcas satisfazerem a população e os concessionários das praias durante uns meses. Depois o mar leva tudo outra vez.
E se o mar prometer investir meio milhão em imobiliário?
Tanga tanga e mais tanga.
Mais a sul, em concreto Tróia, aprova-se projetos imobiliários na duna de praia que enquanto elemento geomorfológico é um bom adversário contra o avanço do mar.
Este país é um circo, tenho pena q esses filhos da puta não sejam apertados à grande.
6 comments
Amendoins para tapar o sol com a peneira.
Má gestão do litoral nomeadamente na questão dos sedimentos devido aos pontões, marinas, quebra mares que foram criados ao longo de toda a costa. Tudo foi feito sem estudos de impacto e sem olhar às consequências a jusante.
Os municipios andaram a plantar pontões e quebra mares sem se preocuparem qual o impacto na vizinhança.
E antes que venham com a K7, não tem a ver com as alterações climáticas. É algo conhecido e avisado pela comunidade cientifica à varios anos e existem dezenas de reportagens sobre o assunto.
Por exemplo as dragagens efectuadas no Tejo na zona do Bugio e Cova do Vapor fizeram com que a Costa da Caparica perca regularmente as areias durante o inverno, fazendo com que elas tenham de ser repostas artificialmente antes da epoca balnear.
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2 milhões é rigosamente nada…. 1 milhão de € custou a dragagem da Lagoa de Óbidos (já foram feitas 2 devido ao assoreamento)
100.000€ custou a abertura da Lagoa de albufeira (remoção cerca de um canal de 200 metros x 20 metros de areia)
2M?! Que riso
Deitar dinheiro ao mar… As dinâmicas erosionais costeiras estão extremamente bem estudadas nesta zona. O problema, como quase sempre, tem a ver com as construções na costa, nomeadamente os pontões, associados ao bloqueio de sedimentos nos grandes rios do norte provocados pelas barragens.
Também como quase sempre, a ciência explica bem estes processos. Vejam os relatórios da GEGOT e os trabalhos do departamento de geografia da FLUP e Uminho.
Isto é deitar dinheiro fora para ganhar uns metros de areia para autarcas satisfazerem a população e os concessionários das praias durante uns meses. Depois o mar leva tudo outra vez.
E se o mar prometer investir meio milhão em imobiliário?
Tanga tanga e mais tanga.
Mais a sul, em concreto Tróia, aprova-se projetos imobiliários na duna de praia que enquanto elemento geomorfológico é um bom adversário contra o avanço do mar.
Este país é um circo, tenho pena q esses filhos da puta não sejam apertados à grande.