Historiador brasileiro falando sobre portugal

Historiador brasileiro falando sobre portugal from portugal

25 comments
  1. Aindaa na semana passada vida um posto no Reddit Brasil a falar mal dos portugueses nos descobrimentos. É bom saber que nem todos pensão que só fizemos coisas más

  2. Muito interessante, obrigado pela partilha. Eu sou português e há coisas que ele falou que eu não fazia ideia. Sabia que os portugueses tiveram esse impacto e influência que mudou o mundo, mas não conhecia todos os pormenores e eventos mencionados no vídeo.

  3. Thiago Braga. Esse historiador gosta também de fazer vídeos no youtube. Tem dois canais:

    Impérios A.D. – história mais generalista

    Brasão de Armas – História da guerra

  4. ”Os Portugueses mudaram a forma de enxergar o planeta, depois deles a história humana foi diferente”

  5. Grande video, não me espantou embora desconhecesse de facto alguns detalhes, muito bom!
    Se me permite, coloque o P de Portugal em maiúsculo é que me faz confusão mesmo…
    Obrigado pela partilha!

  6. Comecei a assistir os vídeos dele quando mudei-me para Portugal, e as histórias das guerras portuguesas são incríveis. Hoje eu eminha esposa sempre assistimos quando sai vídeo novo no canal dele.

  7. Este D. Francisco de Almeida é também o autor de uma frase bem interessante.

    “Se Deus fala português não sei, estes canhões falam… “

  8. Receei que fosse mais um a espalhar a ideia de que os portugueses foram orcs que andaram por aí a conquistar, chacinar e violar.

    Sem negar as atrocidades, bem sabemos que há brasileiros que acreditam 100% nisso.

  9. Sou Brasileiro mais acho que a imagem que é vendida do Brasil para Portugal ou de Portugal para o Brasil é totalmente deturpada. Somos um só povo mais com pequenas variantes na língua. O que ambos os países deveriam lutar unidos era contra a Xenofobia de ambos os lados. Precisamos de união e não de desunião

  10. porra, agora vou ter que ir ver o podcast todo. que sacrificio. conhecendo a história ou não dá sempre gosto ouvir bons conversadores destes. quem me dera ter tido professores assim.

  11. No Brasil há de todo o tipo de ignorância (por negligência ou por ideologia) e conhecimento profundo em relação a Portugal. Também já ouvi outro historiador brasileiro a defender que o Brasil não existe, o que existe de facto é uma “extensão do Reino de Portugal” e não era um país como já eram as nações africanas, o que me parece muita loucura e talvez carregado de ideologia, o Brasil, sem contar com as guerrinhas pessoais entre D. Pedro e D. Miguel, merece ter a sua autodeterminação.

  12. Era bom que começassem a ensinar no Brasil a história simples de Portugal antes dos descobrimentos, e o contexto e o que de facto são “os portugueses”, em 1500 já eram uma miscigenação de vários povos europeus, desde a Escandinávia e os montes Urais ao Mediterrâneo, e de vários povos árabes e norte-africanos. Fomos colonizados por romanos, suevos, visigodos e árabes, que para além de ter dominado os povos ancestrais, também trouxeram a sua cultura e mudaram a nossa com a introdução de línguas e novos termos, o alfabeto, formas de administrar e legislar, arquitetura e engenharia.

  13. Incrível, nunca vi ninguém estrangeiro a falar tão bem de Portugal, mas senti que ele devia de falar mais sobre a perda do império português com a morte de D. Sebastião que provavelmente foi a pior coisa que aconteceu a portugal. No final disse que Portugal continuou Portugal e só foi durante um rei, o que não é verdade.

    Foi a queda do império portugues, portugal foi pilhado e destruido, as colonias e terras foram entregados/vendidos/conquistados por holanda e inglaterra a espanha. Holanda sem o fim do império portguês nunca se havia tornado o que foi na história.

    Quando Portugal, passado 3 reis espanhois, reconquistou-se, não havia volta a dar e estava tudo destruido e encontrava-se em completa desvantagem para o resto da europa.

    Por isso acredito que o facto de D. Sebastião ter morrido foi, na minha opinião, um dos pontos chave para criar o mundo da maneira que o conhecemos.

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