Tribunal decide que acariciar alunas por debaixo da roupa não é abuso sexual

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  1. O Tribunal da Relação de Évora reduziu e suspendeu a pena de prisão efetiva aplicada pelo Tribunal de Setúbal a um professor de inglês, condenado a oito anos e meio de cadeia, por 20 crimes de abuso sexual.

    Segundo o Jornal de Notícias, o tribunal eborense entendeu que as carícias que o professor fez a alunas de sete anos, por debaixo das suas roupas, têm “cariz sexual”, mas não constituem crime de abuso de sexual.

    Os juízes desembargadores Ana Bacelar, Renato Barroso e Gilberto Cunha reduziram a pena de oito anos e meio de cadeia para uma pena suspensa de quatro anos e sete meses. O professor em questão apenas foi acusado de 11 crimes, em vez dos 20 que inicialmente o Tribunal de Setúbal lhe tinha imputado.

    Além disso, o arguido de 47 anos ficou proibido de lecionar durante cinco anos, ao contrários dos 20 anos ditados pelo tribunal sadino.

    Os crimes remetem a 2017, altura em que o professor de inglês “sentava no seu colo as meninas, do 3.º e do 4.º anos de escolaridade, e acariciava-as em zonas íntimas, por fora ou por dentro da roupa”, explica o JN. Os casos aconteceram num colégio privado de Setúbal.

  2. Abuso sexual ou não, é de cariz sexual e especialmente com menores (crianças de 7 anos)… O tribunal deve ter deliberado isso porque na lei se calhar não há nada que o torne crime, no entanto, pelo menos com menores, deveria ser crime na minha opinião

  3. Fds que nojo se eu fosse um dos pais das crianças esse professor de inglês era melhor mudar de país antes que o apanhasse. Justiça pelas próprias mãos está se a tornar na única alternativa para obter justiça neste pais.

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