
[https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/tem-de-se-fazer-escolhas-na-cartas-nao-se-consegue-entregar-tudo-14936948.html](https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/tem-de-se-fazer-escolhas-na-cartas-nao-se-consegue-entregar-tudo-14936948.html)
>As queixas avolumam-se e os carteiros lamentam a degradação do serviço postal dos CTT. Nos últimos anos, ‘José’ – nome fictício pelo qual prefere ser identificado – tem visto a empresa para a qual trabalha há três décadas piorar o serviço. “Giros” que são mudados aos carteiros constantemente, cartas e encomendas entregues com muito atraso e volume de trabalho que se acumula por falta de profissionais são apenas algumas das queixas.
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>(…)
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>Testemunha que há mesmo quem já se dirija aos próprios centros de distribuição postal para ir buscar cartas ou encomendas que tardam. “Hoje foi lá uma senhora que há um mês que não recebia correio, um mês!”, exclama.
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>Com tristeza, deixa o lamento por uma empresa que conhece há 30 anos. “Isto está perdido e, em minha opinião, só tem tendência a piorar.”
4 comments
Tuga só sabe fazer duas coisas: esperar que surja uma mudança caída dos céus e queixar-se quando nao muda nada.
Mas o serviço dos correios também mudou muito. As pessoas deixaram de receber tanto o correio “miudo” e começaram a receber encomendas muito maiores. Aqui na minha rua já nem passa o carteiro a pé como antes.
Não considero que a mudança seja uma surpresa. Com o aparecimento dos emails, e depois mais tarde com a facturação e notificações electrónicas, e até mesmo com jornais e revistas on-line, é normal que o modelo de negócios dos CTT tenha de mudar. Tanto quanto consigo ver eles estão a direcionar-se mais para a parte financeira e para entregas de encomendas o que faz sentido na minha opinião. As cartas à moda antiga estão em vias de extinção e o mais provável é que passem a existir apenas num modelo estafeta.
Free market é quando o governo da um monopólio aos champalimaud. Quantos mais monopólios o governo der, mais free market é