E quando for preciso trocar uma janela também se pede ao serralheiro para fazer preços de há dois anos?
Portanto, mais uma vezes os proprietários é que vão arcar com os problemas?
​
Já não basta os vários problemas que conhecidos que tenho que ainda hoje tem inquilinos que não pagam a renda e não podem ser despejados à custa da mudança das regras por causa do COVID, um deles vai em quase 2 anos e o inquilino tem todo o direito e nenhuma obrigação do seu lado…
Fixe, mais controlo de preços.
A famosa “segurança social” paga pelos proprietários.
Gestão PS no imobiliário é igual á do SNS.
Mais um empurrar com a barriga à custa dos do costume.
E assumem que todos os inquilinos são pobres.
Relembro que o Estado considera que um inquilino é economicamente desfavorecido se ganhar até 5 salários mínimos mensais. Leram bem, cinco! Basicamente, são 90% da população.
O Costa diz: se comprou é porque tem money, por isso carrega nele.
Quando as rendas quase não aumentavam não estavam eles preocupados, que tristeza
Uma das medidas mais diretas seria cortar o IMI para habitação própria. Para quem arrenda, cortar nos descontos. Só pagaria IMI quem tivesse mais que uma propriedade e nesses casos, se fosse alugada, teria qie descontar menos.
“Ó mãe, não te importas que eu fique cá mais 2 aninhos?”
Dica aos proprietários:
* Incluam a previsão de inflação nas novas rendas
* Quem tiver a casa vaga, aguente mais uns meses para perceber as intenções do governo.
Gato escaldado…
É expropriação. É o preço a pagar por se investir num estado falhado gerido por comunas.
Juros baixos para o governo, rendas congeladas, juros e impostos altos para quem investe.
Os portugueses e os Europeus estão a viver o fim de um curto sonho económico que foi o início do século XXI.
Eu concordo que os aumentos sejam controlados. Máximo 4% por exemplo.
Mas podiam, nos anos seguintes, se a inflação fosse inferior a 4%, fazer com que os aumentos fossem 1% acima a inflação, até recuperar o atrasado.
Seria equilibrado.
Repetido
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Basicamente ainda menos incentivos para qualquer pessoa fazer um contrato de longa duração…. Se abrem o princípio de não atualizar as rendas dos contratos sem termo aí e que acabam de vez com eles.
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E quando for preciso trocar uma janela também se pede ao serralheiro para fazer preços de há dois anos?
Portanto, mais uma vezes os proprietários é que vão arcar com os problemas?
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Já não basta os vários problemas que conhecidos que tenho que ainda hoje tem inquilinos que não pagam a renda e não podem ser despejados à custa da mudança das regras por causa do COVID, um deles vai em quase 2 anos e o inquilino tem todo o direito e nenhuma obrigação do seu lado…
Fixe, mais controlo de preços.
A famosa “segurança social” paga pelos proprietários.
Gestão PS no imobiliário é igual á do SNS.
Mais um empurrar com a barriga à custa dos do costume.
E assumem que todos os inquilinos são pobres.
Relembro que o Estado considera que um inquilino é economicamente desfavorecido se ganhar até 5 salários mínimos mensais. Leram bem, cinco! Basicamente, são 90% da população.
O Costa diz: se comprou é porque tem money, por isso carrega nele.
Quando as rendas quase não aumentavam não estavam eles preocupados, que tristeza
Uma das medidas mais diretas seria cortar o IMI para habitação própria. Para quem arrenda, cortar nos descontos. Só pagaria IMI quem tivesse mais que uma propriedade e nesses casos, se fosse alugada, teria qie descontar menos.
“Ó mãe, não te importas que eu fique cá mais 2 aninhos?”
Dica aos proprietários:
* Incluam a previsão de inflação nas novas rendas
* Quem tiver a casa vaga, aguente mais uns meses para perceber as intenções do governo.
Gato escaldado…
É expropriação. É o preço a pagar por se investir num estado falhado gerido por comunas.
Juros baixos para o governo, rendas congeladas, juros e impostos altos para quem investe.
Os portugueses e os Europeus estão a viver o fim de um curto sonho económico que foi o início do século XXI.
Eu concordo que os aumentos sejam controlados. Máximo 4% por exemplo.
Mas podiam, nos anos seguintes, se a inflação fosse inferior a 4%, fazer com que os aumentos fossem 1% acima a inflação, até recuperar o atrasado.
Seria equilibrado.
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Basicamente ainda menos incentivos para qualquer pessoa fazer um contrato de longa duração…. Se abrem o princípio de não atualizar as rendas dos contratos sem termo aí e que acabam de vez com eles.