Nada que me faça querer ficar por cá, portanto nem vou ler. Primeiro, porque no meio de 200 deputados não vão fazer diferença nenhuma e segundo, é provavelmente mais palha para burros e ovelhas comerem. PS a governar nos próximos 4 anos… em 2026 é que isto vai tar lindo
Não interessa o que é que querem fazer, pois com maioria absoluta o PS faz o que bem desejar.
Em 2030 vemos, em 2026 o mais certo é o povo dar maioria absoluta ao PS novamente.
Pelo menos em 2030, grande parte da geração de Abril já teve ter batido a bota ou envelhecido o suficiente para não se dar ao trabalho de ir votar.
A Nathalie e outra querem voto por correspondência e electrónico, algo que especialistas informáticos dizem há mais de 20 anos que são sistemas facilmente manipuláveis. Enfim, santa ignorância.
Abri o link e li
> O que aconteceu é que até 1983 todas as crianças, filhas de pais portugueses, que nasceram no estrangeiro, como eu em França, quando iam fazer o registo no consulado não podiam ter o nome do país de acolhimento, o que estava na certidão de nascimento. Tinha que ser tudo traduzido para português”.
> Ainda pedi, aqui aos serviços, se podia aparecer Nathalie Oliveira, mas disseram que não, que não podia ser. Tenho que resolver isso na conservatória. Sabia que há milhares e milhares de portugueses de segunda geração com este problema? Pessoas a quem traduziram o nome?
Parece que está ali para resolver o problema dela.
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Nada que me faça querer ficar por cá, portanto nem vou ler. Primeiro, porque no meio de 200 deputados não vão fazer diferença nenhuma e segundo, é provavelmente mais palha para burros e ovelhas comerem. PS a governar nos próximos 4 anos… em 2026 é que isto vai tar lindo
Não interessa o que é que querem fazer, pois com maioria absoluta o PS faz o que bem desejar.
Em 2030 vemos, em 2026 o mais certo é o povo dar maioria absoluta ao PS novamente.
Pelo menos em 2030, grande parte da geração de Abril já teve ter batido a bota ou envelhecido o suficiente para não se dar ao trabalho de ir votar.
A Nathalie e outra querem voto por correspondência e electrónico, algo que especialistas informáticos dizem há mais de 20 anos que são sistemas facilmente manipuláveis. Enfim, santa ignorância.
Abri o link e li
> O que aconteceu é que até 1983 todas as crianças, filhas de pais portugueses, que nasceram no estrangeiro, como eu em França, quando iam fazer o registo no consulado não podiam ter o nome do país de acolhimento, o que estava na certidão de nascimento. Tinha que ser tudo traduzido para português”.
> Ainda pedi, aqui aos serviços, se podia aparecer Nathalie Oliveira, mas disseram que não, que não podia ser. Tenho que resolver isso na conservatória. Sabia que há milhares e milhares de portugueses de segunda geração com este problema? Pessoas a quem traduziram o nome?
Parece que está ali para resolver o problema dela.
Fechei o link.