Quando o acordo ortográfico é levado longe de mais

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  1. Isso é um erro ortográfico. O acordo é estúpido mas dar um exemplo que está fora do acordo para criticar o acordo é, digamos, disparate.

  2. Quando eu andei na escola mudavam a porcaria dos programas escolares quase todos os anos, era uma dança das cadeiras ridícula, mesmo só para mostrar “serviço” pelos ministérios da educação que iam rodando. Tira disciplinas, põe disciplinas, tira assuntos dos programas, põe assuntos dos programas. Aulas de 60 minutos, agora já são de 45 e 90, agora há educação cívica, agora há estudo acompanhado, agora há provas globais, agora já não há, agora isto, agora aquilo.

    Depois de ter aprendido a escrever português o melhor que podia, vêm com “então vá, agora já não se escreve assim. Escreve-se assado. Porquê? Para nós e os brasileiros escrevermos de forma igual e fortalecermos a representação da nossa língua internacionalmente.”

    Isto enquanto via os [memes dos brasileiros a escrever mal de propósito](https://i.pinimg.com/736x/3c/40/db/3c40db543eed83713aa68a69557d9436.jpg), e a imprensa brasileira continuava a escrever da mesmíssima maneira.

    Desculpem, Brasil, gosto muito de vocês mas… não vou reaprender a escrever num esforço para escrevermos todos da mesma maneira quando do outro lado do Oceano Atlântico a esmagadora maioria das pessoas nem sequer ouviu falar do acordo ortográfico.

    Quem inventou o AO pode seguir [este passo-a-passo](https://i.imgflip.com/1tqrf8.jpg).

    AO é cancro. Change my mind.

  3. “ajunto” no Brasil é o verbo da primeira pessoa do verbo caipira “ajuntar”, lá o adjunto seria chamado de auxiliar mesmo

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