És o autor do blogue? Só para saber se também vais fazer adendas relacionadas com este post.
O pessoal gosta de picar a questão dos profissionais de saúde trabalharem em dois lados mas esquecem-se que não falta gente de outras profissões a fazer-lo…
“Ah mas depois levam os doentes para o privado,….”, sim r isso é algo inédito deste ramo? Jamais estará para aparecer a pessoa com negócio próprio concorrente do trabalho “principal” que depois rouba clientes. Ou os que criam empresas que vendem produtos e serviços ao trabalho “principal” /s
Julguemos todos por igual então.
Essa dos médicos deverem a sua formação e prestígio ao SNS, e isso ser motivo de terem de ficar lá em vez de mudar para o privado, é a maior estupidez que já ouvi.
É como dizer que um pintor de automóveis deve a sua perícia à sua primeira oficina, ou um professor deve o seu talento para ensinar à sua primeira escola, e que por isso lhes deve lealdade. Claro que contribuíram para o crescimento dos profissionais, mas não os profissionais não lhes devem mais do que as horas de trabalho para as quais foram pagos.
Se os patrões privados viessem com a mesma conversa de lealdade para justificar não pagar valores justos, a CGTP estava nas ruas aos berros e eram todos uns filhos da puta. Como é sector público, já é aceitável dever vassalagem? Estamos a voltar aos tempos feudais, em que o trabalhador pertence ao patrão, desde que o nobre seja o Estado?
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O pessoal gosta de picar a questão dos profissionais de saúde trabalharem em dois lados mas esquecem-se que não falta gente de outras profissões a fazer-lo…
“Ah mas depois levam os doentes para o privado,….”, sim r isso é algo inédito deste ramo? Jamais estará para aparecer a pessoa com negócio próprio concorrente do trabalho “principal” que depois rouba clientes. Ou os que criam empresas que vendem produtos e serviços ao trabalho “principal” /s
Julguemos todos por igual então.
Essa dos médicos deverem a sua formação e prestígio ao SNS, e isso ser motivo de terem de ficar lá em vez de mudar para o privado, é a maior estupidez que já ouvi.
É como dizer que um pintor de automóveis deve a sua perícia à sua primeira oficina, ou um professor deve o seu talento para ensinar à sua primeira escola, e que por isso lhes deve lealdade. Claro que contribuíram para o crescimento dos profissionais, mas não os profissionais não lhes devem mais do que as horas de trabalho para as quais foram pagos.
Se os patrões privados viessem com a mesma conversa de lealdade para justificar não pagar valores justos, a CGTP estava nas ruas aos berros e eram todos uns filhos da puta. Como é sector público, já é aceitável dever vassalagem? Estamos a voltar aos tempos feudais, em que o trabalhador pertence ao patrão, desde que o nobre seja o Estado?