Claro… andar a 200km/h também não teve nada a ver com isso, condução defensiva amiright…
Vai-se a ver, e o responsável pelo atropelamento, foi a dona Gertrudes, do Café Central de Entradas do Meio, porque naquele dia tirou um café curto em vez dum café longo, o que provocou uma ligeira sonolência no condutor do Sr Doutor Cabrita, limitando a sua responsividade durante a condução e inibindo a sua reação imediata no momento em que o falecido trabalhador defecava no separador central..
O giro é que sendo ele o MAI, em última análise também era o responsável por fiscalizar a segurança da obra. Portanto, em última análise, contribuiu duplamente para o acidente.
Daqui a um ano estamos a ler que a viúva vai ter que pagar uma indemnização por danos morais à Cabrita acelarada.
Bom, quem controla a narrativa, vence, certo?
A cegueira e o ódio político são tão grandes em certas pessoas, que para eles é inimaginável que a culpa não seja TODA do carro do Cabrita.
Isto porque, como sabemos, em Portugal toda a gente cumpre regras, especialmente de segurança. Portanto é absolutamente inimaginável que o senhor pudesse estar na estrada de forma displicente, ou que as obras estivessem mal sinalizadas, ou não cumprissem as tais normas de segurança. /s
Pá, o Cabrita é ridículo e nunca devia ter sido Ministro, mas há pessoas que parecem cavalos com palas.
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Claro… andar a 200km/h também não teve nada a ver com isso, condução defensiva amiright…
Vai-se a ver, e o responsável pelo atropelamento, foi a dona Gertrudes, do Café Central de Entradas do Meio, porque naquele dia tirou um café curto em vez dum café longo, o que provocou uma ligeira sonolência no condutor do Sr Doutor Cabrita, limitando a sua responsividade durante a condução e inibindo a sua reação imediata no momento em que o falecido trabalhador defecava no separador central..
O giro é que sendo ele o MAI, em última análise também era o responsável por fiscalizar a segurança da obra. Portanto, em última análise, contribuiu duplamente para o acidente.
Daqui a um ano estamos a ler que a viúva vai ter que pagar uma indemnização por danos morais à Cabrita acelarada.
Bom, quem controla a narrativa, vence, certo?
A cegueira e o ódio político são tão grandes em certas pessoas, que para eles é inimaginável que a culpa não seja TODA do carro do Cabrita.
Isto porque, como sabemos, em Portugal toda a gente cumpre regras, especialmente de segurança. Portanto é absolutamente inimaginável que o senhor pudesse estar na estrada de forma displicente, ou que as obras estivessem mal sinalizadas, ou não cumprissem as tais normas de segurança. /s
Pá, o Cabrita é ridículo e nunca devia ter sido Ministro, mas há pessoas que parecem cavalos com palas.