Lei da nacionalidade. Comunidade Israelita do Porto acusa Estado de “antissemitismo” e de ouvir “a ralé da sociedade”

26 comments
  1. A Comunidade Israelita do Porto, cujo rabino foi detido pela Polícia Judiciária, enviou um parecer arrasador para a Assembleia da República na sequência das propostas de alteração à lei da nacionalidade, que querem limitar a atribuição da nacionalidade portuguesa a descendentes de judeus sefarditas. A Comunidade Israelita do Porto fala em “holocausto contra famílias”, “campanhas de difamação por agentes do Estado” e “recolha de denúncias anónimas da ralé da sociedade” e que o Estado protagonizou “ações antissemitas e terroristas”.

  2. “A Comunidade Israelita do Porto fala em **“holocausto contra famílias”**, “campanhas de difamação por agentes do Estado” e “recolha de denúncias anónimas da **ralé da sociedade**” e que o Estado protagonizou “**ações antissemitas e terroristas**””

    Dá para perceber que esta gente é asquerosa e que claramente nunca sofreram nada parecido contra o holocausto ou terrorismo para usarem estas palavras numa situação destas. O mínimo a fazer aqui seria retirar todo o poder de influenciar a atribuição da nacionalidade a esta comunidade e uma auditoria às suas contas.

  3. Se não estão bem, podem sempre ir para Israel… não há bacalhau, mas há kebab e hummus com um fartote.

  4. Entretanto a CI Lisboa é mais exigente no processo e não teve problemas e não se fazem de vítimas. Quem diria…

  5. mas havia muita corrupçao nisso ai… nao podem reclamar

    sem falar que estes gajos invadiram a Palestina e tomaram terra que não os pertence.

  6. Ui já começou o choro agora que estão a ficar sem as moedinhas, tirem lá os caracolinhos da frente para eu ver. Espero bem que a investigação dê em algo, mas como a justiça está bem podemos esperar sentados

  7. Toda a gente sabe para que serve a loja, o que vende e o quanto enriquece que vive à conta desta mama, mas ainda vai acabar isto com pedido de desculpas a suas excelências e prossiga a vida com o negócio

    é lidar, que manda quem pode

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