A MVRDV vai construir uma Innovation District, uma cidade da inovação ligada às energias do futuro. A Galp escolheu assim a empresa holandesa para construir esta cidade da inovação, no terreno onde se situava a antiga refinaria de Matosinhos, no distrito do Porto. De recordar que a construção deste Innovation District já havia sido anunciada em fevereiro deste ano.
Num protocolo de cooperação entre a Galp, a Câmara de Matosinhos e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a antiga refinaria de Matosinhos dá assim lugar a uma cidade da inovação ligada às energias do futuro.
De acordo com comunicado da Galp, citado pelo idealista/news, «o projeto da MVRDV para regenerar os terrenos da antiga refinaria de Matosinhos foi selecionado pela Galp com o apoio de um painel de peritos altamente qualificados em projetos desta envergadura, com foco nos impactos social, económico e ambiental».
A MVRDV vai liderar a equipa multidisciplinar, composta por mais de 20 especialistas de empresas internacionais como Thornton Tomasetti, LOLA, e nacionais como o OODA e A400. Um masterplan vai ser elaborado por estes 20 especialistas no próximos 12 meses.
Conforme referido pela Galp, este projeto vai criar novas oportunidades de negócio e emprego na comunidade. Luísa Salgueiro, presidente da Câmara de Matosinhos, sublinha que o objetivo é que Matosinhos possa ter «a mais ambiental e tecnologicamente avançada área de atividade económica da eurorregião, que estreite as relações entre a academia e a indústria 4.0 e 5.0, continuando a contribuir para a criação de riqueza e ainda mais para a atração e fixação de emprego».
Estou para ver a reacção das pessoas quando virem o projecto urbano planeado para este sítio.
Tenho vergonha alheia. A quantidade de empregos que se perderam e o desespero dos empregados na refinaria da petrogal, sendo que pelo menos 2 deles tiraram a sua própria vida quando lhes tiraram o chão desta maneira. Fora a quantidade de empresas externas que la trabalhavam que não renovaram contractos com alguns dos seus colaboradores devido ao fecho da refinaria.
Esse nome não foi lá muito bem escolhido.. Mas daqui a uns anos vai fazer mais sentido, arrisco dizer?
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A MVRDV vai construir uma Innovation District, uma cidade da inovação ligada às energias do futuro. A Galp escolheu assim a empresa holandesa para construir esta cidade da inovação, no terreno onde se situava a antiga refinaria de Matosinhos, no distrito do Porto. De recordar que a construção deste Innovation District já havia sido anunciada em fevereiro deste ano.
Num protocolo de cooperação entre a Galp, a Câmara de Matosinhos e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, a antiga refinaria de Matosinhos dá assim lugar a uma cidade da inovação ligada às energias do futuro.
De acordo com comunicado da Galp, citado pelo idealista/news, «o projeto da MVRDV para regenerar os terrenos da antiga refinaria de Matosinhos foi selecionado pela Galp com o apoio de um painel de peritos altamente qualificados em projetos desta envergadura, com foco nos impactos social, económico e ambiental».
A MVRDV vai liderar a equipa multidisciplinar, composta por mais de 20 especialistas de empresas internacionais como Thornton Tomasetti, LOLA, e nacionais como o OODA e A400. Um masterplan vai ser elaborado por estes 20 especialistas no próximos 12 meses.
Conforme referido pela Galp, este projeto vai criar novas oportunidades de negócio e emprego na comunidade. Luísa Salgueiro, presidente da Câmara de Matosinhos, sublinha que o objetivo é que Matosinhos possa ter «a mais ambiental e tecnologicamente avançada área de atividade económica da eurorregião, que estreite as relações entre a academia e a indústria 4.0 e 5.0, continuando a contribuir para a criação de riqueza e ainda mais para a atração e fixação de emprego».
Estou para ver a reacção das pessoas quando virem o projecto urbano planeado para este sítio.
Tenho vergonha alheia. A quantidade de empregos que se perderam e o desespero dos empregados na refinaria da petrogal, sendo que pelo menos 2 deles tiraram a sua própria vida quando lhes tiraram o chão desta maneira. Fora a quantidade de empresas externas que la trabalhavam que não renovaram contractos com alguns dos seus colaboradores devido ao fecho da refinaria.
Esse nome não foi lá muito bem escolhido.. Mas daqui a uns anos vai fazer mais sentido, arrisco dizer?