A Grande Substituição

23 comments
  1. É engraçado que muitas das pessoas que se preocupam com a “grande substituição” em Portugal são também aquelas que incitam a que tudo o que é português vá para fora “ter uma vida melhor”

  2. Quando era mais novo havia assim um pessoal, normalmente cotas, que falavam a respeito dos negros que, como “raça”, tinham mts filhos e logo logo em Portugal iam ser a maioria. Também davam o exemplo da Amadora e outras zonas como exemplo do futuro. Esta teoria da substituição é a nova “velha” narrativa racista destes tempos. Triste ver um rapaz novo tão ignorante e sectário.

  3. É necessário Portugal evoluir para o modelo de censos étnicos dos países anglo-saxónicos para existirem dados reais sobre as diferentes etnias portuguesas no território. Até lá vivemos de “suponho”, “acho”, “alguém me disse”, sem dados reais que apenas dão espaço para alucinações como este artigo. Agora, têm de aceitar é que desde 1974 muitas pessoas de etnia diferentes são de facto portuguesas, não existe substituição nenhuma. Ou vão negar a nacionalidade apenas por motivos raciais a outros seres humanos?

  4. O Observador começou com colaboradores conservadores, passou a ter colaboradores neoliberais, mudou para colaboradores alt-right e agora evoluiu para colaboradores nazis.

    Sempre a inovar.

  5. >Nos Estados Unidos, o país que livremente publica censos raciais, a população eurodescendente está a poucas décadas de se tornar numa minoria.

    Porque é que é importante para um país de imigrantes, onde os nativos foram praticamente erradicados, que os euro-descendentes sejam a maioria?

  6. Mesmo que este idiota tenha razão e que esteja a ocorrer uma “grande substituição” das etnias constituintes da população portuguesa, a pergunta que se impõe é: E depois?

    Tal como a língua portuguesa vai sofrendo “evoluções” (e o idiota não se coíbe de aderir à “grande substituição” oficial da língua no seu texto), também a população as vai sofrendo… É um fenómeno incontornável.

    O que é que ele quer?

    Já vai sendo tempo de esta malta perceber que as fronteiras são linhas imaginárias e que seria bom para o mundo que se começasse a pensar no planeta como um só e não como pequenos quintaisinhos onde cada um vai olhando para o seu umbigo com medo de ver os outros…

  7. Observador a cumprir o seu propósito fundador: dar palco e visibilidade ao lixo político que estava afastado para a valeta dos media portugueses. Como o i e o sol não colaram, era preciso algo mais definido e com cheiro a fresco.

  8. O Martim Moniz, na zona do bairro tradicional Lisboeta chamado **Mouraria** tem uma população mais multicultural???

    Não posso!? :O

  9. Btw vendo a fronha da personagem é boa notícia que venha gente de fora melhorar o pool genético.

  10. As crónicas do observador são uma bandalheira. Isto é coisa para ficar pelo Twitter do gajo, não publicado no site deles.

  11. >uma vez que, em Portugal, ao contrário do resto dos países da Europa e do Mundo, o debate sobre a imigração foi sempre suprimido ao som de rótulos e chavões insultuosos, que mascaravam, por parte da esquerda e de grande parte da direita portuguesa, uma total inabilidade, assim como falta de vontade de debater seriamente estes fenómenos migratórios.

    Os rótulos são “racista” e “xenófobo”. Vamos ver se acaba como acaba o parágrafo.

    >Zonas inteiras de Lisboa são, hoje em dia, praticamente irreconhecíveis como parte de Portugal. O Martim Moniz é o exemplo perfeito disso. Qualquer turista, ou até mesmo qualquer alfacinha de gema que se aventure por esse bairro histórico da nossa Capital, depressa irá concluir que essa zona em nada se assemelha ao resto de Portugal. O mesmo pode ser dito de Odemira, Amadora e outras zonas totalmente descaracterizadas do nosso país. E quais os benefícios de uma substituição demográfica massiva dos Portugueses?

    <3

  12. Nem fala dos emigrantes suecos e holandeses que estão no interior do país e dos ingleses que estão no a viver no Algarve e zonas inteiras já nem se ouve português.

  13. > O mesmo pode ser dito de Odemira, Amadora e outras zonas totalmente descaracterizadas do nosso país.

    Lol, o racismo e xenofobia reles dos portugueses ao vir ao de cima. Descaracterizadas porquê? Talvez pelo contrário sejam 100% o Portugal atual!!! E as outras zonas ditas tradicionais é que estejam a “descaracterizar” o Portugal atual.

  14. O titulo do artigo diz logo que vem aí merda, não há substituição nenhuma simplesmente os portugueses cada vez têm menos filhos e emigram mais e há cada vez mais imigração de vários países, facilitada também pelo governo.

    No entanto posso dizer que trabalhando numa entidade pública é realmente notória a vaga de imigração que tem acontecido nos últimos anos, grande parte das pessoas que atendo são estrangeiros ou portugueses naturalizados.

    “Em Portugal, o país que se gosta de apresentar como a “exceção europeia” neste tipo de questões, a ideia de que efetivamente está em curso uma mudança demográfica não é levada a sério pela maioria dos Portugueses, quiçá por uma falta de sensibilização para o tópico, uma vez que, em Portugal, ao contrário do resto dos países da Europa e do Mundo, o debate sobre a imigração foi sempre suprimido ao som de rótulos e chavões insultuosos, que mascaravam, por parte da esquerda e de grande parte da direita portuguesa, uma total inabilidade, assim como falta de vontade de debater seriamente estes fenómenos migratórios.”

    Neste parágrafo só vejo verdades, existe sim uma mudança demográfica pelo menos visível nas grandes cidades, alguns bairros são centros de comunidades fechadas, como é o caso do martim moniz, o que há umas decadas não existia, e devia sim existir um debate político acerca do fenómeno migratório principalmente com medidas de integração e acompanhamento de imigrantes porque a verdade é que muitos vêm e ou são sugados pelo patronato português para escravidão como o caso dos nepaleses no alentejo ou fecham se em comunidades e acabam por não se integrar na sociedade portuguesa, muitos nem português aprendem (mesmo assim conseguem cartão de cidadão) e a continuar a evoluir assim penso que isso trará problemas a longo prazo.

  15. Já começa. Qualquer dia um iluminado ainda se lembra de entrar numa escola multicultural e fazer aquela cena que gostam de fazer nos EUA

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