opiniões (com respeito, não quero começar uma guerra)

28 comments
  1. Opinião? Bem, dar uma opinião sobre estes assuntos em 2022 é como pedir para levar com uma chuva de críticas, mas dou a minha.

    É um termo inventado por quem não tem mais que fazer da vida. É o que acho. Eu olho para uma pessoa e vejo um homem, trato-o por “o….”. Qual é a dúvida? Sei lá se se identifica com um homem, com uma mulher ou com uma batata frita.

    Se vamos andar com essas tretas não fazemos mais nada da vida. Para mim é muito simples: homem -> “o”, mulher -> “a”.

  2. Este tipo de coisas não afectam absolutamente ninguém na vida real.

    Não sei porque é que há tanta gente que fica indignada. Caguem no tema e parem de seguir páginas que promovem ódio e indiganação.

    Nunca na vida tive que me preocupar com que pronomes usar. Se alguém me pedisse para usar outro, eu uso sem problema nenhum. Tanta coisa grave a acontecer e só pensam nesta comunidade.

  3. Merdas inventadas por pessoas que não tem mais nada que fazer, e depois ainda vêm exigir que sejam tratadas por x ou y e se não o fazes és julgado por esta esquerda radical sem dó nem piedade
    E acho ridículo isto estar a ser cada vez mais normalizado

  4. Epa respeito tudo e todos e por mim cada um faça o que quiser com o corpo ou com a mente.. não me interessa para nada..

    Mas isto dos 50 géneros onde existe apenas a pilinha e a passareca, não faz muito sentido..

    Qualquer dia temos de esperar que um recem nascido consiga falar para o puder registar com o gênero qie ele quer..

  5. Eu sou muito old-school. Tem pila, é menino, tem pipi, é menina. Na dúvida, sigo o que estiver registado no cartão de cidadão. Se a pessoa se importar e exigir um determinado tratamento, decido na hora se devo ou não aceder ao pedido (não me peçam para tratar alguém por Senhora Dona Fulaninha de Tal).

  6. Interessante que quem aqui se está a queixar e a dizer que é um problema inventado são os que não o sofrem.

    Acho que o ser simples, como por aqui dizem, não é ignorando. Sexo e género nem sempre coincidem. Não assumir que coincidem, se alguém vos corrigir ou disser que se identifica como homem/mulher usar a linguagem apropriada, na dúvida esclarecer. Não entro também numa de nao usar os pronomes mais comuns que funcionam a maior parte do tempo ou ter pronomes no LinkedIn. Mas acho que há ajustes que nao custam nem assassinam a língua.

  7. Há o pronome they/eles não há? Costumo falar muitas vezes sozinho — ás vezes que até demasiado e já dei ao meu bro vários nomes próprios — e nunca associei isto a ter um género/sexo diferente nem tampouco. Nem vou obrigar a que me tratem por eles, wtf.

    A questão é que se vir alguém vestida de gaja e efeminada chamo de mulher, uso o pronome adequado e vice-versa. Se um gajo quer ser tratado por um caracol, pretende não ser confundido e ser chamado de gastrópode, é melhor ir à Toy R Us buscar um disfarce porque eu não vou adivinhar.

    Já imaginaram o kafkiano que seria perguntar a toda a gente desconhecida o género com o qual se identifica antes de dizer o que quer que seja?

  8. querem stressar a malta.

    comecem a tratar os homens como mulheres e as mulheres como homens.

    tipo: o sr. maria está muito bonito hoje! a dona luís vai muito cheirosa hoje!

    façam isso ao pessoal “normal” e vejam as suas reações. vão ver que o pessoal “normal” começa logo a reclamar de “misgendering”.

  9. Se uma pessoa trans me pedir para a tratar pelo género para o qual transitou, não tenho qualquer problema com isso. Acho o mínimo do respeito pelo próximo.

    Se uma pessoa qualquer me pedir para a tratar por um pronome inventado, recuso-me.

    Estamos a falar de uma ínfima percentagem da população do planeta. Não existe rigorosamente razão nenhuma para agora andarem com a mania de meter os pronomes preferenciais, principalmente quando são claramente homens/mulheres (como por exemplo acontece muito nos perfis de twitter e afins).

    É só estúpido, e não passa de uma mania de pessoas que, mais do que quererem ser tratadas decentemente e terem os mesmos direitos, querem destacar-se e sentir que são especiais.

    Lamento. Não são. Nenhum de nós é.

  10. Pronto, esta coisa já chegou a Portugal. Por acaso pensava que ia demorar mais tempo.

    Respirem fundo e preparem-se.

  11. Modas.

    Antes do Covid era black lives matter, agora é isto.

    Tratemos as pessoas com respeito e sigamos a religião do cagagismo.

    És gay? Caguei.
    És do sexo masculino e identificas-te como mulher? Caguei.
    Acreditas no monstro do esparguete voador? Caguei.

    As marcas que dizem ser conscientes do problema estão a fazer uma manobra publicitária.

    Mais uma vez, respeito… quem diz que cai continuar a usar o pronome do sexo aparente da pessoa e não aquele que a pessoa pede provavelmente vai aceitar mais tarde.

  12. Se uma pessoa me pedir para a tratar por determinada forma que seja compativel com os meus principios eu aceito sem problema (ex escusam de me pedirem para que as trate por sr. Doutor, ou sua Excelênicia, ou o Senhor Padre, etc)

    Agora escusam é pensar que eu tenho capacidade de adivinhação. Tal como não adivinho os nomes das pessoas, também não adivinho quais os géneros que elas assumem para além daquilo que for observavel a nivel biológico.

  13. *posts thing that is supposedly controversial but at the same time without reason for it to be controversial”
    “Discuss, with order though, not a war” hmm yea

  14. Quando tens que utilizar termos em inglês kek. Em Portugal ninguém quer saber disso, mas há pessoas cronicamente online ou que são possuidas ideologicamente que tem que pôr cenas deste tipo para ganharem pontos de virtude.

  15. O que reti da maior parte dos comentários é que os grunhos conservadores importam-se mais com a matéria do que quem realmente está dentro dela. Sinceramente não entendo qual é o problema de entender o conceito de misgendering, pode acontecer a qualquer um. Não entendo qual é o problema em entender que se uma pessoa se pode identificar com o género que lhe foi atribuído à nascença. Assim como também não compreendo a dificuldade de entenderem que pode sim existir um género neutro, há pessoas que não se identificam nem com o género masculino ou feminino.

  16. Quem diria que ainda há tantas pessoas que se recusam a viver no século XXI. Realmente, percebe-se alguns resultados de eleições agora.

    OP: ITT percebes que grande parte das pessoas não percebeu ainda o que é a disforia de género. Por isso é necessário campanhas como essa da FOX.

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