[uma das inúmeras notícias que falam da possibilidade de surgir um medicamento no futuro](https://www.medscape.com/viewarticle/975435)

30 comments
  1. Porque estamos novamente a fazer diferenças de género?

    Se houvesse algo do género de uma pílula feminina para os homem e num casal apenas a mulher estivesse disposta a tomá-la… Nem sei o que dizer. A não ser que existe algum motivo de saúde válido para tal.

    Lamento mas não compreendo, e eu sou homem.

  2. Sim. Já é altura dos homens poderem ter controlo sobre os seus direitos reprodutivos, sem ser através da abstinência, preservativos (faliveis) ou metodos permanentes como a vasectomia.

  3. >showing a degree of testosterone suppression

    Se suprime a testosterona muito provavelmente ia causar os mesmos efeitos do que esteroides, em vez de teres tomates ias ter duas uvas devido aos testículos atrofiarem.

    Para além disso, anda aqui um gajo a sofrer a fazer treinos de pernas para ver se aumenta a testo um bocadinho para meter mais musculo e vem com um medicamento que reduz a testo ainda prejudicando os ganhos de um gajo?

    Para mim é um grande não

  4. Nope, não tenho problema nenhum com preservativo e muita gente anda a comparar com a pílula feminina, há mulheres que o preferem a deixar o ciclo menstrual natural e os seus efeitos secundários estão bem estudados e as mulheres são avisadas destes e se tem alguma contra-indicações para a pílula nem se recomenda a toma da mesma. Não vamos fingir que o sistema hormonal masculino e feminino são iguais porque não o são.

    Usem preservativo meninos, protege contra stds tmb.

  5. Muito provavelmente sim, dependendo dos efeitos secundários. Mas claro, estou à espera de ir fazer uma vasectomia a curto prazo por isso nem seria por muito tempo.

  6. As mulheres já o fazem. Desde que não existisse algo mais nocivo na versão masculina, não vejo porque não.

  7. Depende dos efeitos secundários a longo prazo..
    Repara eu não obrigo ninguém a usar contraceptivos, eu utilizo para me manter seguro e porque não incute perder a minha saúde por isso.

  8. Há que separar tendências sociais feministas/de igualdade de género da biologia básica.

    A contracepção hormonal feminina baseia-se na prevenção da ovulação, que (de uma forma simplificada) é um fenómeno que ocorre uma única vez por cada ciclo menstrual. Ou seja , impedir a libertação de um único óvulo (simplificando) é relativamente simples com uma modulação dos níveis hormonais. Nos tempos modernos , isto tem sido conseguido com doses mais baixas e com menos efeitos secundários ; e mantendo a mesma eficácia. Aliás, dos relatos que vou ouvindo , até são vantajosos para a regularização do ciclo e diminuição da quantidade de catamenio e dor associada. (Claro que cada caso é um caso).

    A produção de gâmetas/espermatozóides (no homem) é um fenómeno contínuo e na ordem dos muitos milhões por dia. E se quiséssemos garantir eficácia teríamos de eliminar completamente a sua produção. Ou seja , uma contracepção hormonal muito provavelmente teria efeitos secundários significativos.

    Dito isto, não é a minha área de especialização. Imagino que se fosse possível ‘inviabilizar’ os espermatozóides de uma forma não hormonal, que pudesse vir a ser uma boa opção.

    A vida sexual diz respeito a cada um , mas de facto algum homem anda muito preocupado com a possibilidade de gravidezes indesejadas, o meu melhor conselho é moderarem o número de parceiros e ‘dont out your dick in crazy’ . E não se esqueçam que as pílulas não previnem Doencas Sexualmente Transmissíveis – para isso diria que para o encontro casual , o melhor é o preservativo (e idealmente associado a pílula).

    Outra conversa completamente diferente são os tais ‘direitos reprodutivos do homem” , nomeadamente sobre a responsabilidade parental numa gravidez indesejada que poderia ter sido atempadamente interrompida só que não o foi por vontade unilateral da mulher.

  9. Nao vejo porque nao.

    Se não quero filhos, e posso evitá-lo, porque não o haveria de fazer?

    Depende dos efeitos secundários honestamente.

  10. Acho que continuaria a usar preservativo. Ao contrário de muita gente, não sinto grande diferença no prazer e até ajuda a durar mais tempo. Tudo isto enquanto protege contra DSTs. Para mim, não fazia muito sentido trocar, mas quem quiser está à vontade, claro.

  11. Eu não tomaria. Preferia fazer uma vasectomia e será sempre uma opção depois de decidir com a minha parceira se teremos filhos.
    Não obrigo ninguém a tomar pílula nem nunca obriguei.
    Não vamos fingir que as mulheres também começam a tomar a pílula por obrigação dos homens, porque não é. Se assim fosse não começavam tão cedo

  12. Porque não? Não quero filhos e se fosse testado que não havia efeitos secundários graves não vejo porque não … mas uso preservativo na mesma que não quero apanhar doenças

  13. Fácil. Sim. Mas o problema é que ias ver grupos de dudebros a esmagar o comprimido nas WCs do LUX e manda-lo pelo nariz, mas pensando bem, isso é uma imagem bela, portanto sim.

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