O Japão, muito à frente. Sempre a aprender com estes jornalistas.

9 comments
  1. Provavelmente traduziram automaticamente da notícia original e o estagiário nem percebeu o erro (porque é preciso contexto).

    O que é “diferente no japão” neste caso é que o Abe foi transportado para o hospital para confirmar a ausência de sinais de vida, porque no Japão isso não é feito pelo médico legista no local da morte. Só os hospitais podem declarar óbitos. É essa a peculiaridade que o estagiário não percebeu que a notícia original provavelmente referia.

  2. Talvez no original não fosse “paragem cardiorrespiratória” mas uma qualquer termo japonês de difícil tradução, e que indica ausência de sinais de vida (e talvez diferente da tradução oficial de “paragem cardiorrespiratória”). Mas resolveram adaptá-lo para português, e parece esquisito.

  3. Em Portugal não acontece porque quando é transportado para o hospital a urgência está fechada e não há especialista para declarar a causa.

  4. Como é que será o equivalente disso em português? Anda uma pessoa a passear no r/Portugal para aprender termos japoneses? Ao que isto chegou…

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