‘No good for anyone’: Portugal’s new ‘game changer’ remote work law panned by critics

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  1. >Andreia Sampaio, a 37-year-old who works in communications in Lisbon, the Portuguese capital, agrees with the law’s purpose but thinks it is too general and will be “very hard” to enforce.

    >”We have to have common sense,” she said, adding that she doesn’t mind being contacted out of hours if it’s an urgent matter. “We have to judge each case by its merits”.

    mano a lei é muito vaga. e se o patrão tiver uma urgência? prontos agora uma urgência é o que o patrão decidir o que é uma urgência, e isso não é nada vago. toda a gente sabe que aquilo que o patrão acha que é uma urgência é sempre uma urgência. nem é passível de abuso nem nada.

    fodasse esta malta não tem vergonha na cara? a lei é feita exatamente para que seja o trabalhador a julgar aquilo que é uma urgência. e agir consoante seu julgamento.

  2. Mas o Trevor Noah a falar desta nova lei está nos top trends do Twitter! Só isso é que interessa! /s

  3. Fonte:

    > Luís Henrique

    > Lawyer, Portuguese Business Confederation

    Notícia feita por encomenda

  4. Só uma urgência não pode ser todos os dias… A questão do direito a desligar para mim faz todo o sentido porque com portátil e telemóvel da empresa, muitos chefes não têm vergonha de estar a incomodar os trabalhadores fora de horas e ao fim de semana…

  5. Por críticos deve-se entender advogados que representam as maiores empresas nacionais. Acho que dessa ninguém estava à espera. Artigo ridículo cheio de afirmações ridículas sem qualquer base para além da opinião de uns quantos.

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