Estas primeiras fotos vão ter pouco interesse, mas gostava era de ver comparações com o Hubble para entendermos a nova escala de qualidade, definição e expansão que vamos ter em relação ao nosso universo.
Se olharmos bem ali à direita está a estrelinha da floribella!
Muito pelo contrario,somos tudo
Espera aí que as pessoas estão agora a descobrir que nós somos completamente insignificantes e tudo o que fizermos será completamente irrelevante porque um dia iremos desaparecer da existência e ninguém se lembrará de nós
Portanto vivam a vida pessoal!
Ver esta foto fez-me logo lembrar a música I am the Cosmos do Chris Bell e imortalizado pela voz do Beck
Nada não é palavra suficiente para fazer essa classificação. Somos de tal maneira pequenos e insignificantes, que o nosso cérebro tem dificuldades em compreender a escala a que está esse “nada” e não há comparação fidedigna o suficiente para que uma pessoa normal o consiga perceber. Nem sequer o famoso grão de areia serve.
naaaa diria antes… _As áirvores somus noizes_
A vida é um palco, vimos, vivemos e vamos.
Boa foto para quem reza a Deus e pensa que ele quer saber de alguma pessoa em concreto.
> Não somos nada
Felizmente.
nada? bem… somos alguma coisa…
Cada pontinho nesta imagem pode significar uma galáxia com milhares de milhões de planetas, CADA PONTINHO!!!
Para além disso, esta imagem representa uma parte tão infinitesimal do universo que realmente se torna complicado perceber o quão pequenos somos.
São estas imagens que fazem o paradoxo de Fermi fazer sentido, ora, se o universo tem tantos planetas, a probabilidade de haver vida inteligente é elevadíssima. Sendo isto verdade, como é que nós ainda não temos provas de vida inteligente (para além da nossa)? … que nó no cérebro oh maninho.
Outra coisa incrível nestas imagens é que devido às limitações da velocidade da luz estamos a ver uma fotografia do que foi há milhares de milhões de anos (4600 milhões de anos, para ser preciso). Nunca vamos saber o que se passa atualmente no “deep space” porque vamos andar sempre a jogar ao “catch up”, olhando para o passado longínquo.
Holy shit.
Teoricamente a dimensão do universo é tão grande que vai muito para além da compreensão humana. Estamos a falar de uma escala absurda.
O que aumenta bastante as probabilidades de existir qualquer criatura que o ser humano imagine no universo.
É que não somos rigorosamente nada.
Quase que dava para ver Leiria.
Computação gráfica
Simplesmente fantástico e incrível!
Vivemos numa simulação, change my mind
James Webb e o Multiverso do Nada
It does put everything into perspective.
E de quem é a culpa de não sermos nada?
Somos só do tamanho do que conseguimos alcançar. Eu sinto-me enorme ao poder ver essa foto.
Só para termos noção da minuscula parte do Universo que isto é
O que mais me fascina nisto tudo é não saber realmente a dimensão do universo. Será que é infinito? E se não é infinito, então o que é que há do outro lado da “parede”? Tudo indica para que seja infinito, porque mesmo o vazio é alguma coisa.
E se é infinito, então existem mais planetas com seres humanos, porque mesmo se a probabilidade de replicar o planeta terra e o ser humano for 0,00000000000000000000000000000000000000000001%, se correres a experiência infinitas vezes, então eventualmente vai acontecer.
Outro brainfuck que vemos é o chamado de gravitacional lensing. A gravidade mexe com a trajetória da luz e parece que certas galaxias parecem distorcidas na imagem, e podem nem ser buracos negros mas sim materia negra, nao a vemos, mas podemos ver o seu efeito pela gravidade.
Mais brain fuck é que podemos ver a mesma galaxia em diferentes sitios e em diferentes periodos temporais. Pode nao ser o caso desta imagem mas foi assim que se calculou com precisão quando uma supernova iria acontecer. Porque já a tinham visto a acontecer.
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Estas primeiras fotos vão ter pouco interesse, mas gostava era de ver comparações com o Hubble para entendermos a nova escala de qualidade, definição e expansão que vamos ter em relação ao nosso universo.
Se olharmos bem ali à direita está a estrelinha da floribella!
Muito pelo contrario,somos tudo
Espera aí que as pessoas estão agora a descobrir que nós somos completamente insignificantes e tudo o que fizermos será completamente irrelevante porque um dia iremos desaparecer da existência e ninguém se lembrará de nós
Portanto vivam a vida pessoal!
Ver esta foto fez-me logo lembrar a música I am the Cosmos do Chris Bell e imortalizado pela voz do Beck
Nada não é palavra suficiente para fazer essa classificação. Somos de tal maneira pequenos e insignificantes, que o nosso cérebro tem dificuldades em compreender a escala a que está esse “nada” e não há comparação fidedigna o suficiente para que uma pessoa normal o consiga perceber. Nem sequer o famoso grão de areia serve.
naaaa diria antes… _As áirvores somus noizes_
A vida é um palco, vimos, vivemos e vamos.
Boa foto para quem reza a Deus e pensa que ele quer saber de alguma pessoa em concreto.
> Não somos nada
Felizmente.
nada? bem… somos alguma coisa…
Cada pontinho nesta imagem pode significar uma galáxia com milhares de milhões de planetas, CADA PONTINHO!!!
Para além disso, esta imagem representa uma parte tão infinitesimal do universo que realmente se torna complicado perceber o quão pequenos somos.
São estas imagens que fazem o paradoxo de Fermi fazer sentido, ora, se o universo tem tantos planetas, a probabilidade de haver vida inteligente é elevadíssima. Sendo isto verdade, como é que nós ainda não temos provas de vida inteligente (para além da nossa)? … que nó no cérebro oh maninho.
Outra coisa incrível nestas imagens é que devido às limitações da velocidade da luz estamos a ver uma fotografia do que foi há milhares de milhões de anos (4600 milhões de anos, para ser preciso). Nunca vamos saber o que se passa atualmente no “deep space” porque vamos andar sempre a jogar ao “catch up”, olhando para o passado longínquo.
Holy shit.
Teoricamente a dimensão do universo é tão grande que vai muito para além da compreensão humana. Estamos a falar de uma escala absurda.
O que aumenta bastante as probabilidades de existir qualquer criatura que o ser humano imagine no universo.
É que não somos rigorosamente nada.
Quase que dava para ver Leiria.
Computação gráfica
Simplesmente fantástico e incrível!
Vivemos numa simulação, change my mind
James Webb e o Multiverso do Nada
It does put everything into perspective.
E de quem é a culpa de não sermos nada?
Somos só do tamanho do que conseguimos alcançar. Eu sinto-me enorme ao poder ver essa foto.
Mas somos tudo….
https://www.reddit.com/r/spaceporn/comments/vx9mpw/like_a_grain_of_sand_at_arms_length_zoom_out_of/
Só para termos noção da minuscula parte do Universo que isto é
O que mais me fascina nisto tudo é não saber realmente a dimensão do universo. Será que é infinito? E se não é infinito, então o que é que há do outro lado da “parede”? Tudo indica para que seja infinito, porque mesmo o vazio é alguma coisa.
E se é infinito, então existem mais planetas com seres humanos, porque mesmo se a probabilidade de replicar o planeta terra e o ser humano for 0,00000000000000000000000000000000000000000001%, se correres a experiência infinitas vezes, então eventualmente vai acontecer.
Outro brainfuck que vemos é o chamado de gravitacional lensing. A gravidade mexe com a trajetória da luz e parece que certas galaxias parecem distorcidas na imagem, e podem nem ser buracos negros mas sim materia negra, nao a vemos, mas podemos ver o seu efeito pela gravidade.
Mais brain fuck é que podemos ver a mesma galaxia em diferentes sitios e em diferentes periodos temporais. Pode nao ser o caso desta imagem mas foi assim que se calculou com precisão quando uma supernova iria acontecer. Porque já a tinham visto a acontecer.
Source: https://physicsworld.com/a/gravitational-lensing-creates-einsteins-cross-of-distant-supernova/