Não há Super Bock Super Rock? O bastonário dos advogados é contra “abusos“ do Governo: “Os portugueses voltarão a ter uma vida normal?”

11 comments
  1. >“Temos estado preocupados com alguns abusos que já foram cometidos durante a pandemia e que agora parecem estar a tornar-se normais. Como disse o pensador Edgar Morin, quando o estado de exceção se torna normal, o estado normal torna-se uma exceção. Não pode ser”, critica Menezes Leitão, bastonário da Ordem dos Advogados

  2. Há Super Bock. E algum rock. Será apenas noutro local. Sabes disso, op. Mas é mais fixe ser-se incendiário, mesmo que pela internet, né?

  3. primeiro vamos analisar a expressão “vida normal”.

    tendo em conta a necessidade de acordo coletivo, sendo ele formal ou informal, para definir algo como normal podemos assumir que não é o bastonário que define o que é uma “vida normal”.

    ora para definir uma “vida normal” é também necessário uma certa capacidade de adaptação à realidade. isto é, a “vida normal” nunca pode surgir apenas do querer, tem, forçosamente, que surgir, acima de tudo, do poder. ora isso quer dizer que a tal “vida normal” não pode ser definida pelo desejo mas sim pelo que é possível.

    dito isto, acho que o bastonário tem uma certa razão. obviamente não em relação ao festival, mas, de uma forma geral, acho perfeitamente normal que se posicione contra os “abusos” do governo. se escolheu falar do festival deve ser para apregoar a sua posição sobre os tais “abusos” sem tocar num assunto mais importante publicamente. o que estranho, já que estar contra “abusos” governamentais devia ser a posição automática do bastonário.

  4. Alguém avise este leitão agiota, bastonário de tudo e um par de botas, perpetuador de uma cultura de exploração de mão-de-obra no seu sector de actividade e facilitador da vergonha imobiliária que é Lisboa, que existe uma cena chamada alterações climáticas e que o país vai ter de regular/mudar muita coisa para poder salvaguardar um mínimo de condições de habitabilidade e subsistência, bem como para evitar tragédias.

  5. Os liberais portugueses estão cada vez mais libertários.

    Nestes dias sairam da toca pessoas que acham que avisos da Protecção Civil são socialismo , que “o Estado não tem nada que dizer às pessoas quando é que podem fazer queimadas nos terrenos” e que adiar concertos no meio do mato numa zona de maus acessos quando estão 40 graus é estalinismo

    É claro que seriam exactamente os mesmos a acusar o Estado de incompetência se houvesse uma tragédia

  6. Mas se voltar a acontecer uma desgraça como em Pedrógão, são estes otários os primeiros a dar a cara a acusar o governo de não ter feito nada.

  7. Neste momento só espero a próxima, depois os otários que andam aqui a relevar vão dizer que não votaram ps ou o crl. A vossa ideia de prevenção e reforço dos meios claramente não é a mesma que a minha e alguns que aqui andam. É por isso que vai ser tap é novo banco e vai ser aeroporto vai ser o que tiver que ser menos no que realmente interessa. Olha por exemplo Bombeiros, SNS etc

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