https://www.publico.pt/2022/07/15/p3/cronica/ultimo-sair-feche-porta-2013546

12 comments
  1. Será que dá para sair em silêncio? Não foi o primeiro, nem será o último a sair. E decididamente não será o primeiro a fazer um artigo sobre isso.

    Desculpem-me a rezinguice, mas estou fartinho deste tipo de publicações.

  2. Mais um a fugir. Vai ser substituido por 4 ou 5 a fugir da america ou de outro pais qq. Falta de tomates, tipico Gen Z. Nao sei para onde é que vao fugir, num mundo global e sob o mesmo tipo de ameaça. Se calhar vai para os USA.

  3. Eu só não percebo por que carga estes tipos que vão embora têm de deixar estas postas antes de saírem para que todos leiam. É para “sofrermos” com eles? Não admira que o fado seja a canção nacional! É o que eu digo, esta cultura da auto-flagelação e auto-comiseração está entranhada neste país.

    Por favor, vão embora, façam o que entenderem, mas deixem-se de merdas e de massacrar os outros e vocês mesmos com este tipo de discurso!

    Obrigado.

  4. deve ser um boy do BE que perdeu o taxo, o pai tambem deixou de lhe dar mesada e tem que começar a trabalhar.

  5. >Lembro-me de Manuela Ferreira Leite dizer num canal de televisão, algures entre 2002 e 2003, que se os portugueses (e portuguesas) apertassem o cinto tudo ficaria melhor. O povo apertou e nada de bom aconteceu, pelo contrário, tudo piorou.

    Percebo que seja psicólogo e por conseguinte a Lógica não seja o seu forte, antes as emoções e as aparências. Mas o paradigma e paradoxo explicam-se logo no primeiro parágrafo. Ele vai emigrar, mas na prática culpa as políticas de direita pelo atraso económico do país. Já o facto de o PS (S de socialista) ter estado no governo 20 anos dos últimos 25 anos (excepção feita ao período de intervenção externa) passa-lhe completamente ao lado.

    Já agora, vai o Dr. emigrar para algum país com políticas mais à esquerda que o nosso? Fiquei curioso!

  6. Estou emigrado na Holanda e tenho um casal de dois grandes amigos portugueses também por aqui emigrados, que adoram a Holanda, não pela simpatia do povo ou pelo clima, mas porque têm aqui as condições económicas e poder de compra (casa enorme no campo, bons salários) que jamais teriam em Portugal para as suas qualificações (ambos de humanidades que ganhavam perto do SMN em Lisboa em call-centre). O belo paradoxo é que continuam a acreditar nas maravilhas do socialismo e a criticar o grande capital. Se nem a realidade (a Holanda é governada por liberais há 30 anos, os dois partidos do sistema VVD e D66 são ambos liberais) faz mudar a opinião do português mediano, embrenhado por décadas de narrativa anti-capitalista, quanto mais esperar que o eleitorado que fica vá mudar de rumo.

  7. “…do impacto negativo que o Governo Sócrates teve em todos nós…”
    “…num Passos Coelho populista que apenas foi mais um carrasco do nosso povo.”

    Nada tendenciosa na escolha das palavras.

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