Famalicão já entrou no século XXI, falta a maioria do país, imagino o que não de pouparia… logo neste país onde agua está longe de ser abundante
Boa iniciativa, principalmente a dos sensores para detectar perdas e a utilização de plantas nativas.
Em altura de seca, é acabar com as regas de vez, plantar mais jardins com plantas nativas, tal como o exemplo de Famalicão. Mas fico parvo como só agora se está a falar disto, quando se tem falado constantemente de seca na última década.
(Agora desabafo nacional, usando os números da reportagem))
Em 6 meses foram poupados 60M de litros de água, estamos a falar de 328 mil litros de água por dia. E depois pedem as pessoas que poupem em casa???? São gastos milhares de litros de água por dia para rega de jardim pelo pais fora- aka – completo desperdício de água sem qualquer propósito.usando os valores da reportagem, num município de 23k habitantes. , E usando a média de gasto por pessoa diário de 110L, essa água que se poupou daria para pagar água a mais de 3 mil pessoas, mais de 10% da população do município – isto só da poupança, porque devem continuar a gastar outro tanto.
Para finalizar, fica a imagem do que são 60 milhões de litros de água – daria para encher 24 piscinas olímpicas. Agora, extrapolando para o país, o desperdício é abismal, só para relva
Não é bem “novo” mas fico contente por o ver implementado. Em 2016 estive envolvido na instalação do sistema de controlo centralizado de rega. Na altura instalou-se a central no Parque da Devesa e era essencialmente o que se controlava (e já não era pouco, diga-se). O sistema permitia expansão e adicionar zonas verdes distintas, no limite, controlar todos os espaços verdes da cidade.
Na altura pensei que fosse ficar por ali mas fico contente por saber que foram em frente.
Adicionalmente a ideia de colocarem parte do Parque em prado de sequeiro e prado florido é excelente para poupar água, é uma área considerável que não necessita de ser regada.
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Bem-vindos ao século XXI
Famalicão já entrou no século XXI, falta a maioria do país, imagino o que não de pouparia… logo neste país onde agua está longe de ser abundante
Boa iniciativa, principalmente a dos sensores para detectar perdas e a utilização de plantas nativas.
Em altura de seca, é acabar com as regas de vez, plantar mais jardins com plantas nativas, tal como o exemplo de Famalicão. Mas fico parvo como só agora se está a falar disto, quando se tem falado constantemente de seca na última década.
(Agora desabafo nacional, usando os números da reportagem))
Em 6 meses foram poupados 60M de litros de água, estamos a falar de 328 mil litros de água por dia. E depois pedem as pessoas que poupem em casa???? São gastos milhares de litros de água por dia para rega de jardim pelo pais fora- aka – completo desperdício de água sem qualquer propósito.usando os valores da reportagem, num município de 23k habitantes. , E usando a média de gasto por pessoa diário de 110L, essa água que se poupou daria para pagar água a mais de 3 mil pessoas, mais de 10% da população do município – isto só da poupança, porque devem continuar a gastar outro tanto.
Para finalizar, fica a imagem do que são 60 milhões de litros de água – daria para encher 24 piscinas olímpicas. Agora, extrapolando para o país, o desperdício é abismal, só para relva
Não é bem “novo” mas fico contente por o ver implementado. Em 2016 estive envolvido na instalação do sistema de controlo centralizado de rega. Na altura instalou-se a central no Parque da Devesa e era essencialmente o que se controlava (e já não era pouco, diga-se). O sistema permitia expansão e adicionar zonas verdes distintas, no limite, controlar todos os espaços verdes da cidade.
Na altura pensei que fosse ficar por ali mas fico contente por saber que foram em frente.
Adicionalmente a ideia de colocarem parte do Parque em prado de sequeiro e prado florido é excelente para poupar água, é uma área considerável que não necessita de ser regada.