
Ricardo Araújo Pereira criticado hoje por escrever sobre género vs. sexo com um jogo inteligente de palavras. Wokismo importado ou críticas acertadas?

Ricardo Araújo Pereira criticado hoje por escrever sobre género vs. sexo com um jogo inteligente de palavras. Wokismo importado ou críticas acertadas?
47 comments
*Problemas* importados.
nem uma nem outra, é apenas um comediante a gozar com idiotices.
Seja de que quadrante político , genero sexual/afectivo, classe social, geração, com doutrinas importadas ou não, um imbecil é um imbecil.
Não sendo especial fã do RAPazola, é um texto bestial sobre o tema.
Errado não está, a definição de bisexual então não faz sentido nenhum uma “pessoa que se sente atraída por dois ou mais géneros”? Então mas quantos géneros há? Já não se percebe nada.
Criticado por quem?
Utilizadores do Twitter? Come on
Não toco no assunto nem com uma vara de 3 metros …..
Brilhante. Expõe, com piada e com pinta, os paradoxos absurdos da comunidade LGBT.
Fiquei a saber que o projecto ABCLGBTQIA+ existe mesmo e é bastante estúpido e hilariante.
South Park geralmente tem um dia em cheio quando satiriza estas comunidades, porque são muito facilmente ofendidas e muito pouco abertas à auto-crítica, e Stone e Parker nunca poupam ninguém. Um bem haja ao Ricardo por fazer comédia com jogos de palavras inteligentes sobre quem e o que livremente quiser.
Minhas gentes, isto é só para apontar que homoSSEXUAL não tem sexo na definição e que BI também não tem e que como aponta para vários géneros já nem bi pode ser ( Pansexual existe mas ok), na minha opinião não tem nada a ver com a comunidade LGBT mas sim com as definições! E por favor deixem o pessoal ser o que quer ser, desde que não se esteja a magoar ninguém qual é o problema de onde as pessoas metem a pila ou não a metem?
Dramas da vida moderna (bocejo)
RAP genial e hilariante
É um humorista, não um político
Bem, já presenciei uma discussão em que dois gajos gays insistiam a dizer a uma outra pessoa, mulher lésbica, que ela era transfóbica porque à partida nunca se sentiria atraída por uma “mulher com pila” (pois para ela o que a pessoa tem entre as pernas faz toda a diferença pois ela sentia-se atraída por pessoas do mesmo sexo enquanto mulher lésbica). Foi surreal, no mínimo.
_o que tu queres sei eu_
Pansexual e’ um individuo que gosta de gente do PAN?
Independentemente de quem seja, estas pseudo guerras culturais são importadas e infelizmente a esquerda portuguesa optou por se tornar refém delas.
Talvez daí o RAP ter criado tanto barulho.
Preocupações do primeiro mundo
O único comentário que acho pertinente para o reddit:
Como bissexual ri bem alto com a cena. Nem bi significa bi nem sexual sexo hahahahaah
Sou das pessoas que defende a Identidade de género e sou trans
Eu costumo ver muito o fox comedy e lembro de pensar logo assim que vi algumas defenições que algo estava errado com elas
Na definição de cisgénero ou transgénero (não me lembro bem) referiam que o género era atribuído à nascença, o que na ótica da identidade de género está completamente errado, o sexo é atribuído à nascença, o que nos garante certas características biológicas diferentes do outro sexo, sejamos homens, mulheres ou até intersexo
O género é a forma de como a sociedade vê a masculinidade e feminilidade, o que acaba por nos obriga a adotar determinados comportamentos, vistos pela sociedade como mais corretos (por exemplo o homem não deve demonstrar os seus sentimentos e a mulher deve ser submissa)
E acho que nessas definições relativamente à sexualidade das pessoas, poderiam ter incluído sexo ou género
Pois apenas a inclusão do género não faz sentido, por exemplo uma lésbica pode não se sentir atraída por uma mulher trans, apesar de que podemos argumentar de que pertencem ao mesmo género
Essa definição de bisexual não está exatamente certa, pois no caso da pessoa gostar de mais do 2 géneros, pode ser considerada pansexual
Eu dou parabéns à iniciativa, por ter sido a primeira tentativa de tentar ilucidar o povo português sobre estas questões, mas penso que faltou muito rigor e o trabalho final entra em contradição com outros aspetos defendidos pela comunidade lgbt+
Por mim está tudo bem. Pinem com quem quiserem, apaixonem-se por quem quiserem e definam o que quiserem como quiserem. Por mim está tudo bem.
Desde que os envolvidos consintam…. Siga.
Não sei em que bolha a malta vive, mas na minha vida real, fora do twitter, estes temas para mim afetam-me zero.
Nunca ng se chateou cmg por usar pronomes incorretos ou por não me sentir atraído por um transexual. Não percebo que raios de vidas a malta leva para isso ser um problema.
Nunca me estive tanto a cagar. No entanto gostei do artigo, não vi nada de mal ou ofensivo. Não percebo o alarido.
Está muito bem conseguido, pois aborda as inconsistências.
Não vejo nada criticável.
O problema está mesmo em tentar agradar uma infima parte da populaçao sacrificando com isso muito bom senso.
Eu identifico-mo com o gajo que mete sempre 20€.
Mas ultimamente tenho metido 30€.
É engraçado ver estes ditadorezinhos da tretar a querer “reeducar” as pessoas, a fazer-lhe a lavagem ao cérebro e a policiar a forma como as pessoas falam. RAP esteve muito bem a ironizar com o policiamento da linguagem, com estas tretas de neologismos que estão cheios de contradições até ao tutano e são ridículas.
Não me importa o que cada um faz da sua vida pessoal, de quem gosta e quem não gosta. Todos são dignos, são pessoas, e merecem o respeito que qualquer pessoa merece.
Agora, eu não sou obrigado a achar que uma relação homosexual é normal ou natural, e que se deve tratar o pessoal por “todes” e não “todos” ou “todas”. Não, meus amigos, ninguém me pode obrigar a achar isso, porque é a única coisa que não me podem tirar: a liberdade de pensamento. Ninguém pode aprisionar o pensamento de ninguém.
Há uma coisa que é óbvia: um homem e uma mulher são logo diferentes à nascença, fisicamente. O resto, o “género”, são fábulas sociais criadas para justificar comportamentos. Dizem que o género é algo “criado”. Pois é, cada um identifica-se como quer. Nada contra, cada um pode pretender ser o que quiser, mas isso não faz com que o seja. Eu quando era criança também dizia que era o Songoku, mas isso não fazia de mim o Songoku.
E o RAP só ilustrou o óbvio que é o ridículo desta palhaçada. Uma língua milenar andar a reboque dos raciocínios rebuscados de uns tantos “iluminados”? Não contem comigo para adoptar esse “acordo ortográfico” – pouca diferença me faz já que também não adopto o outro.
Homogeneral com certeza resolve a questão da homofobia, bem pensado
Wokismo importado. Estes fait-divers de quem se quer auto-promover só prejudicam quem de facto se identifica numa dessas muitas letras, e quem têm direito ao seu sossego.
O cúmulo foi quando vi no twitter tweets sobre o Ezra Miller (para quem não sabe, usa “they/them”) e o quanto fora do controlo estava e ver pessoal nos comentários dizer “yeah they may have nearly killed someone but don’t misgender them”.
Estamos numa fase em que mesmo pessoas que claramente não têm respeito pelo próximo têm estes keyboard warriors a tentar ser politicamente corretos e que acham que essas pessoas merecem respeito. É mais grave usar pronomes masculinos para o Ezra Miller que o facto de ele ter comportamentos de risco que implicam menores. lol.
A verdadeira jogada aqui é desinstalar o twitter
Sinceramente, isto é um não assunto. Não me interessa nadinha com o que se identificam, com quem dormem, que pronomes preferem, etc. Façam o que quiserem e não me chateiem. Também não faço particular questão em saber qual a diferença entre um pansexual um bisexual. Não é por falta de respeito, é apenas porque não me interessa para nada. Não sei o que se chama a um gajo que virou gaja, mas que gosta de gajas. Mas chamo-lhe o que essa pessoa quiser.
Ps. Por caso gora fiquei curioso mas não o suficiente para ir ao google
O tópico/problema artificialmente criado, é mais uma daquelas americanices que se insiste em importar. Sempre houve homossexuais, bisexuais, trisexuais, etc e a grande maioria das pessoas nunca ligou, até aqueles que são (pelos standards de hoje) homofóbicos ou preconceituosos. Não é preciso os americanos virem nos dizer (ou ser um grande génio) para percebemos que todas as pessoas têm de ter os mesmos direitos de forma a obtermos uma tentativa de sociedade mais justa e funcional. O problema para mim vem quando situações como estas, de se meter pessoas em caixas em um determinado rótulo porque por algum motivo esses rótulos têm de ser especiais (?) Mas afinal o objectivo não era a indiferenciação na sociedade? As pessoas têm todo o direito de se auto-entitularem como bem quiserem e lhes apetecer, é um direito delas, e esse mesmo direito é aplicado a todas as outras pessoas de não aplicar nenhum desses títulos/rótulos aos outros. Por isto é que eu acho que este tópico é um não-assunto, a partir do momento em que tenhamos legislação que permite a igualdade de direitos e um sistema de denúncia quando esses direitos não estão a ser aplicados… Nunca se vai acabar com os preconceitos individuais de cada um, toda a gente os tem e iremos sempre ter, faz parte da natureza humana algo misturado com educação. Não se querem dar com alguém com quem não concordam, então não se dêem, não só é a solução mais simples como é mesmo a única. Querem fazer marchas? Façam à vontade, mas permitam os outros fazerem também. Querem dizer o que vos vai na alma? Digam, mas permitam que os outros também o façam. Agora, legislar o que as pessoas podem dizer ou opinar (como já houve ideias de se tentar fazer em alguns países) isso para mim passa bastante do limite do aceitável.
O wokismo importado para mim só está no desespero das pessoas em serem “labeled” (etiquetado) não soou bem). As pessoas estão desesperadas para serem alguma coisa, poderem por uma etiqueta e pronto, depois já resolveram a vida. Serem Trans ou serem o que quiserem estou como la em cima disseram, não me afecta em nada.
A malta que vive com a cabeça enfiada no twitter devia olhar mais para as fotografias que o James Webb tirou.
As pessoas gostam de etiquetas e, passado uns tempos, acham que as etiquetas são insuficientes ou já não exprimem o que querem que signifique. Daí a expansão da sigla LGBT para LGBTQ, em que *queer* é basicamente toda a gente que não se identifica com nenhum dos termos LGBT. No entanto, acharam que não era suficiente e há que adicionar mais letras e no final adicional o “+”, que semanticamente tem o mesmo significado que *queer*.
Esta redefinição do termo está errada à partida porque coloca a atracção romântica como uma definição politicamente mais correcta, mas está a assumir posições que as próprias pessoas não se reveem. Por exemplo, há quem se identifique como heteroromântico, mas homossexual, seja alguém que sente uma atracção romântica por pessoas do género oposto, mas sente atracção sexual por pessoas do mesmo género.
Eu acho que o artigo está muito bom e salienta as incongruências internas deste projecto de redefinição dos termos.
Problemas importados, e vamos começar a ter cada vez mais, infelizmente.
Realmente odeio o hegemónio cultural americano.
Vou fugir ao tópico mas eu perco o interesse quando vejo a frase a negrito no fundo a indicar que ainda se escreve de acordo com o antigo acordo ortográfico. A língua está em constante evolução quer uma pessoa concorde ou não. E porque que o acordo de 1990 é que é? Porque que não escrevem pelo acordo de 1945 ou outro anterior?
P.S. Se este comentário tiver alguma palavra que pareça mal escrita, é na verdade de um acordo mais antigo.
O wokismo já cá aterrou à muito.
A própria campanha é sinal disso. O artigo apenas expõe o ridículo dessa campanha.
A definição que dão de bissexual é do mais absurdo que pode haver.
Bi=2, se querem que sejam 2 ou mais géneros chamem-lhe multissexual.
RAP escreve para quem sabe ler. Não admira que tenham havido criticas daqueles que aprenderam as letras…mas não sabem ler.
Artigozinho engraçado mas sem grande sumo. Criticas e ofensas com isto são pessoas a comprar a provocação, só.
Acho que estamos a complicar demasiado o tesão. Cada um tem a sua individualidade e interpretação de prazer, conceito esse que até pode mudar conforme o parceiro.
No entanto ainda existe muita descriminação à homosexualidade e deve ser combatida. Aliás, ainda existe muita descriminação em geral.
Eu fico pela discussão dos gays e lésbicas, que apoio totalmente a sua orientação sexual. Mais que isso, desculpem lá mas tou me a cagar.
O Twitter não é a vida real, assim como a maioria das redes sociais.
O que se passa no Twitter, não representa a ponta de um corno.
É o que eu acho.
Há paísses em guerra e paira ameaças de guerra sobre países europeus. A europa está a derreter. Estamos a caminho de uma crise energética sem precedentes. A europa vai começar a poluir à bruta para colmatar a falta de gás. Muita da malta que por aqui anda ainda não era nascida da última vez que a inflação esteve nestes valores. A crise económica está a ganhar velocidade.
Que se foda, o que importa são definições.
Talvez tenhamos de passar por esta experiência social para que se perceba que a extensão do problema é bem menor do que o que essa minoria imagina (ou não??).
Quanto mais oiço estas teorias mais me parece que estão convencidos que anda toda uma sociedade a enganar-se a si própria e à espera de um empurrãozinho para sair do armário.
Estatisticamente, continuam a ser uma minoria, em que uma ínfima minoria dentro dessa minoria gosta de dar nas vistas e chocar enquanto cancela reacções ao choque ou opiniões contrárias. Como se fosse possível exigir respeito sem respeitar opiniões contrárias.
Resumindo…estou-me a cagar para a vida íntima dos outros. Sejam felizes e pinem bastante, que tudo isto passa…
maluquinhos woke, era só o que precisávamos
Criticar estas tentavidas de mudar definições constantemente, não só é importante mas vital para travar estes ideólogos extremistas