Carlos Moedas: um autarca com as prioridades bem definidas

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  1. Tal é o desespero e a incapacidade de produzirem algo com valor, que nada mais resta senão vender tudo ao desbarato, tipo vender o que se herdou dos pais ou avós para conseguir pagar as contas. Quanto estiver tudo vendido e Lisboa não for mais do que um centro turistico, o que acontecerá? Vamos ter os desesperados da periferia a descer à Baixa para partir tudo em convulsão, como se passa em Paris, Barcelona, Londres?

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