Alguem quis aproveitar este periodo de incerteza quanto à covid para conseguir aprovar a lei da eutanasia sem se discutir adequadamente. Calhou cocó.
“Por favor não matem os velhinhos”
Um presidente da república a exercer o seu poder. Estou chocado.
Da forma como várias leis neste pais são produzidas, encaputando assuntos díspares na mesma lei e feitas às 3 pancadas (propositadamente), este veto não é de admirar.
Custa-me acreditar que toda a base votante do PS se reveja numa posição tão extremista como a da Isabel Moreira.
Para defender a lei que fez aprovar à pressa, ataca o Presidente da República dizendo que este está a ser enviesado e a forçar a sua opinião pessoal contra a “vontade do país”, quando este apenas está a ser moderado, e ela não esclarece a solicitação muito concreta que é saber se uma doença fatal é um requisito ou não.
Isabel Moreira a deputada de Braga.
Está apresentada.
Não entendo o problema das pessoas com a eutanásia, apenas me ocorre que nunca tiveram contacto com casos verdadeiramente desgraçados em que, ao se depararem, chegam à mesma conclusão que eu cheguei – há coisas piores que morrer.
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Alguem quis aproveitar este periodo de incerteza quanto à covid para conseguir aprovar a lei da eutanasia sem se discutir adequadamente. Calhou cocó.
“Por favor não matem os velhinhos”
Um presidente da república a exercer o seu poder. Estou chocado.
Da forma como várias leis neste pais são produzidas, encaputando assuntos díspares na mesma lei e feitas às 3 pancadas (propositadamente), este veto não é de admirar.
Custa-me acreditar que toda a base votante do PS se reveja numa posição tão extremista como a da Isabel Moreira.
Para defender a lei que fez aprovar à pressa, ataca o Presidente da República dizendo que este está a ser enviesado e a forçar a sua opinião pessoal contra a “vontade do país”, quando este apenas está a ser moderado, e ela não esclarece a solicitação muito concreta que é saber se uma doença fatal é um requisito ou não.
Isabel Moreira a deputada de Braga.
Está apresentada.
Não entendo o problema das pessoas com a eutanásia, apenas me ocorre que nunca tiveram contacto com casos verdadeiramente desgraçados em que, ao se depararem, chegam à mesma conclusão que eu cheguei – há coisas piores que morrer.