O jornalismo português é cada vez melhor…

15 comments
  1. Compreendo o que querem enunciar, mas e se dissermos algo do género. “Eis a nossa Gente.” Não existe sentido pejorativo, bem pelo contrário, tende a enaltecer o carácter dos sujeitos comtemplados nesse Grupo.

    Gente é uma palavra bem portuguesa e apesar da conotação depreciativa que lhe querem conferir, o termo, bem pelo contrário, é designador de um grupo de pessoas com interesses comuns.

    Para criar uma depreciação teríamos de utilizar “esta gentinha”, ou “gentalha”.

    Não vejo mal, nem rudeza na frase. Pelo contrário, o Jornalista procurou com este termo, dotar a frase de um carácter bem Português, de sacríficio, pelos nossos Bombeiros.

    Gente e Povo, andam de mãos dadas na nossa Portugalidade.

    ​

    Edit: erros.

  2. À quantidade de títulos destes e calinadas que se vê cada vez mais, pergunto-me por quantas pessoas passará um título até chegar ao ecrã. É que antigamente ainda haveria desculpa, mas hoje em dia o software de escrita dá a papinha toda mastigada.

  3. A foto é que foi tirada no momento exacto…até a bacana da lingua gestual está a apontar para o texto indignada… /s

    Fora disso…é como na CMtv…qt mais impacto tiver ali a frase, melhor para as audiencias…as vezes, no pior dos casos!

  4. Aposto que a frase está escrita dessa maneira devido ao limite de caracteres dos lidos da TVI.

    A frase podia ter sido escrita de uma maneira diferente, sim, mas imagino que o/a jornalista tinha uma ideia do que escrever mas teve de mudar devido ao dito limite

  5. A realidade é cada vez as pessoas falam pior e os jornalistas não são exceção, antes até o jornal “A Bola” era uma referência pela qualidade do Português, hoje um dia os jornais estão cheios de erros ortográficos, por vezes até mesmo na manchete. Quando lês um jornal ou visitas o site de um jornal o que não falta são artigos que não são mais que notícias ou tweets copiados e (mal) traduzidos.

    Vejam entrevistas a jogadores de futebol na década de 80 e comparem com o português que se fala agora. É só expressões mal traduzidas do espanhol, cada vez que vejo um atrasadinho mental a dizer “temos muita ilusão” e “vamos por mais” só me apetece espetar-lhe com uma cópia dos Lusíadas nas trombas. E na altura os jogadores não tinham um décimo do dinheiro, nem tanta escolaridade , mas não passavam o dia a emburrecer no tiktok. Isto para nem falar da quantidade de portugueses (brancos) que já dizem coisas como “vi ela ” e “fui na farmácia”.
    Resumindo, temos uma língua excelente e que devíamos estimar, e diria que se os hábitos culturais não mudarem vamos ter mais um fator a aproximar-nos do terceiro mundo, desta vez intelectualmente e culturalmente.

  6. Nem me parece objectivamente mau ou redutor. Eu consigo perfeitamente ver-me a dizer isto. É por ser menos formal? Se calhar o mais absurdo é haver uma expectativa de linguagem mais ou menos formal na forma de como é comunicada a informação, em vez do foco no conteúdo.
    Os especialistas que expliquem aí como passavam melhor a mensagem, então.

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