# O que pode valer a arte pública? Fazemos as contas, a propósito da vandalização da escultura de Cabrita Reis

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11 comments
  1. Concordo com a parte de haver maneiras melhores de expressar o descontentamento do que vandalizar as coisas ( penso que ainda não vivemos no planeta dos macacos ) mas entendo que usar as supostas vias legais para reclamar caia no vazio. É ambíguo.

  2. Os teus posts são todos no mesmo sentido.

    Se a cultura mede a maturidade de uma sociedade, o que isto diz de quem acha que “aquilo é mesmo para ser vandalizado”?

    Gozar com quem trabalha é reduzir tudo a estás discussões básicas.

  3. A grande maioria da arte mundial é patrocinada por fundos públicos acho q isso é um facto indiscutível.
    Por acaso n sei precisar quem pagava ao Picasso mas o q n falta por aí é histórias de grandes artistas q morreram na miséria porque ninguém os patrocinou em vida mas as suas obras têm valores incalculáveis.
    Podemos concordar ou n com a arte ou uma obra em particular e somos livres de opinar sobre isso o q no somos livres é de destruir o trabalho de quem quer que seja só porque n gostamos ou concordamos.
    A arte é algo especulativo sim tal como alguns instrumentos financeiros isso permite a q andemos a destruir bancos ou propriedade de empresas que se dedicam a essa especulação?

  4. A quantidade de ignorância nesta thread de alguns users assusta-me. A falta de capacidade para entender que arte é cultura e que todos precisamos dela para continuarmos a ser uma civilização é incrível. Goste-se ou odeie-se, a arte deve ser financiado, seja ela a da escultura, da pintura, da música, do teatro ou até mesmo da televisão, como é o caso da RTP. Dizer que esta instalação não merecia fundos públicos é criar um precedente que nenhuma outra deveria merecer porque A ou B acha que “são um par de vigas no meio daquele lugar”. Daí para mandar o resto abaixo é meio caminho.

    Continuamos na americanização da Europa, na recusa de entender as consequências do que se diz, de ser incapaz de ver o cinzento em vez da bipolarização entre preto e branco. Se eu não gosto, ai de alguém gostar!

  5. Amigos, se vocês soubessem a vigarice que é por exemplo o cinema em Portugal e a quantidade de subsídios que vão para produtoras de filmes… Filmes estes que vocês nunca ouviram falar e se os virem até choram. E não me venham com merdas que é arte, porque já vi trabalhos feitos por universitários mais bem feitos e com ideias mais bem conseguidas.

    Eu trabalhei numa produtora de filmes e vi filmes a receber tipo 300k e etc. Vi filmes que levaram 10 anos a ser feitos e que no fim parecia um filme amador. Filmes que foram feitos e o realizador simplesmente decidiu nunca lançar o filme. Enfim…

    Já para não falar dos que tinham 4 ou 5 produtoras em nome de associados e mamavam os subsídios todos.

    E depois nunca fazem dinheiro por ter pessoas a ver, fazem dinheiro porque têm connects com festivais e são pagos para os mostrar lá. Ah e claro mais subsídios.

  6. Upa tocaste num ninho de formigas… E olha que nem é mau, ate ver so sustentas ‘cultura’ que se pode dizer portuguesa… Vai estando atento

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