Atenção: há um fenómeno recente no mundo da criminalidade que envolve pessoas novas e que usam a internet. O seu nome? Hip hop

32 comments
  1. Hip de bacia, e hop de saltar, porque estas pessoas saltam em cima da bacia das vítimas para as agredir.

    Ouviram aqui primeiro o Miguel vai roubar.

  2. O pessoal do metal é gandim e usam dorgas pesadas e os de IT são uns cibercriminosos que usam o discord via darkweb para roubar os cupons de desconto do minipreço.

  3. Já estou a imaginar o Hitler a invadir a Polónia ao som de Gucci Gang, e o D. Afonso Henriques a ir para a guerra contra mãe ao som de Eminem

  4. Foda-se! É que basta olhar para a besta da criatura, o cabelinho à conas, a gravatinha à caralho, e o discurso de quem vai à missa todos os domingos e depois bate uma a pensar em criancinhas. Que merdas do caralho, e ninguém que lhe diga “és mesmo estúpido, foda-se!!! Quanto cu deste tu para teres essa posição privilegiada em que falas para todos e ninguém te cala?”

  5. velhada a falar dos jovens dá sempre aso a estas figurinhas, isto porque a cs tem o dom de buscar sempre pessoas sensacionalistas que não percebem o que estão a dizer…não interessa muito também, o que importa é o sensacionalismo e que a velhada que tem pachorra para ver estes espaços de comentários pense que é verdade.

  6. O homem está claramente a falar de drill, não do hip Hop em geral. Não sei o que que vocês andaram a beber.

  7. A idade leva frequentemente a pensar em coisas do passado que parece que aconteceram ontem.

    Portanto, devia pensar que o “Straight Outta Compton” acabou de sair ontem.

  8. LOL.

    Cotas a falarem de hip hop. Que mau aspecto.

    Ainda se fosse nos anos 90, estou como o outro. Agora o “hip hop” atual? Faz-me rir.

    Fenómeno mais recente? Para este velhote Tupac é um jogo de computador e Valete um naipe.

    Retrospetiva de uma ignorância profunda.

  9. Faz sentido. As músicas muitas vezes contém mensagens subliminares que pouca gente compreende. É como aquela música “Breaking the habit” dos Linkin Park, é sobre um monge que vê na religião a sua salvação de uma vida de pecado. Senão vejamos:

    > Memories consume
    > Like opening the wound
    > I’m picking me apart again

    Ele lembra-se dum tempo em que ouvia hip hop e cometia crimes…

    > You all assume
    > I’m safe here in my room
    > Unless I try to start again

    … As pessoas acham que ele já se deixou da vida do crime neste momento…

    > I don’t want to be the one
    > The battles always choose
    > ‘Cause inside I realize
    > That I’m the one confused

    … Ele ainda batalha mentalmente com as escolhas que fez na vida quando comprou aquele álbum do Valete…

    > I don’t know what’s worth fighting for
    > Or why I have to scream
    > I don’t know why I instigate
    > And say what I don’t mean
    > I don’t know how I got this way
    > I know it’s not alright

    … Ele sabe que tem de se deixar dessa vida permanentemente e procurar salvação junto do Senhor…

    > So, I’m breaking the habit
    > I’m breaking the habit tonight

    … Portanto ele vai tirar o hábito do roupeiro hoje à noite para voltar ao convento.

  10. Eu vi isto em direto e fiquei parvo.

    Relacionar acontecimentos violentos com um género de música no meu tempo, era o pão nosso de cada dia, mas não estava à espera de ouvir isto nos dias de hoje.

    Parece que se cansaram dos jogos, ou ainda pior já que com a música dá para fazer clusters com etnias. Isto não é dito à toa.

    E para quem segue o género a algum tempo, as musicas de hoje estão muito longe de estarem ao nivel violento que já o foram no passado. Pode estar mais diversificada a tomar substâncias ilícitas lol mas mais violenta não. Clichés de m*rda.

  11. É tudo verdade.

    É isso e os jogos de computador, quem nunca saiu à rua para assassinar pessoas depois de jogar ao Snake no telemóvel?

  12. Depende do hip hop.

    Se a letra for literalmente agressiva e a incitar à desordem então é claro que tem péssima influência. Dizer que não é passar um atestado de idiotice a si mesmo.

    Era um adolescente na década de 90 no pico do “gangsta rap”. As letras eram na altura do mais homófobo, racista anti branco, anti polícia, anti sistema, anti ordem e um incentivo à violência que podia existir.

    Isso ao ponto de ver putos de classe média armados em gangsters do bairro a assaltar putos e roubar lojas só porque queriam fazer parte desta cultura.

    Claro que generalizar não é uma boa ideia. Até porque o hip-hop actual é inaudível e ninguém percebe nada do que dizem. Outro tem mensagens interessantes e realmente artísticas.

    O mesmo poderia ser dito de outros géneros musicais no passado. O género em si não é o problema. Certos interpretes é que mais ganhavam em calar a boca e irem trabalhar.

  13. Está a falar do sub genero do hip hop, o drill, de origem no reino unido, que hoje é um movimento na sua grande maioria formado por múltiplos membros que agem/afirmam sob a forma de violência e criminosa e que já chegou a Portugal há algum tempo.

  14. Este deve ser o marido da gaja que disse em directo que se encontravam muitos esteroides nas proteínas em pó

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