Estratégia nacional arranca no fim do verão para recrutar mão de obra noutros países. Construção, agricultura e turismo participam em missões para simplificar a imigração.
Portugal precisa de centenas de milhares de trabalhadores, especialmente nos setores do turismo, da agricultura e da construção, e está a contar recrutá-los na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), bem como em Marrocos. A primeira feira de recrutamento está prevista para outubro, em Cabo Verde. O Turismo do Algarve já esteve, neste mês, naquele país do Atlântico, onde quer angariar cinco mil trabalhadores para cobrir as necessidades mais urgentes do setor.
O Governo aprovou um novo regime jurídico para entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, com vista a “simplificar, entre outros aspetos, a emissão de vistos para estes cidadãos”. Segundo fonte do Ministério do Trabalho e Segurança Social, “está prevista a realização da primeira Feira de Empregabilidade em Cabo Verde, em outubro”, na qual as empresas podem inscrever-se.
Até parece que querem que o “chega” chegue ao poder
E porque é que o sector não dá formação e bons salários aos portugueses?
Cada vez acho mais que o turismo devia ir para as urtigas.
O essencial era arranjar a lista das empresas que estiverem portuguesas que estivessem envolvidas nessas feiras de emprego em Cabo Verde. Depois partilhar a dita cuja e não dar dinheiro aos hotéis que tivessem que ver com eles.
Tão mas se os portugueses mal conseguem se manter com o salário que eles oferecem, porque pensam que os estrangeiros se vão conseguir manter com o mesmo salário em Portugal? Acham que se vão sacrificar mais? Ou vão oferecer melhores condições que não oferecem aos portugueses?
Impressionante.
Vamos lá a apostas: dos 5mil, quantos é que cá se aguentam? Mas deem os salários e as condições que dão as tugas!
Qual é o salário, mesmo?
VER-GO-NHO-SO
“salvar hotelaria”….
Mais mão de obra barata mas precariedade, pior condições para quem vive no Algarve.
Não percebo, um gajo vai a outros países com ordenado mínimo bem mais alto e paga o mesmo ou menos nos hotéis e cá não podem subir os ordenados?
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Estratégia nacional arranca no fim do verão para recrutar mão de obra noutros países. Construção, agricultura e turismo participam em missões para simplificar a imigração.
Portugal precisa de centenas de milhares de trabalhadores, especialmente nos setores do turismo, da agricultura e da construção, e está a contar recrutá-los na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), bem como em Marrocos. A primeira feira de recrutamento está prevista para outubro, em Cabo Verde. O Turismo do Algarve já esteve, neste mês, naquele país do Atlântico, onde quer angariar cinco mil trabalhadores para cobrir as necessidades mais urgentes do setor.
O Governo aprovou um novo regime jurídico para entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, com vista a “simplificar, entre outros aspetos, a emissão de vistos para estes cidadãos”. Segundo fonte do Ministério do Trabalho e Segurança Social, “está prevista a realização da primeira Feira de Empregabilidade em Cabo Verde, em outubro”, na qual as empresas podem inscrever-se.
Até parece que querem que o “chega” chegue ao poder
E porque é que o sector não dá formação e bons salários aos portugueses?
Cada vez acho mais que o turismo devia ir para as urtigas.
O essencial era arranjar a lista das empresas que estiverem portuguesas que estivessem envolvidas nessas feiras de emprego em Cabo Verde. Depois partilhar a dita cuja e não dar dinheiro aos hotéis que tivessem que ver com eles.
Tão mas se os portugueses mal conseguem se manter com o salário que eles oferecem, porque pensam que os estrangeiros se vão conseguir manter com o mesmo salário em Portugal? Acham que se vão sacrificar mais? Ou vão oferecer melhores condições que não oferecem aos portugueses?
Impressionante.
Vamos lá a apostas: dos 5mil, quantos é que cá se aguentam? Mas deem os salários e as condições que dão as tugas!
Qual é o salário, mesmo?
VER-GO-NHO-SO
“salvar hotelaria”….
Mais mão de obra barata mas precariedade, pior condições para quem vive no Algarve.
Não percebo, um gajo vai a outros países com ordenado mínimo bem mais alto e paga o mesmo ou menos nos hotéis e cá não podem subir os ordenados?