31 deputados em exclusividade têm quotas ou gerem empresas

9 comments
  1. Não entendo como é que pessoas que têm influência na vida governamental podem ter qualquer conexão com o privado, um caso concreto, o presidente da câmara da minha terra tem um irmão que é dono de uma empresa de construção civil, imaginem lá quem é que é responsável pela maioria das obras da câmara

  2. Para mim há um grande conflicto de interesses e incompatibilidade de um deputado ter qualquer outro cargo ou investimentos enquanto deputado (mesmo compra de imobiliário)

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    aquela badalhoca do PAN ter empresas de agricultura quando tem acesso no parlamento aos incentivos para agricultura e os deputados que tem escritórios de advogados é para mandar tudo par aa rua

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    portugal precisa limpar esta geração de politicos que vem desde o 25 de abril

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    é lhes pago 5 ou 10 mil por mes em salários é mais do que suficiente para eles sobreviverem e para se dedicarem exclusivamente a servir o povo portugues – senao optem pela vida de negocios e deixem de ser deputados

  3. A pessoa, neste caso o deputado já nao pode ganhar de vários sitios!

    Se querem ser ricos é variar as fontes de rendimento!

  4. Podem ter outros cargos desde que não sejam remunerados. No entanto, se forem sócios de uma empresa e esta conseguir contratos com o Estado que a valorizem (e valorizem a participação dos deputados), estão diretamente a ser remunerados pela sua participação nessa empresa.

    A regra devia ser eliminada ou revista para excluir quaisquer participações, mesmo que não remuneradas, em empresas com contratos com o Estado. Assim reduz-se o potencial de malta a mamar do Estado e a beneficiar as suas empresas.

  5. Simples, cumpre funções noutra entidade que não o parlamento, não está em exclusividade, sendo ou não remunerado. A pista está na palavra: “EXCLUSIVIDADE”.

    Era multa a todos e deposição do cargo, de acordo com a gravidade.

    [Já a Mariana Mortágua se safou, com uma das razões sendo não ter sido a única a fazer merda, mas sim a única que foi apanhada, como se isso fosse razão de jeito para alugar o que quer que seja.](https://eco.sapo.pt/?p=1052866) Era toda a gente usar o mesmo raciocínio e ninguém era preso por nada.

  6. >A maioria dos casos de acumulação de funções ocorrem no PS e no PSD, embora também existam casos no Chega e na Iniciativa Liberal.

    Vamos lá ver os indignados todos com a Mariana Mortágua a aparecerem agora…

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