Esta merda não ser ilegal é uma cena que me faz profundamente confusão. É tortura por um nome mais pomposo.
“A sua mãe não é uma pessoa qualquer. Maria Helena Costa faz parte do grupo de estudos do partido de extrema-direita Chega e é uma das principais ideólogas evangélicas da “ideologia de género”. Publicou vários livros a defender essa narrativa de extrema-direita, participou numa conferência do Partido Nacional Renovador (hoje Ergue-te!) em que a promoveu e depois abraçou o Chega. Hoje, publica artigos no Observador.”
Sem palavras…tenho muita pena deste rapaz por ter pais assim (até para nascer é preciso ter sorte…) e fico feliz que se tenha conseguido libertar deste lodaçal. O observador dar espaço de antena a uma pessoa destas é simplesmente assustador…
[deleted]
Uauuu, tudo “boa gente” lá para os lados do Chega e companhia.
Se são assim com os filhos, faço ideia (ou até não faço) de como serão com os outros.
Mods, está na hora de bloquear este post. Afinal, é “uma submissão de intenção encapotada com fim na promoção de ideias de cariz político”.
E no outro post referiram, e passo a citar, “Mal apareça um post com links pro esquerda.net, avisa-me”. Pois bem, este não é para o esquerda.net, mas o nome do site diz tudo.
Isto só serve para ver o absurdo que foi a decisão que tomaram. Para serem coerentes, terão que eliminar este post.
As tristezas daquilo que se faz em nome da “salvação da alma”… Às vezes penso que estaríamos melhor sem religião. Pelo menos para todos aqueles que a usam para recorrer à violência gratuita e escudarem-se na sua intolerância.
Infelizmente, não me espanta. Apesar de ser em outra religião (católica), vi em primeira mão o mar de hipocrisia daquilo que se ensina nas “camadas jovens” da mesma. Ensinar não será a palavra correcta. Antes doutrinar, a meio de criar pessoas acéfalas. E assim o ciclo repete-se sem fim.
Independentemente da parcialidade política que o jornalista possa ter, fazendo fé no testemunho, é uma história triste e até revoltante.
mas esta merda nao e ilegal
porra isto irrita me profundaments, especialmente esta gente religiosa que devia estar aberta a amar todos, porra a biblia diz para nao amar rapazes, no termo de nao ser pedofilos, nada diz contra a ser gay/lesbico ou os raios que a parta
mas tambem no fim do dia portugal continua ainda hoje em dia com penssamentos homofobicos e racistas e ainda vai demorar algum tempo ate estes velhos penssamentos desaparecerem
porra ja fui perseguido na rua por andar de mao dada com um rapaz e isto revolta me bastante
Pais a fazerem coisas destas aos filhos é das coisas mais nojentas e violentas que podem fazer. Não percebo como esta merda não é ilegal e não dá cadeia.
Tenho mesmo muita pena desta rapaz e espero que siga em frente e encontre melhor.
Ainda não li o artigo todo, mas algo de errado se passa: a Helena Costa só escreveu 1 artigo para o Observador (que eu tenha conhecimento) e é contra a ideologia de género, não a favor. Alías, a promoção dessa ideologia é, curiosamente, feita pela esquerda.
Por isso há aqui qualquer coisa que não bate certo.
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Esta merda não ser ilegal é uma cena que me faz profundamente confusão. É tortura por um nome mais pomposo.
“A sua mãe não é uma pessoa qualquer. Maria Helena Costa faz parte do grupo de estudos do partido de extrema-direita Chega e é uma das principais ideólogas evangélicas da “ideologia de género”. Publicou vários livros a defender essa narrativa de extrema-direita, participou numa conferência do Partido Nacional Renovador (hoje Ergue-te!) em que a promoveu e depois abraçou o Chega. Hoje, publica artigos no Observador.”
Sem palavras…tenho muita pena deste rapaz por ter pais assim (até para nascer é preciso ter sorte…) e fico feliz que se tenha conseguido libertar deste lodaçal. O observador dar espaço de antena a uma pessoa destas é simplesmente assustador…
[deleted]
Uauuu, tudo “boa gente” lá para os lados do Chega e companhia.
Se são assim com os filhos, faço ideia (ou até não faço) de como serão com os outros.
Mods, está na hora de bloquear este post. Afinal, é “uma submissão de intenção encapotada com fim na promoção de ideias de cariz político”.
E no outro post referiram, e passo a citar, “Mal apareça um post com links pro esquerda.net, avisa-me”. Pois bem, este não é para o esquerda.net, mas o nome do site diz tudo.
Isto só serve para ver o absurdo que foi a decisão que tomaram. Para serem coerentes, terão que eliminar este post.
As tristezas daquilo que se faz em nome da “salvação da alma”… Às vezes penso que estaríamos melhor sem religião. Pelo menos para todos aqueles que a usam para recorrer à violência gratuita e escudarem-se na sua intolerância.
Infelizmente, não me espanta. Apesar de ser em outra religião (católica), vi em primeira mão o mar de hipocrisia daquilo que se ensina nas “camadas jovens” da mesma. Ensinar não será a palavra correcta. Antes doutrinar, a meio de criar pessoas acéfalas. E assim o ciclo repete-se sem fim.
Independentemente da parcialidade política que o jornalista possa ter, fazendo fé no testemunho, é uma história triste e até revoltante.
mas esta merda nao e ilegal
porra isto irrita me profundaments, especialmente esta gente religiosa que devia estar aberta a amar todos, porra a biblia diz para nao amar rapazes, no termo de nao ser pedofilos, nada diz contra a ser gay/lesbico ou os raios que a parta
mas tambem no fim do dia portugal continua ainda hoje em dia com penssamentos homofobicos e racistas e ainda vai demorar algum tempo ate estes velhos penssamentos desaparecerem
porra ja fui perseguido na rua por andar de mao dada com um rapaz e isto revolta me bastante
Pais a fazerem coisas destas aos filhos é das coisas mais nojentas e violentas que podem fazer. Não percebo como esta merda não é ilegal e não dá cadeia.
Tenho mesmo muita pena desta rapaz e espero que siga em frente e encontre melhor.
Ainda não li o artigo todo, mas algo de errado se passa: a Helena Costa só escreveu 1 artigo para o Observador (que eu tenha conhecimento) e é contra a ideologia de género, não a favor. Alías, a promoção dessa ideologia é, curiosamente, feita pela esquerda.
Por isso há aqui qualquer coisa que não bate certo.