Segundo o meu banco está carta foi enviada a 6 de Junho, segundo os CTTs o processo de entrega teve início a 2 de Agosto. A única coisa que sei ao certo é que foi entregue a 8 de Agosto.
Alguém tem alguma explicação?

14 comments
  1. eu tenho, pois fui eu quem trouxe a carta no bolso das calças. demorou muito porque o avião ficou sem gasóleo a meio do caminho e tive de vir a pé.

  2. correção: “segundo o teu banco está carta foi ~~enviada~~ escrita a 6 de junho”

    neste caso, acredito que a culpa seja do teu banco e não dos CTT.

  3. Se vais censurar o número do código de barras, censura tem bem o próprio código de barras.

    Acho que ninguém quer saber disso, mas não custa nada ser cuidadoso

  4. Não são só os CTT a fazerem proezas destas.

    Em Abril 2021 entrei numa nova empresa, onde tinha direito a fundo de pensões comparticipado pela empresa. Submeti a papelada necessária. Fui despedido passado pouco tempo mas ainda houve espaço para contribuir uma vez: resultado tenho praí 70 e tal euros que só os vou ver daqui a décadas.

    Ora isto passou-se e segui com a minha vida. Até ao fatídico dia, algures em Julho de 2022, em que recebo uma carta do banco que gere o tal fundo de pensões, com 3 cópias do contrato para assinar e devolver ao banco. Mandaram me papelada para assinar mais de um ano depois, dum produto financeiro associado a uma empresa com a qual já não tenho nenhum vínculo.

    A minha única reacção foi de pegar naquilo, rasgar e pôr no ecoponto. Quero lá saber se isto implica eu nunca mais ter acesso aos 70 e tal euros, quero é que vão gozar com o caralho que os foda. Quanto mais penso no assunto menos percebo. Se era necessário assinar um contrato em papel, que tivessem mandado essa porcaria antes de permitirem que as contribuições começassem.

  5. Eu tenho tido uma sorte do caraças, então. Não tenho razão de queixa dos CTT. Recebo tudo a tempo e horas e às vezes até mais cedo que o que estava previsto. Mas agora que os elogiei se calhar vai passar a acontecer…

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