Mortes covid por grupo etário em PT. Porquê a vacinação (“não obrigatória”) de crianças e jovens se a vacina apenas diminui as consequências e não a transmissão?

2 comments
  1. Um organismo vacinado tem capacidade de melhor debelar uma doença. Está científica e empiricamente demonstrado.

    Uma coisa a reter é que uma vacina não concede invulnerabilidade a uma doença mas sim a capacidade de melhor lhe resistir e resolver.

    Um organismo vacinado pode entrar em contacto com um vírus, eliminar esse vírus antes de se tornar um reservatório e disseminador, e assim quebrar as cadeias de transmissibilidade.

    Vacinar crianças está a revelar-se uma decisão difícil porque estamos a lidar com vacinas que já demonstraram que podem causar efeitos secundários algo violentos mas – e isto devia ser sublinhado – também qualquer outra vacina.

    As vacinas COVID estão constantemente a ser alvo de crítica mas não existe vacina isenta de risco. Nem medicamento, já que temos esta oportunidade de conversar. Estão lá, na bula, listados.

    Não há vidas descartáveis. Não interessa a idade.

    Quando estamos num período difícil, todas as decisões tomadas são excessivas, pesadas, opressivas… mas quando a dificuldade passa, todas as opções que se fizeram foram poucas, insuficientes e tardias.

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