Hoje no jornal Público: [Morreu a poeta Ana Luísa Amaral](https://www.publico.pt/2022/08/06/culturaipsilon/noticia/morreu-poeta-ana-luisa-amaral-2016351).
Tás tolo? Não tens acompanhado os jornais de certeza… A qualidade dos textos, ortografia e construção frásica é por vezes pior que textos de alunos do 9º ano…
É a opressão do patriarcado, venham a mim feministas /s
Nova era… O feminismo está aí… Também já não é actriz, é actor.
Em inglês tem havido uma tendencia de usar certos nomes de profissões para ser mais “gender neutral”, como por exemplo em vez de Actor/Actress usar só Actor. Supostamente é porque algumas pessoas acham que a versão feminina diminui a importancia da função quando elas tendem, ou tendiam, a ser tipicamente associadas ao sexo masculino, como “lady doctor”, “Manageneress”, “Authoress”, etc (ou do lado contrario, “male nurse”).
Isto tudo para dizer que se calhar pode ter sido decisao editorial para usar a palavra neutra. E não, não tou a fazer nenhum juizo de valor de uma ou outra maneira de escrever
Segundo consta ela própria rejeitava o termo “poetisa”. O que o jornal escreveu é um “erro” deliberado.
Já alteraram o título do artigo
Não vejo o drama, por norma palavras acabadas em a são femininas, logo faz sentido a palavra dar para tanto feminino como masculino. Tal como pessoa dá tanto para homens ou mulheres 🙂 Podemos ser um ou uma analista, um ou uma contabilista, um ou uma projetista… Parvo é haver feminino de uma palavra já por si segundo a gramática pode dar para o feminino.
9 comments
Se calhar era queer
Como assim, como é possível?
Tás tolo? Não tens acompanhado os jornais de certeza… A qualidade dos textos, ortografia e construção frásica é por vezes pior que textos de alunos do 9º ano…
É a opressão do patriarcado, venham a mim feministas /s
Nova era… O feminismo está aí… Também já não é actriz, é actor.
Em inglês tem havido uma tendencia de usar certos nomes de profissões para ser mais “gender neutral”, como por exemplo em vez de Actor/Actress usar só Actor. Supostamente é porque algumas pessoas acham que a versão feminina diminui a importancia da função quando elas tendem, ou tendiam, a ser tipicamente associadas ao sexo masculino, como “lady doctor”, “Manageneress”, “Authoress”, etc (ou do lado contrario, “male nurse”).
Isto tudo para dizer que se calhar pode ter sido decisao editorial para usar a palavra neutra. E não, não tou a fazer nenhum juizo de valor de uma ou outra maneira de escrever
Segundo consta ela própria rejeitava o termo “poetisa”. O que o jornal escreveu é um “erro” deliberado.
Já alteraram o título do artigo
Não vejo o drama, por norma palavras acabadas em a são femininas, logo faz sentido a palavra dar para tanto feminino como masculino. Tal como pessoa dá tanto para homens ou mulheres 🙂 Podemos ser um ou uma analista, um ou uma contabilista, um ou uma projetista… Parvo é haver feminino de uma palavra já por si segundo a gramática pode dar para o feminino.
Devia era haver o poetiso