Abusos. Clero de Lisboa apoia Cardeal e lamenta falta de “debate sério”

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  1. “O Conselho Presbiteral do Patriarcado de Lisboa, entidade representativa dos padres da diocese, partilhou esta terça-feira um comunicado onde demonstra o seu apoio ao cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e lamenta a inexistência de um “debate sério sobre o clericalismo” na sequência destes casos”

    É pena que esse debate sério não tenha sido feito há muitas décadas atrás… Até parece que para a igreja, violar crianças só passou a ser um crime ou algo repugnante digno de um subhumano, há pouco tempo.

  2. “Manuel Clemente vincou ainda que o caso “e outros do conhecimento público e que foram tratados no passado, não correspondem aos padrões e recomendações que hoje” todos querem “ver implementados”.”

    Até parece que nos dias de hoje não continuam a haver casos. São casos do passado, no entanto os culpados continuam no ativo. Não entendo esta forma de estar. Acho que mais valia estarem calados. Só se enterram.

  3. Só há possibilidade de debate sério se também houver vontade de mudar radicalmente. Caso contrário é uma perda de tempo.

    Há uma pergunta que tem de ser feita: porque é que os abusos sexuais ocorrem em muito maior número na igreja Católica do que nas outras igrejas?

    Respondam honestamente a esta pergunta e depois implementem a mudança necessária.

  4. Olhem bem para o que é a Igreja. Alguma vez as pessoas que a constituem vos pareceram normais?

  5. Mas, mas… antigamente as regras internas da igreja para os casos de pedofilia eram diferentes!

    /s

    Imaginem ser o porco de merda que descobre que um pedófilo anda a violar criancinhas, mas acha normal, não só falar primeiro com a empresa para a qual trabalha para descobrir como agir, mas também acatar o que a empresa diz como se tivesse peso legal e moral, em vez de, COMO QUALQUER PESSOA NORMAL E DOTADA DE BOM SENSO, ir diretamente às autoridades apresentar queixa!

    Mas depois a igreja ainda pensa ter moral e ética para falar do que quer que seja sobre a vida das outras pessoas.

    Quando qualquer ser humano comum tem um sentido ético e moral mais apurado que um papa-hóstias armado em ligação direta com deus, está tudo dito sobre a inutilidade da religião. Ou pelo menos da religião organizada.

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