Would you fight for your country?

23 comments
  1. Lutar por Portugal, lol

    Pessoas dignas lutariam pelo oposto do que Portugal representa, que é a mediocridade, o mesmismo, a aversão à mudança, o servilismo falso, a corrupção e o contornar das regras em todas as camadas da sociedade.

  2. Eu falo por mim mas não há nada pior que jogar em casa e perder por isso, se for para defender Portugal tudo bem e eu vou com vontade. Se for para atacar outro país numa guerra qualquer em que alguns fazem dinheiro e muitos morrem, não obrigado

  3. Que merda de pergunta.As razões por que se luta é o mais importante.

    Não se pode perguntar uma coisa destas sem dizer qual a razão da luta.

  4. Ucrânia: sim, nos lutar por país!

    Também a Ucrânia: que sa foda agora ser tuga, bacalhau com nata por favor

  5. Deixem-me ver o contexto do que implica o Lutar por Portugal.

    1. Lutar pela Defesa dos Portugueses, em que estivéssemos em risco de algo exterior. Lutando pelas Pessoas e Direito à existência. Sim lutaria.
    2. Lutar pelo País, em que Governantes indicam que vais e lutas. Não, não lutaria.
    3. Lutar pelos Valores atuais. Não não lutaria.
    4. Lutar por um País melhor. Não é necessário andar à porrada, nem matar ninguém, isso não faz sentido, temos é de reformular o que queremos, o que defendemos e como agir para alterarmos os princípios atuais. E há tanta coisa a alterar.

    ​

    Os motivos pelos quais um Povo se dispõe a lutar não são lineares. Não se luta de animo leve, seja pela razão que for. A Luta implica sempre que um dos lados sai sempre machucado. Sequelas ficam para sempre em todas as pessoas que entram num cenário de Guerra, seja ela interna ou contra ameaças externas. Não será fácil matar alguém, mesmo que seja inimigo.

    Uma parte da guerra atual é feita com armas modernas, onde a presença humana existe mais para controlar, resgatar e ajudar, do que propriamente como ofensiva, excetuando alguns teatros de guerra onde essa necessidade será evidente.

    A Guerra pode movimentar dinheiro e trazer dividendos a quem fornece as armas, as balas, a quem motiva um Povo para que faça parte dessa guerra, aventando-lhe Patriotismo e Nacionalidade, Orgulho e Necessidade para os Olhos como rebuçados a Moscas, a quem Manda ir, mas que se esconde detrás, a quem indica o caminho, mas chega em último. No entanto a Guerra, qualquer guerra é no final o Sangue que corre na terra dos Inocentes que são apanhados no meio. É a Dor e quem fica só, de quem perde a vida por falsos ideais.

    A Guerra é a estupidez no mais algo grau, onde idiotas olham para a pila alheia e se invejam por a sua não ser a maior.

    As Palavras podem ser mais ásperas, mais acutilantes e deixar mazelas com maior eficácia, de uma forma em que a vida continua e se lambem para que nos dia a seguir Todos possam continuar a sua própria Batalha.

    Uma bala pode matar para sempre, mas uma palavra pode derrotar e podermos ver nos olhos do adversário a sua perda e a nossa vitória, sem que o sangue corra e a vida se perca.

  6. Todos os países que estam próximos a um país problemático (por exemplo Rússia) tem muito percentagem.

    Em Espanha temos ao Portugal e França e tem baixo percentagem

  7. A percentagem dos espanhóis é baixa porque há uma carrada deles que não se sente espanhol. Se perguntassem à malta lá do Norte se lutaram pelo seu país ou pela sua região, aposto que os resultados eram mais altos.

    Já eu pegava na família e pisgava-me para outro sítio qualquer.

  8. Portugal não é invadido desde os tempos do Napoleão. E ao contrário de países como a Inglaterra e os EUA nunca sofremos atentados terroristas de grupos estrangeiros no nosso território.

    Acabam por ser normais os nossos números. Eu próprio também não me imagino a lutar pelo meu país.

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