Sedes quer duplicar PIB português em 20 anos.

13 comments
  1. “Ambição: duplicar o PIB em 20 anos” é o título do livro – e objetivo expresso – da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social, ou Sedes, avança a manchete do Público esta sexta-feira.

    A obra delineia caminhos que, avisa a associação, não são fáceis e implicam sacríficos: segundo disse um dos coordenadores, Abel Mateus, ao jornal, “para se poder levar a economia de uma trajectória de quase estagnação a um crescimento médio de 3,5% ao ano, é essencial um período de transição, em que teremos de fazer alguns sacrifícios e adoptar políticas de ruptura que só fruirão totalmente no médio e longo prazo.”

    A “visão estratégica” da Sedes para o país será apresentada primeiro ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no próximo dia 30 de agosto, e depois lançada na Câmara do Porto, a 1 de setembro.

  2. SEDES.. lol

    Melhor fossem ver quem é a SEDES, quem está por trás e quais os objetivos.

    Gente rica, podre de rica à custa de fazerem tudo de execrável aos trabalhadores e contribuintes Portugueses, muitos sendo apenas testas de ferro para outra Gente podre de rica à custa de fazerem tudo de execrável aos trabalhadores e contribuintes de outros países.

    Vejam as Delegações Regionais, Congressos e etc.

    Eles só querem o bem do País, não seriam eles os maiores beneficiados de tudo o sugerem!! /s

  3. E voltamos ao mesmo. Sempre arroz. A “liberdade económica” nem é o que temos andado a fazer nos últimos trinta anos nem nada… E nem uma única palavra sobre os constrangimentos europeus e importância de soberania monetária. A assumpção é sempre a mesma: o crescimento e competitividade são atingidas através de um saldo positivo na balança comercial (exportações menos importações). Num país com o tamanho e configuração de Portugal, e com a excepção de um cenário em que vive da exploração de um recurso natural abundante, a desvalorização cambial é tipicamente a solução mais simples (com o devido controlo etc). À falta dessa possibilidade, a solução para estes é sempre a mesma: vamos simular a desvalorização da moeda através da competitividade salarial, i.e. precarização, “flexibilidade”, baixa generalizada de salários. E eles sabem-no perfeitamente. Mas poucos ousam dizê-lo alto. Pessoalmente, não gosto que me tentem enganar. Se é assim, muito bem, podemos discutir isso, mas que mo digam, e não me tratem como uma criança.

  4. >Entre outras medidas para se chegar ao objetivo, o projeto propõe “reduzir os custos dos inputs cruciais e generalizados para as empresas”, tal como os custos da energia, dos transportes e da logística, e “proceder a uma ampla reforma regulatória e de redução da burocracia, de diminuição dos custos de fricção do crédito e de melhoria na selecção de projectos pelo sector bancário”.

    Reduzir salários, facilitar os despedimentos, facilitar a poluição, menos impostos e já agora transferir dinheiro para os bancos. A receita está longe de ser nova, pelo contrário, cheira a mofo.

  5. [OS DONOS DA OMATAPALO](https://www.makaangola.org/2020/08/os-donos-da-omatapalo/)

    [PA Omatapalo](https://www.quatenus.com/pt/blog/case-studies/pa-omatapalo/)

    [HELENA PAÍNHAS ASSUME PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DISTRITAL SEDES](https://radioaltominho.pt/noticias/viana-helena-painhas-assume-presidencia-do-conselho-distrital-sedes/)

    A Omatapalo + Painhas tem ganho projetos e mais projetos em Portugal, além das suspeitas também tem carta branca para fazer o que quiserem, em Viana do Castelo então é vergonhoso, mas o B’residente Luís Nódoa (PêéSe) vem sempre em defesa deles.

    Há uns tempos era a Isabelinha dos Santos a servir de Lavandaria de dinheiro roubado ao Povo Angolano, agora…

    Lembrem-se que estes até podem ganhar projetos sem que dê lucro, pois no fim serve para lavar dinheiro via empresa/holding qualquer.

  6. Viver em Portugal já é um sacrifício diário. Estão a falar de sacrifícios de quem?

    Estou-me a cagar para aumentar o PIB se isso for à custa de fazer mais bilionários e espremer ainda mais quem menos tem.

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