Mais triste é ter de dar prémios para se cumprir com uma obrigação
Mantive o título original para respeitar as regras, no entanto acho que o conteúdo tem partes mais interessantes para reflexão.
>Por exemplo, o tema dos aviões, o tema do SIRESP, o tema do incendiarismo, são questões complementares, não são as fundamentais. As fundamentais estão na distribuição do valor da riqueza da floresta quenão pagamos aos proprietários, estão no oxigénio que ela presta, na qualidade de água que filtra e o país não paga nada disso.
>
>(…)
>
>Por exemplo, fizemos um trabalho sobre o regime de incêndios, em que identificámos claramente as freguesias em que a atividade pastorícia usava o fogo para gerar de novo pastagens.
>
>Essas freguesias têm de ter um programa de acompanhamento dos pastores e todos sabemos que isso é relevante. Esse programa existe, mas não é prioritário, e devia ser. No entanto, as pessoas querem é os aviões.
>
>Não há nenhum programa de televisão em que se veja incêndios em que não haja alguém a dizer que os helicópteros e aviões foram muito importantes.
São apenas duas das passagens, entre muitas outras, que valem a pena ler. Maioria não terá formação nesta área para saber se estão certas ou erradas (nem eu), mas pelo menos podemos reflectir sobre o tema e aplicar alguma dialética. 🙂
E dar o dinheirito antes, pra prevenir, não?
Daqui a uns tempos vamos ter uma notícia semelhante mas em vez de ser com incêndios vai ser com criminalidade (é parecido, eu sei)
Eu tenho uma ideia melhor: autarquias com mais incêndios pagarem multas.
O problema disto é que o estado está a competir com os madeireiros… eles pagam para haver incêndios /s
7 comments
Mais triste é ter de dar prémios para se cumprir com uma obrigação
Mantive o título original para respeitar as regras, no entanto acho que o conteúdo tem partes mais interessantes para reflexão.
>Por exemplo, o tema dos aviões, o tema do SIRESP, o tema do incendiarismo, são questões complementares, não são as fundamentais. As fundamentais estão na distribuição do valor da riqueza da floresta quenão pagamos aos proprietários, estão no oxigénio que ela presta, na qualidade de água que filtra e o país não paga nada disso.
>
>(…)
>
>Por exemplo, fizemos um trabalho sobre o regime de incêndios, em que identificámos claramente as freguesias em que a atividade pastorícia usava o fogo para gerar de novo pastagens.
>
>Essas freguesias têm de ter um programa de acompanhamento dos pastores e todos sabemos que isso é relevante. Esse programa existe, mas não é prioritário, e devia ser. No entanto, as pessoas querem é os aviões.
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>Não há nenhum programa de televisão em que se veja incêndios em que não haja alguém a dizer que os helicópteros e aviões foram muito importantes.
São apenas duas das passagens, entre muitas outras, que valem a pena ler. Maioria não terá formação nesta área para saber se estão certas ou erradas (nem eu), mas pelo menos podemos reflectir sobre o tema e aplicar alguma dialética. 🙂
E dar o dinheirito antes, pra prevenir, não?
Daqui a uns tempos vamos ter uma notícia semelhante mas em vez de ser com incêndios vai ser com criminalidade (é parecido, eu sei)
Eu tenho uma ideia melhor: autarquias com mais incêndios pagarem multas.
O problema disto é que o estado está a competir com os madeireiros… eles pagam para haver incêndios /s
Isto agora é concurso??
Pqp estas mentalidades.