Planeamento Urbano Português

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  1. O planeamento urbano português do século XX é uma valente merda, mas não nos comparemos ao planeamento urbano dos EUA, que ainda pior consegue ser com a sua fraquíssima mobilidade urbana seja ela pedonal ou de transportes públicos, quer pelo vasto território que ocupa desnecessariamente com os subúrbios onde existem poucos ou nenhuns serviços públicos. Isto para não entrar no tema das auto-estradas que completamente arruinou o tecido central de muitas das cidades dos EUA durante a segunda metade do último século.

  2. O layout da cidade é só parte da equação. Obviamente que uma cidade que foi planeada terá algo mais regular, mas não terá necessariamente melhor planeamento urbano.

    Por exemplo as exigências urbanísticas dos EUA faz com que cada negócio ocupe uma quantidade de espaço enorme só para acomodar o número de lugares de estacionamento exigido. Por conseguinte as lojas ficam longe uma das outras e tornar-se um labirinto impossível de navegar sem um carro. Em contraste em Portugal tens avenidas com lojas lado a lado, compacto, o que permite largar o carro e simplesmente ir de loja em loja a pé

  3. Pode-se ver de muitas perspetivas, aqui vai uma: prefiro a aparente desordenação para passeios a pé. Nas cidades desenhadas a papel e lápis é um tédio. Não há diversidade e descoberta de recantos. Claro que arranjam formas de quebrar esse tédio mas não é a mesma coisa. São demasiadas esquadrias.

    E já agora, a pintura de baixo é intitulada “São Martinho” de José Malhoa, e a de cima?

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