Arriscaria dizer que normalmente inventar novos navios de guerra não é tarefa para Almirantes.
Drones e marinha portuguesa historicamente não se dão muito bem
Essa imagem mão parece o modelo certo a União Europeia não vai pagar por um barco de “guerra”
Alguém diga ao homem que as grandes potencias deste mundo já a algum tempo pensaram nisto.
> A recente evolução tecnológica rumo à robotização da guerra e o avanço significativo das armas anti-navio (misseis de alta velocidade e torpedos de longo al-cance) vieram alterar substancialmente o quadro vigente dos conflitos marítimos. As fragatas, tal como hoje as conhecemos e concebemos, são navios datados, ou seja, “fora de época”. No futuro, não muito longínquo, serão navios mistos, com alguma capacidade anfíbia, com uma robusta defesa próxima, portadores/trans-portadores de armas de longo alcance e de um núcleo variado de drones33.
>Continuarão a ser dotadas de helicópteros orgânicos para missões de trans-porte de pessoal e armamento pesado.
> Os drones permitirão criar uma bolha de deteção multidimensional alargada, que contribuirá substancialmente para o aviso antecipado e a defesa em pro-fundidade dos futuros navios. Os mesmos drones servirão também para guiar as armas orgânicas das fragatas, aumentando o seu alcance, a precisão e a descri-minação sobre os alvos a atingir.
> Estes navios pela sua capacidade constituem, a par dos submarinos, o cerne do contributo da Marinha para os compromissos resultantes da defesa coletiva das alianças que Portugal integra.
> 33 Similarmente ao Porta-Aviões que apareceu na I Grande Guerra do século XX, estes novos navios irão permitir a operação de drones aéreos, mas ainda também, no que é uma extensão do conceito, de drones de sub-superfície e de superfície.
Fonte: Cadernos Navais – 18 DE DEZEMBRO, 2019
Nº 53 – JULHO – SETEMBRO DE 2019, Gouveia e Melo
Se mudar o nome para Sassá Mutema cumpre por inteiro o seu desígnio de vida!
Já a China e Eua estão a construir disto. A pergunta é mais..para que raio Portugal quer um porta-drones que é um navio de ataque e projecção de força.
Realmente, é o que Portugal necessita – 130 milhões do PRR para esta merda. Melhorar as condições dos recursos humanos 0.
Uma coisa é certa. Portugal devia investir mais marinha uma vez que a nossa ZEE é bem grande e ainda querem aumenta la.
Esses 130 milhões devem de dar para um bote salva vidas e poucos mais.
Alguém que diga ao revolucionário que existem neste momento 7 destes estacionados em San Diego apenas
Inventado por Gouveia e Melo, LOL 🤣
**Realmente deve ter carreira como Marcelo, é só protagonismo às costas de outros, neste caso são as ideias de outros.**
Vou arriscar dizer que será construído nos estaleiros do amigo do espaço…
Isto será construído onde? Pelo menos que seja em estaleiros portugueses e que a propriedade intelectual fique em Portugal, para no caso de correr bem, ao menos possamos exportar e rentabilizar a coisa.
Ate não correu mal da ultima vez que investimos em navios revolucionarios e exploração oceanica
16 comments
Arriscaria dizer que normalmente inventar novos navios de guerra não é tarefa para Almirantes.
Drones e marinha portuguesa historicamente não se dão muito bem
Essa imagem mão parece o modelo certo a União Europeia não vai pagar por um barco de “guerra”
Alguém diga ao homem que as grandes potencias deste mundo já a algum tempo pensaram nisto.
> A recente evolução tecnológica rumo à robotização da guerra e o avanço significativo das armas anti-navio (misseis de alta velocidade e torpedos de longo al-cance) vieram alterar substancialmente o quadro vigente dos conflitos marítimos. As fragatas, tal como hoje as conhecemos e concebemos, são navios datados, ou seja, “fora de época”. No futuro, não muito longínquo, serão navios mistos, com alguma capacidade anfíbia, com uma robusta defesa próxima, portadores/trans-portadores de armas de longo alcance e de um núcleo variado de drones33.
>Continuarão a ser dotadas de helicópteros orgânicos para missões de trans-porte de pessoal e armamento pesado.
> Os drones permitirão criar uma bolha de deteção multidimensional alargada, que contribuirá substancialmente para o aviso antecipado e a defesa em pro-fundidade dos futuros navios. Os mesmos drones servirão também para guiar as armas orgânicas das fragatas, aumentando o seu alcance, a precisão e a descri-minação sobre os alvos a atingir.
> Estes navios pela sua capacidade constituem, a par dos submarinos, o cerne do contributo da Marinha para os compromissos resultantes da defesa coletiva das alianças que Portugal integra.
> 33 Similarmente ao Porta-Aviões que apareceu na I Grande Guerra do século XX, estes novos navios irão permitir a operação de drones aéreos, mas ainda também, no que é uma extensão do conceito, de drones de sub-superfície e de superfície.
Fonte: Cadernos Navais – 18 DE DEZEMBRO, 2019
Nº 53 – JULHO – SETEMBRO DE 2019, Gouveia e Melo
https://www.marinha.pt/pt/a-marinha/estudos-e-reflexoes/cadernos-navais/Documents/cadernos%20navais_53_af.pdf
Calma pah, eu já voto nele, não é preciso mais
Se mudar o nome para Sassá Mutema cumpre por inteiro o seu desígnio de vida!
Já a China e Eua estão a construir disto. A pergunta é mais..para que raio Portugal quer um porta-drones que é um navio de ataque e projecção de força.
Realmente, é o que Portugal necessita – 130 milhões do PRR para esta merda. Melhorar as condições dos recursos humanos 0.
Uma coisa é certa. Portugal devia investir mais marinha uma vez que a nossa ZEE é bem grande e ainda querem aumenta la.
Esses 130 milhões devem de dar para um bote salva vidas e poucos mais.
Alguém que diga ao revolucionário que existem neste momento 7 destes estacionados em San Diego apenas
Inventado por Gouveia e Melo, LOL 🤣
**Realmente deve ter carreira como Marcelo, é só protagonismo às costas de outros, neste caso são as ideias de outros.**
Vou arriscar dizer que será construído nos estaleiros do amigo do espaço…
Isto será construído onde? Pelo menos que seja em estaleiros portugueses e que a propriedade intelectual fique em Portugal, para no caso de correr bem, ao menos possamos exportar e rentabilizar a coisa.
Ate não correu mal da ultima vez que investimos em navios revolucionarios e exploração oceanica