>Os r/c são todos comerciais: restaurantes asiáticos, barbeiros a €5 o corte, agências de viagens para o Oriente, lojas de câmbios e transferências, minimercados étnicos, armazéns de revenda, bazares de bugigangas e talhos halal, propriedade de nepaleses, paquistaneses, indianos e bengalis, e de uns poucos portugueses que ali resistem de tempos mais marginais.
O governo perdeu o controlo completo das nossas fronteiras. E Portugal nem fronteiras terrestres com países de fora da UE tem…
Foda-se, quem diria…
Quando o pessoal abrir os olhos já vai ser tarde.
Conheço muito bem essa rua. Passo lá muitas vezes e até conheço alguns dos Bangladeshis.
Este esquema começou em 2012 (é provável que tenha até sido antes)… E como até ja disse aqui mais que uma vez, o SEF ia lá receber envelopes cheios de notinhas (por acaso nunca mais os vi lá… deve ser do covid).
Nessa mesma rua, num dos prédios ao fim da rua, moram 8 por quarto, em beliches, em regime de turnos… A meio da rua ja é so entre 4 a 6 por quarto. Alguns sem WC para defecarem (As canalizações estão partidas ou nem sanitas tem).
​
Estão lá pessoas honestas e muito trabalhadoras, mas também estão lá pseudo mafias que vendem as tais moradas falsas, comprovativos de trabalho, comprovativos de contas de telecomunicações, etc, etc…
​
Muitos trabalham basicamente como escravos para outros compatriotas, só para pagarem esses “serviços” e um “slot” numa cama num daqueles quartos.
Higiene é … Difícil de se manter, digamos assim.
​
Os que conseguiram, piraram-se para o RU. Venderam mini mercados, lojas de telemóveis e acessórios e restaurantes a quem quiz ca ficar.
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>Os r/c são todos comerciais: restaurantes asiáticos, barbeiros a €5 o corte, agências de viagens para o Oriente, lojas de câmbios e transferências, minimercados étnicos, armazéns de revenda, bazares de bugigangas e talhos halal, propriedade de nepaleses, paquistaneses, indianos e bengalis, e de uns poucos portugueses que ali resistem de tempos mais marginais.
O governo perdeu o controlo completo das nossas fronteiras. E Portugal nem fronteiras terrestres com países de fora da UE tem…
Foda-se, quem diria…
Quando o pessoal abrir os olhos já vai ser tarde.
Conheço muito bem essa rua. Passo lá muitas vezes e até conheço alguns dos Bangladeshis.
Este esquema começou em 2012 (é provável que tenha até sido antes)… E como até ja disse aqui mais que uma vez, o SEF ia lá receber envelopes cheios de notinhas (por acaso nunca mais os vi lá… deve ser do covid).
Nessa mesma rua, num dos prédios ao fim da rua, moram 8 por quarto, em beliches, em regime de turnos… A meio da rua ja é so entre 4 a 6 por quarto. Alguns sem WC para defecarem (As canalizações estão partidas ou nem sanitas tem).
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Estão lá pessoas honestas e muito trabalhadoras, mas também estão lá pseudo mafias que vendem as tais moradas falsas, comprovativos de trabalho, comprovativos de contas de telecomunicações, etc, etc…
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Muitos trabalham basicamente como escravos para outros compatriotas, só para pagarem esses “serviços” e um “slot” numa cama num daqueles quartos.
Higiene é … Difícil de se manter, digamos assim.
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Os que conseguiram, piraram-se para o RU. Venderam mini mercados, lojas de telemóveis e acessórios e restaurantes a quem quiz ca ficar.