*estrangeiros e portugueses que regressem e tenham estado lá fora mais de 5 anos*
Pelo andar da carruagem em breve seremos quase exclusivamente compostos por reformados e pessoas que regressam ou venham para cá usufurir da borla.
Gostava de saber como é que numa situação dessas dar borlas fiscais seria diferente de baixar impostos aos que por acaso venham a nascer cá.
Se uma coisa isto diz, é que existe um incentivo real maior para ir embora, do que imigração ou regresso em si. É como se estivéssemos a caminhar para uma colónia pequena e deserta, de ricos. Como não amar?
Eu gostava é de ver as contas do que deixam na economia,farto do argumento que é alguma coisa ou nada sem contas.
A pagar até menos de metade de IRS também os portugueses tinham mais possibilidades de consumir como eles e pagar outros impostos.
E incluíam os problemas de habitação e tudo o que é serviço público como a saúde que o aumento de população trás.
Eu nunca vou entender como à gente que concorda com isto é discriminação pura, mesmos rendimentos pagas mais que outros no teu país porque nasceste cá e tiveste cá a aguentar o barco.
Basicamente um investimento de 931 milhões de euros anuais para manter uma fauna que depois gasta parte do seu rendimento a arrendar imobiliário a preços especulados (beneficiando os seus proprietários) e em consumos que muitas vezes implicam a compra de produtos importados e viagens ao estrangeiro.
No outro lado da balança esta fauna sustenta os restaurantes pretenciosos e influencia algum turismo low-cost.
A definição de “um bom negócio” na República Dominicana da Europa, capital europeia dos condutores de tuk tuk e camareiras.
O nosso governo deu o país aos estrangeiros. Gravem este momento, porque nos tornámos apátridas.
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Uma não-receita é uma despesa?
*estrangeiros e portugueses que regressem e tenham estado lá fora mais de 5 anos*
Pelo andar da carruagem em breve seremos quase exclusivamente compostos por reformados e pessoas que regressam ou venham para cá usufurir da borla.
Gostava de saber como é que numa situação dessas dar borlas fiscais seria diferente de baixar impostos aos que por acaso venham a nascer cá.
Se uma coisa isto diz, é que existe um incentivo real maior para ir embora, do que imigração ou regresso em si. É como se estivéssemos a caminhar para uma colónia pequena e deserta, de ricos. Como não amar?
Eu gostava é de ver as contas do que deixam na economia,farto do argumento que é alguma coisa ou nada sem contas.
A pagar até menos de metade de IRS também os portugueses tinham mais possibilidades de consumir como eles e pagar outros impostos.
E incluíam os problemas de habitação e tudo o que é serviço público como a saúde que o aumento de população trás.
Eu nunca vou entender como à gente que concorda com isto é discriminação pura, mesmos rendimentos pagas mais que outros no teu país porque nasceste cá e tiveste cá a aguentar o barco.
Basicamente um investimento de 931 milhões de euros anuais para manter uma fauna que depois gasta parte do seu rendimento a arrendar imobiliário a preços especulados (beneficiando os seus proprietários) e em consumos que muitas vezes implicam a compra de produtos importados e viagens ao estrangeiro.
No outro lado da balança esta fauna sustenta os restaurantes pretenciosos e influencia algum turismo low-cost.
A definição de “um bom negócio” na República Dominicana da Europa, capital europeia dos condutores de tuk tuk e camareiras.
O nosso governo deu o país aos estrangeiros. Gravem este momento, porque nos tornámos apátridas.