Despesa fiscal com o regime para estrangeiros aumenta para 931,6 milhões em 2021

6 comments
  1. Pelo andar da carruagem em breve seremos quase exclusivamente compostos por reformados e pessoas que regressam ou venham para cá usufurir da borla.

    Gostava de saber como é que numa situação dessas dar borlas fiscais seria diferente de baixar impostos aos que por acaso venham a nascer cá.

    Se uma coisa isto diz, é que existe um incentivo real maior para ir embora, do que imigração ou regresso em si. É como se estivéssemos a caminhar para uma colónia pequena e deserta, de ricos. Como não amar?

  2. Eu gostava é de ver as contas do que deixam na economia,farto do argumento que é alguma coisa ou nada sem contas.

    A pagar até menos de metade de IRS também os portugueses tinham mais possibilidades de consumir como eles e pagar outros impostos.

    E incluíam os problemas de habitação e tudo o que é serviço público como a saúde que o aumento de população trás.

    Eu nunca vou entender como à gente que concorda com isto é discriminação pura, mesmos rendimentos pagas mais que outros no teu país porque nasceste cá e tiveste cá a aguentar o barco.

  3. Basicamente um investimento de 931 milhões de euros anuais para manter uma fauna que depois gasta parte do seu rendimento a arrendar imobiliário a preços especulados (beneficiando os seus proprietários) e em consumos que muitas vezes implicam a compra de produtos importados e viagens ao estrangeiro.

    No outro lado da balança esta fauna sustenta os restaurantes pretenciosos e influencia algum turismo low-cost.

    A definição de “um bom negócio” na República Dominicana da Europa, capital europeia dos condutores de tuk tuk e camareiras.

Leave a Reply