É assim, para algumas áreas, praticamente não há emprego para recém-licenciados, é como querer encontrar água no deserto, só um oásis ocasionalmente. Isso ou mudar 100% de vida e ir para uma grande cidade como Lisboa/Porto e mesmo assim não é garantido.
Ou, por outro lado, há o típico caso de empresas a pedir trabalhadores com X (2,3) anos de experiência, que mesmo trabalhando todos os verões após entrarem na faculdade, nunca chega para chegar à experiência pretendida. Logo, não são contratados.
Por outro lado, há uma solução, os estágios profissionais do IEFP, candidataste e com alguma facilidade consegues 9 meses remunerados na área, mas se no fim não te contratarem, não tens os tais 2 ou 3 anos de experiência para meter no currículo…
10º? Podia ser pior /s
Enquanto o ensino profissional for visto como uma alternativa para o “resto”, a estatística vai-se manter ou até aumentar.
É preciso valorizar o ensino profissional bem como as profissões que requerem conhecimentos técnicos e manuais como eletricistas, canalizadores e afins. É ridiculo pensar mais em importar mão de obra em vez de alterar o sistema de educação para as necessidades do mercado. Em vez de termos especialistas em determinadas áreas, acabamos por ter o Zé faz tudo ou o Zé não faz nada como mostram os números….
4 comments
[deleted]
É assim, para algumas áreas, praticamente não há emprego para recém-licenciados, é como querer encontrar água no deserto, só um oásis ocasionalmente. Isso ou mudar 100% de vida e ir para uma grande cidade como Lisboa/Porto e mesmo assim não é garantido.
Ou, por outro lado, há o típico caso de empresas a pedir trabalhadores com X (2,3) anos de experiência, que mesmo trabalhando todos os verões após entrarem na faculdade, nunca chega para chegar à experiência pretendida. Logo, não são contratados.
Por outro lado, há uma solução, os estágios profissionais do IEFP, candidataste e com alguma facilidade consegues 9 meses remunerados na área, mas se no fim não te contratarem, não tens os tais 2 ou 3 anos de experiência para meter no currículo…
10º? Podia ser pior /s
Enquanto o ensino profissional for visto como uma alternativa para o “resto”, a estatística vai-se manter ou até aumentar.
É preciso valorizar o ensino profissional bem como as profissões que requerem conhecimentos técnicos e manuais como eletricistas, canalizadores e afins. É ridiculo pensar mais em importar mão de obra em vez de alterar o sistema de educação para as necessidades do mercado. Em vez de termos especialistas em determinadas áreas, acabamos por ter o Zé faz tudo ou o Zé não faz nada como mostram os números….