Portugal é o 10.º país da UE com mais jovens estudantes fora do mercado de trabalho

4 comments
  1. É assim, para algumas áreas, praticamente não há emprego para recém-licenciados, é como querer encontrar água no deserto, só um oásis ocasionalmente. Isso ou mudar 100% de vida e ir para uma grande cidade como Lisboa/Porto e mesmo assim não é garantido.

    Ou, por outro lado, há o típico caso de empresas a pedir trabalhadores com X (2,3) anos de experiência, que mesmo trabalhando todos os verões após entrarem na faculdade, nunca chega para chegar à experiência pretendida. Logo, não são contratados.

    Por outro lado, há uma solução, os estágios profissionais do IEFP, candidataste e com alguma facilidade consegues 9 meses remunerados na área, mas se no fim não te contratarem, não tens os tais 2 ou 3 anos de experiência para meter no currículo…

  2. Enquanto o ensino profissional for visto como uma alternativa para o “resto”, a estatística vai-se manter ou até aumentar.

    É preciso valorizar o ensino profissional bem como as profissões que requerem conhecimentos técnicos e manuais como eletricistas, canalizadores e afins. É ridiculo pensar mais em importar mão de obra em vez de alterar o sistema de educação para as necessidades do mercado. Em vez de termos especialistas em determinadas áreas, acabamos por ter o Zé faz tudo ou o Zé não faz nada como mostram os números….

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